Mapa mental do tema
Arrependimento e fé
As 40 pregações com guia sobre este tema, agrupadas por série: abra um ramo para ver a frase-chave e o esboço de cada uma.
Mostrando as 40 pregações mais recentes com guia, de 264 no tema.
Montando o mapa…
Clique num círculo para abrir ou fechar o ramo · arraste para mover · role para ampliar
Ver como lista (468 itens)
- Santificação
- Arrependimento e fé não são uma porta pela qual passamos uma vez; são os calçados com que caminhamos toda a vida cristã.EBD - Crescendo em arrependimento - Santificação
- I. O que é a santificação — recapitulação dos fundamentos
- Separação consagrada de todo o ser para Deus; obra do Espírito que afeta mente, vontade e afeições; garantida para cada eleito; resumida no Catecismo Maior de Westminster Q75.
- II. A santificação é uma guerra interior
- Gálatas 5:17 — a carne milita contra o espírito e o espírito contra a carne. A linguagem bíblica é de guerra total, não de tranquilidade. A carne quer dominar e destruir a obra do Espírito na vida do crente.
- III. O meio da santificação: renovação da mente
- Efésios 4:20-24 — despir o velho homem e revestir o novo por meio da renovação do entendimento. Conhecer a Deus transforma as afeições e a vontade de dentro para fora.
- IV. Por que estudamos os Dez Mandamentos
- Para renovar a mente no conhecimento do caráter e da vontade de Deus — não para criar um código de regras, mas para crescer em temor e amor ao Senhor. Os três usos da lei: condenar, humilhar diante de Cristo e guiar a vida santa.
- V. O arrependimento como coração da santificação
- O arrependimento não é uma porta de entrada, mas calçados que o crente usa ao longo de toda a vida. É a graça do evangelho que conecta o conhecimento da lei ao crescimento real em santidade. Sem arrependimento não há santificação nem salvação.
- VI. O perigo de substituir o Espírito por regras
- Oséias 8:12 — para quem não foi salvo, a lei é 'coisa estranha'. Nenhuma lista de práticas espirituais substitui a obra regeneradora do Espírito. O arrependimento genuíno é fruto do novo nascimento, não da disciplina humana.
- I. O que é a santificação — recapitulação dos fundamentos
- A cobiça nasce quando o coração deixa de descansar na providência de Deus e deseja para si aquilo que Deus não lhe deu.EBD - Não cobiçarás - Santificação
- 1. O décimo mandamento trata do coração
- Ele proíbe a cobiça, um pecado que pode existir sem ser visto por outras pessoas.
- 2. Todos os mandamentos alcançam o interior
- A diferença do décimo mandamento não é que ele seja o único interno, mas que ele proíbe o desejo pecaminoso em si.
- 3. Nem todo desejo é pecado
- A Bíblia usa a ideia de desejo também de modo positivo, como em Gênesis 2.9 e Salmo 19.10.
- 4. A cobiça é o desejo desordenado pelo que Deus não nos deu
- O mandamento menciona a casa, a esposa, os servos, os animais e qualquer coisa pertencente ao próximo.
- 5. A lei nos chama ao autoexame humilde
- Romanos 7.7 mostra que o mandamento revela a cobiça e destrói a confiança na justiça própria.
- 6. Cristo é a resposta para perdão e santificação
- O pecador deve confessar sua cobiça e buscar em Cristo satisfação, perdão e transformação.
- 1. O décimo mandamento trata do coração
- Arrependimento e fé não são uma porta pela qual passamos uma vez; são os calçados com que caminhamos toda a vida cristã.EBD - Crescendo em arrependimento - Santificação
- Pregações avulsas
- Persevere no Evangelho que recebeu: Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou, segundo as Escrituras.Perseverando no Evangelho - 1 Coríntios 15: 1-4 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. O Evangelho que Paulo lembra (v.1a)
- Paulo não apresenta novidade, mas reaviva o que já foi anunciado. A fé cristã é memória ativa de fatos salvadores.
- 2. O Evangelho que foi recebido e no qual se persevera (v.1b)
- Receber e permanecer são dois movimentos necessários. Fé que não persevera levanta a questão de se foi fé genuína.
- 3. O Evangelho que salva — com condição de retenção (v.2)
- 'Por ele sois salvos, se retiverdes a palavra.' Paulo alerta contra uma crença vã, que se afasta do conteúdo original.
- 4. O Evangelho transmitido com fidelidade (v.3a)
- 'Entreguei o que recebi' — linguagem de tradição apostólica. O mensageiro não inventa; ele repassa com exatidão.
- 5. O conteúdo do Evangelho: morte, sepultamento e ressurreição (v.3b-4)
- Três fatos históricos e objetivos, todos 'segundo as Escrituras': morte expiatória, comprovação pelo sepultamento, vitória pela ressurreição.
- 1. O Evangelho que Paulo lembra (v.1a)
- Deus liberta o seu povo por graça, cumprindo as suas promessas e destruindo todo poder que se opõe a ele.EBD - Êxodo 1-19: Panorama Antigo Testamento
- 1. A opressão e a providência de Deus (caps. 1–2)
- Israel cresce e é perseguido; Moisés nasce e é preservado de forma miraculosa dentro do palácio do próprio faraó.
- 2. O chamado de Moisés e a revelação do nome divino (caps. 3–4)
- Deus se revela como 'Eu Sou'; Moisés oscila entre temor reverente e temor de homens; Deus provê sinais e Arão como porta-voz.
- 3. O embate com faraó e as dez pragas (caps. 5–11)
- Cada praga julga os deuses do Egito; o coração de faraó endurece; Deus distingue o seu povo dos egípcios e zomba dos ímpios.
- 4. A Páscoa: redenção pelo sangue (cap. 12)
- O sangue do cordeiro protege os primogênitos de Israel; instituição da festa como memorial perpétuo; tipologia de Cristo.
- 5. A travessia do Mar Vermelho e o cântico de louvor (caps. 13–15)
- Deus divide o mar, destrói o exército de faraó e o povo celebra com adoração; a salvação é obra exclusiva do Senhor.
- 6. A jornada pelo deserto e as provisões de Deus (caps. 16–19)
- Murmurações, maná, água da rocha, vitória sobre Amaleque e chegada ao Sinai; Deus sustenta o povo apesar da sua incredulidade.
- 1. A opressão e a providência de Deus (caps. 1–2)
- O Antigo Testamento é a preparação indispensável para compreender Cristo e a plenitude do evangelhoEBD - Introdução ao Antigo Testamento
- 1. Por que precisamos do Antigo Testamento
- Sem o AT, palavras como Messias, sacrifício, aliança, sacerdócio e pecado perdem seu significado. O NT pressupõe o AT; há cerca de 600 alusões e 300 citações diretas. Paulo em Romanos 15.4 e 2 Timóteo 3.16-17 afirma que toda Escritura é útil e necessária.
- 2. Estrutura do Antigo Testamento
- 39 livros divididos em: 17 livros históricos (Gênesis a Neemias), 5 livros sapienciais (Jó a Cantares) e 17 livros proféticos (Isaías a Malaquias). Os profetas maiores e menores se distinguem apenas pelo volume de escrita, não por importância.
- 3. Panorama histórico em oito atos
- Criação → Queda → Promessa a Abraão → Êxodo → Conquista da terra prometida → Monarquia (Saul, Davi, Salomão) → Divisão do reino e Exílio → Retorno do exílio. Cada ato revela Deus e demonstra a incapacidade do homem.
- 4. Santidade de Deus e pecado do homem
- Levítico 19.2 e Isaías 6.1-5 revelam a terrível santidade de Deus. O ciclo de Juízes (pecado → opressão → libertação) repetido 12 a 15 vezes demonstra a profundidade do pecado humano. Nenhum rei, nenhum retorno do exílio muda o coração.
- 5. A promessa progressiva de Deus
- Proto-evangelho em Gênesis 3, bênção universal em Gênesis 12, rei eterno prometido a Davi. Cada figura tipológica aponta para alguém maior. A promessa é mantida com fidelidade ao longo de milênios até seu cumprimento em Cristo.
- 6. Cristo como chave hermenêutica do AT
- Lucas 24.44-47: Jesus mesmo afirma que a Lei, os Profetas e os Salmos falam d'Ele. O objetivo do estudo do AT é compreender a pessoa e a obra de Cristo em toda a sua profundidade.
- 1. Por que precisamos do Antigo Testamento
- Examine-se antes de comer o pão e beber o cálice do SenhorExamine-se - 1 Coríntios 11: 26-32 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A Ceia como proclamação (v. 26)
- Cada celebração da Ceia anuncia a morte de Cristo — é um ato kerigmático, não meramente memorial ou social.
- 2. O perigo de participar indignamente (v. 27)
- Comer e beber sem reverência e discernimento torna o participante culpado diante do corpo e sangue do Senhor — pecado de extrema gravidade.
- 3. O chamado ao autoexame (v. 28)
- Antes de comer, o crente deve examinar a si mesmo: seus pecados, sua fé, sua relação com os irmãos. Não se trata de perfeição, mas de honestidade diante de Deus.
- 4. O juízo de comer sem discernimento (v. 29)
- Não discernir o corpo — nem o sacrifício de Cristo nem a unidade da igreja — resulta em comer e beber juízo para si.
- 5. Disciplina como graça (vv. 30-32)
- As enfermidades e mortes entre os coríntios eram disciplina paterna do Senhor. Quem se julga a si mesmo escapa do juízo; quem não se julga é disciplinado para não ser condenado com o mundo.
- 1. A Ceia como proclamação (v. 26)
- O verdadeiro cristão não é alguém que se arrependeu uma vez, mas alguém que se arrepende continuamente diante de Deus.EBD - Santificação: Crescendo em arrependimento
- 1. Recapitulação: compreensão e afeição
- O arrependimento começa com uma compreensão adequada da odiosidade do pecado e da dignidade de Deus (Provérbios 8:13), que gera uma afeição renovada — odiar o que Deus odeia e amar o que Deus ama (Salmo 1:2).
- 2. Confissão
- Confessar é dizer sobre o pecado o que Deus diz, sem desculpas ou atenuantes (1 João 1:8-9). O exemplo de Acã (Josué 7:19) mostra que confessar dá glória a Deus. Encobrir o pecado impede prosperidade espiritual; confessar e deixar o pecado alcança misericórdia (Provérbios 28:13).
- 3. Escolha e esforço
- O salvo obedece de coração, não por coação (Romanos 6:17). Há uma escolha deliberada de servir ao Senhor (Josué 24:15) e um esforço vigoroso e perseverante contra o pecado, evidenciado pela tristeza segundo Deus (2 Coríntios 7:10-11).
- 4. Frutos, substituição e reparação (introdução)
- O arrependido não apenas abandona o pecado, mas se volta ativamente para uma vida de santidade e serviço, substituindo a prática pecaminosa por obediência concreta (1 Tessalonicenses 1:9-10).
- 1. Recapitulação: compreensão e afeição
- A vida cristã é uma jornada de crescimento sustentada por Cristo: pecados perdoados, conhecimento do Pai e vitória sobre o maligno pela Palavra de Deus.A Verdade sobre a Vida Cristã - 1 João 2: 12-14 - Pr. Renato Oliveira
- 1. A verdade sobre os filhinhos
- Os filhinhos na fé têm seus pecados perdoados por causa do nome de Cristo e conhecem o Pai; por isso, não devem viver desanimados por comparação com irmãos mais maduros.
- 2. A verdade sobre os pais
- Os pais na fé conhecem aquele que existe desde o princípio; sua maturidade deve produzir humildade, ensino paciente e cuidado proporcional aos mais novos na fé.
- 3. A verdade sobre os jovens
- Os jovens na fé estão em desenvolvimento, oscilando entre erros e acertos, mas vencem o maligno porque a Palavra de Deus permanece neles.
- 4. A verdade sobre Cristo
- O foco final não está nos estágios da vida cristã, mas na obra de Cristo, que perdoa, fortalece, sustenta e dá esperança a todos os crentes.
- 1. A verdade sobre os filhinhos
- A espera pela volta de Cristo transforma a maneira como vivemos hoje: com santidade, piedade e esperança nos novos céus e nova terra.Grupo de mulheres - Uma espera transformadora
- 1. O Dia do Senhor é certo
- Pedro afirma que o dia virá; não é possibilidade remota, mas promessa segura de Deus.
- 2. O Dia do Senhor será inesperado
- A imagem do ladrão mostra que a volta de Cristo acontecerá sem aviso prévio, em tempo desconhecido.
- 3. O Dia do Senhor será universal e revelador
- Céus, terra, elementos e obras humanas serão atingidos; nada ficará oculto diante de Deus.
- 4. O fogo de Deus julga e purifica
- A criação será transformada, o pecado julgado e Deus preparará um cenário novo.
- 5. A espera correta produz santidade e piedade
- A certeza da volta de Cristo chama o cristão a viver separado do pecado, reverente e alinhado à vontade de Deus.
- 6. A promessa dos novos céus e nova terra reorienta nossos afetos
- O cristão não se apega ao mundo presente como definitivo, mas vive com esperança na habitação eterna da justiça.
- 1. O Dia do Senhor é certo
- Todo cristão salvo por Cristo é enviado como testemunha para anunciar o evangelho que abre olhos, traz perdão e reúne pecadores ao povo santo de Deus.Culto de Domingo - Pr. Wilson Bento
- 1. O chamado de Paulo diante de Agripa
- Paulo narra sua conversão e a comissão recebida de Cristo para ser ministro e testemunha.
- 2. A condição espiritual do mundo
- O mundo está cego, em trevas, sob o poder de Satanás, condenado em pecados e sem fé em Jesus.
- 3. A impossibilidade humana e a ação soberana de Deus
- Nenhum homem pode abrir olhos espirituais ou perdoar pecados, mas Deus usa sua Palavra anunciada por instrumentos humanos.
- 4. O evangelho como luz da glória de Cristo
- À luz de 2 Coríntios 4, a pregação revela Cristo e ilumina corações cegados pelo deus deste século.
- 5. Os frutos da evangelização
- Conversão das trevas para a luz, libertação do poder de Satanás, perdão de pecados, santificação pela fé e comunhão entre os santos.
- 6. O chamado de toda a igreja
- Todo cristão, homem ou mulher, jovem ou idoso, é chamado a anunciar as grandezas de Deus.
- 7. Cristo como o maior tesouro
- A missão cristã flui de um coração que considera Cristo superior a tudo e se alegra em testemunhar dele.
- 1. O chamado de Paulo diante de Agripa
- A glória de Cristo veio pela cruz: como o grão de trigo que morre, ele deu sua vida para produzir muito fruto.Culto especial de Páscoa - João 12: 20-30
- 1. O desejo dos gregos de ver Jesus
- Durante a festa da Páscoa, alguns gregos procuram Felipe e dizem: 'Senhor, queremos ver Jesus'. Isso aponta para o alcance da obra de Cristo além de Israel.
- 2. A hora da glorificação chegou
- Jesus responde dizendo que chegou a hora de o Filho do Homem ser glorificado. Essa glória viria não apesar da cruz, mas por meio dela.
- 3. O grão de trigo precisa morrer
- Cristo compara sua morte a uma semente lançada na terra: ao morrer, ela produz muito fruto. Sua morte é o meio pelo qual muitos são salvos.
- 4. O discípulo deve seguir o caminho da cruz
- Quem ama sua vida acima de Cristo a perde; quem a entrega por amor a Cristo a preserva para a vida eterna.
- 5. A angústia obediente de Cristo
- Jesus reconhece a angústia de sua alma, mas não foge da hora para a qual veio. Ele se submete ao propósito do Pai e busca a glória do nome de Deus.
- 1. O desejo dos gregos de ver Jesus
- Temos advogado junto ao Pai: Jesus Cristo, o justo, que é a propiciação pelos nossos pecados.O advogado junto ao Pai - 1 João 2:1-6 - Pr. Renato Oliveira
- 1. Filhinhos, não pequeis
- João escreve aos crentes para que não vivam em pecado. O reconhecimento de que ainda pecamos não deve produzir descuido, mas vigilância e arrependimento.
- 2. Filhinhos, temos advogado junto ao Pai
- Quando o crente peca, seu consolo está em Cristo, o justo, que intercede junto ao Pai sem negar a gravidade da culpa.
- 3. Filhinhos, Jesus é a propiciação pelos nossos pecados
- Cristo cumpriu a lei em nosso lugar e recebeu a punição devida, satisfazendo a justiça de Deus e assegurando perdão real.
- 4. Filhinhos, guardem os mandamentos
- Conhecer a Deus se evidencia na obediência. A profissão de fé sem submissão aos mandamentos é falsa.
- 5. Filhinhos, andem como Cristo andou
- Permanecer em Cristo implica imitar sua vida: santidade, obediência, amor e fidelidade ao Pai.
- 1. Filhinhos, não pequeis
- Amar o próximo: o antigo mandamento elevado pelo sacrifício de Cristo.EBD - Sexto Mandamento - O amor ao próximo
- O Sexto Mandamento e o Amor ao Próximo
- Revisita o aspecto negativo ('não matarás') e introduz o positivo (o que fazer no lugar: amar o próximo). Todas as vidas importam, refletindo a imagem de Deus, e violá-las é um ataque ao Criador.
- O 'Novo' Mandamento em Discussão
- Jesus (João 13:34-35) e João (1 João 2:7-8) falam sobre o 'novo' e 'antigo, todavia novo' mandamento de amar ao próximo, levantando uma aparente contradição e a necessidade de interpretar a Escritura pela própria Escritura.
- A Resolução da Contradição: Antigo no Conteúdo, Novo no Padrão
- O mandamento é antigo em seu conteúdo (Levítico 19:18, resumo da Lei em amar a Deus e ao próximo), mas novo no padrão que Jesus estabelece: amar 'como eu vos amei'.
- O Novo Padrão de Amor: Sacrifício
- Não é mais amar 'como a si mesmo' (um padrão que parte do egoísmo humano), mas sim amar 'como Cristo amou', um amor sacrificial que dá a própria vida (João 15:12-13).
- O Amor ao Próximo como Evidência de Salvação
- O amor é fruto de uma nova vida. Odiar o irmão é mentira e evidência de estar em trevas; amar é estar na luz (1 João 4:20). É uma evidência da ação do Espírito Santo.
- Como Amar Como Jesus Amou (Exemplos Práticos)
- 1. Amor sacrificial: Doar tempo, recursos, conforto, paz (1 João 3:16-17). 2. Tomar a iniciativa: Não esperar pelo outro na reconciliação ou auxílio (1 João 4:10-11). 3. Amar os inimigos: Não revidar, entregar a vingança a Deus, vencer o mal com o bem (Mateus 5:43-44, Romanos 12:17-21).
- O Sexto Mandamento e o Amor ao Próximo
- Das profundezas, o povo de Deus clama ao Senhor, espera em sua Palavra e descansa na redenção abundante que há nele.O Deus que redime seu povo - Salmo 130 - Pr. Renato Oliveira
- 1. Das profundezas, Deus ouve o nosso clamor
- Nos versículos 1 e 2, o salmista clama ao Senhor de um lugar de aflição profunda, reconhecendo sua incapacidade de salvar a si mesmo e pedindo humildemente que Deus ouça sua súplica.
- 2. Deus não nos trata segundo os nossos pecados
- Nos versículos 3 e 4, o salmista confessa que ninguém subsistiria se Deus observasse iniquidades, mas proclama que com o Senhor está o perdão, para que ele seja temido com reverência.
- 3. A alma que anseia pelo Senhor
- No versículo 5, a alma do salmista aguarda o Senhor e espera em sua Palavra. O sermão mostra que pedir direção a Deus sem se submeter à sua Palavra é rebeldia, como ocorreu em Jeremias 42-43.
- 4. Israel deve esperar no Senhor, pois nele há redenção
- Nos versículos 6 a 8, a esperança se torna comunitária: o povo deve esperar no Senhor porque nele há misericórdia, redenção abundante e livramento de todas as iniquidades.
- 1. Das profundezas, Deus ouve o nosso clamor
- A misericórdia de Deus derruba a soberba espiritual: fomos salvos quando éramos desobedientes, e por isso não desprezamos aqueles que ainda não creem.Contra a prepotência espiritual - Romanos 11: 25-32 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. O mistério que não pode ser ignorado
- Paulo revela uma verdade antes oculta para impedir a presunção dos gentios: o endurecimento parcial de Israel e a entrada da plenitude dos gentios fazem parte do plano de Deus.
- 2. A esperança futura para Israel
- A queda dos judeus não é final. Deus não rejeitou definitivamente seu povo, e Paulo aponta para uma futura misericórdia, relacionada à plenitude dos gentios e à salvação de todo Israel.
- 3. O combate à soberba espiritual
- Os gentios não devem se gloriar contra os judeus, pois eles também eram desobedientes e só foram alcançados pela misericórdia de Deus.
- 4. Dois erros a evitar no trato com os judeus
- A igreja deve rejeitar tanto o espírito judaizante, que considera judeus incrédulos como povo de Deus fora de Cristo, quanto o antissemitismo, que despreza os judeus e nega sua dignidade e esperança.
- 5. A misericórdia como fundamento da vida cristã
- Deus salva pecadores desobedientes por graça. Essa verdade deve produzir humildade, compaixão, temor e zelo evangelístico.
- 1. O mistério que não pode ser ignorado
- A incredulidade temporária de Israel não frustra o plano soberano de Deus, mas paradoxalmente abre caminho para a salvação dos gentios e visa sua futura restauração, revelando a multiforme sabedoria divina.Cortados e Enxertados - Romanos 11: 11-24 - Pr. Guilherme Reggiani
- O Efeito da Incredulidade de Israel
- A transgressão de Israel resultou na salvação dos gentios e na provocação de ciúmes nos judeus, cumprindo um propósito soberano de Deus (vs. 11-12).
- A Analogia da Oliveira Cultivada e Brava
- Judeus incrédulos são comparados a ramos quebrados, enquanto gentios são ramos de oliveira brava enxertados na raiz santa de Israel, participando de suas bênçãos (vs. 16-21).
- A Bondade e a Severidade de Deus
- Deus demonstra severidade para com os que caíram em incredulidade e bondade para com aqueles que permanecem em Sua graça pela fé, sendo um alerta contra o orgulho (vs. 22).
- O Poder de Deus para Reenxertar Israel
- Apesar da quebra, Deus é poderoso para reenxertar os ramos naturais (Israel) se abandonarem a incredulidade, confirmando Seu plano futuro (vs. 23-24).
- O Efeito da Incredulidade de Israel
- A salvação está ao alcance de todos por meio da fé em Jesus Cristo, e essa fé vem pelo ouvir da pregação do evangelho.Zelo com entendimento - Romanos 10: 12-15 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A salvação está ao alcance de todos
- Não há distinção entre judeu e grego: todos são pecadores incapazes de salvar a si mesmos, e todos têm em Cristo a única esperança de salvação pela fé.
- 2. Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo
- Deus é rico em graça para todos os que o invocam. A promessa do evangelho é anunciada livremente a todos os pecadores.
- 3. A verdadeira invocação nasce da fé
- Invocar não é mera fala religiosa, mas clamor de fé, dependência e submissão ao Senhor Jesus.
- 4. A fé vem pelo ouvir da pregação
- Paulo apresenta a ordem: invocar, crer, ouvir, pregar e enviar. Deus usa a proclamação do evangelho como meio para salvar.
- Conclusão: a soberania de Deus fortalece a missão
- A eleição não paralisa a igreja; ela encoraja a pregação, pois Deus dá crescimento ao trabalho realizado em seu nome.
- 1. A salvação está ao alcance de todos
- A mesma rocha, Jesus Cristo, é pedra de tropeço para os que confiam em si mesmos e rocha de salvação para os que nEle se lançam pela fé.Pedra de escândalo e salvação - Romanos 9: 30-33 - Pr. Guilherme Regianni
- O Paradoxo da Justificação (v. 30-31)
- Gentios, que não buscavam a justificação, a alcançaram pela fé, enquanto Israel, que buscava a justiça pela lei, não a atingiu.
- A Causa do Tropeço de Israel (v. 32)
- Israel tropeçou porque buscou a justiça pelas obras e não pela fé, confiando em sua própria capacidade e méritos.
- Cristo: Pedra de Tropeço e Rocha de Salvação (v. 32-33)
- Jesus é a mesma rocha que causa naufrágio para os autossuficientes e segurança para os que nEle se lançam em humildade e fé.
- O Paradoxo da Justificação (v. 30-31)
- O jejum bíblico é uma prática espiritual essencial que expressa nosso amor a Deus, mortifica a carne, expõe o coração e nos prepara para buscá-Lo em oração, humilhação, arrependimento e consagração, ansiosos pelo retorno de Cristo.EBD - A prática do jejum
- Introdução: A Prática do Jejum e sua Importância na Piedade Cristã
- Definição de piedade cristã e como o jejum se encaixa nela como prática de santificação e devoção.
- O Jejum como Devoção e Mortificação da Carne
- A relação complicada com os alimentos; como o jejum expõe o coração e lida com a ansiedade e o pecado.
- Definição Bíblica de Jejum e seus Propósitos
- Abstenção voluntária de alimento e bebida para buscar a Deus em oração, humilhação, arrependimento ou consagração.
- Fundamentos Bíblicos do Jejum
- Análise de Mateus 6:16-18 ('Quando jejuardes' e a motivação secreta) e Mateus 9:14-15 (o jejum após a retirada do Noivo).
- Exemplos Bíblicos de Jejum e seus Objetivos
- Jejuns de humilhação (Esdras 8, Neemias 1), consagração (Atos 14), arrependimento (Joel 2).
- Jejuns Extraordinários (40 dias) vs. Jejuns Ordinários (curtos)
- A excepcionalidade dos jejuns de Moisés, Elias e Jesus; a normalidade dos jejuns mais curtos e com sabedoria.
- Perspectivas Teológicas sobre o Jejum
- Citações de Martinho Lutero, João Calvino e Matthew Henry sobre a finalidade e a importância do jejum na vida cristã.
- Introdução: A Prática do Jejum e sua Importância na Piedade Cristã
- Nem todos os de Israel são de fato israelitas: o verdadeiro povo de Deus é formado pelos filhos da promessa, chamados segundo o propósito eletivo de Deus.Povo eleito - Romanos 9: 6-13 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A objeção contra a fidelidade de Deus
- Se Deus prometeu guardar seu povo, como explicar que muitos judeus rejeitaram Cristo? Paulo responde defendendo que a palavra de Deus não falhou.
- 2. Nem todo Israel é o verdadeiro Israel
- Paulo distingue entre pertencimento externo ao povo da aliança e pertencimento real ao povo da promessa.
- 3. Isaque e Ismael mostram que a promessa não é segundo a carne
- Ismael era filho legítimo de Abraão, mas a descendência da promessa foi chamada em Isaque, mostrando que a promessa nunca foi automática para todos os descendentes físicos.
- 4. Jacó e Esaú mostram que a eleição não depende de obras
- Antes de nascerem ou praticarem bem ou mal, Deus estabeleceu seu propósito, para que a eleição permanecesse baseada naquele que chama.
- 5. A falsa segurança religiosa deve ser abandonada
- Assim como os judeus não deveriam confiar apenas em sua linhagem, ninguém deve confiar em tradição, aparência evangélica ou privilégios externos sem fé verdadeira em Cristo.
- 1. A objeção contra a fidelidade de Deus
- A santificação é uma luta constante e real na vida do cristão, um processo divino e ativo de despir o velho homem e revestir-se de Cristo, que exige andar no Espírito e não se deixar enganar por falsas teologias.EBD - A luta pela santificação
- I. A Piedade e a Santificação: Um Caminho Contínuo
- Santidade de Deus como referência; santificação como obra divina no crente; o caráter duplo de despir e revestir.
- II. Falsas Percepções de Santificação
- Crítica aos movimentos emocionais superficiais; correção de equívocos sobre a passividade na santificação dentro da teologia reformada.
- III. A Realidade da Luta Cristã contra o Pecado
- A frustração do pecado persistente (Romanos 7:21); o perigo da busca por santidade externa (Gálatas 3:1-3); a fé que justifica é a mesma que santifica.
- IV. A Lei do Pecado e a Carne contra o Espírito
- Romanos 7:21-23: a força interna do pecado; Gálatas 5:17: a guerra entre carne e Espírito; esta luta é uma marca do verdadeiro crente.
- V. O Poder Agressivo do Pecado no Crente
- O pecado faz guerra contra a alma (2 Pedro 2:11); ele provoca e instiga usando mandamentos e teologia (Romanos 7:8); ele engana e endurece o coração (Hebreus 3:13); ele aprisiona (Romanos 7:23).
- VI. O Caminho Bíblico para a Santificação: Andar no Espírito
- A instrução de Paulo em Gálatas 5:16 como a resposta para a vitória na luta contra a carne.
- I. A Piedade e a Santificação: Um Caminho Contínuo
- A santificação é uma obra soberana e garantida de Deus Pai, realizada através da obra redentora de Jesus Cristo e vivida pela fé contínua em união com Ele.EBD - Crescendo em piedade - O autor da santificação
- I. A Santificação como Obra de Deus Pai
- Promessa e Predestinação na Nova Aliança (Jeremias 31:31-34; Romanos 8:29)
- II. A Santificação como Obra de Deus Filho
- Fruto da Obra de Cristo e União com Ele (Romanos 7:4; 1 Coríntios 1:30)
- III. A Santificação Vivida pela Fé Contínua
- Permanecer em Cristo para Frutificar (João 15:1-5; Colossenses 2:6-7)
- I. A Santificação como Obra de Deus Pai
- João Batista veio no espírito e poder de Elias para preparar um povo arrependido para o Senhor.No espírito e poder de Elias - Lucas 1: 5 - 17 - Pr. Renato Oliveira
- 1. O nascimento de João foi anunciado como cumprimento das promessas de Deus
- Zacarias e Isabel eram idosos e sem filhos, mas Deus anunciou que João nasceria para preparar um povo para o Senhor.
- 2. João veio no espírito e poder de Elias
- As profecias de Isaías e Malaquias apontavam para um mensageiro que prepararia o caminho do Senhor; Jesus confirmou que João era esse Elias que havia de vir.
- 3. João pregou arrependimento em um ambiente hostil
- Assim como Elias enfrentou idolatria e autoridades ímpias, João confrontou a religiosidade sem arrependimento e o pecado de Herodes.
- 4. Medo e dúvida devem conduzir o crente a Cristo
- Elias clamou ao Senhor em seu abatimento, e João enviou mensageiros a Jesus quando teve dúvidas na prisão.
- 5. A fé verdadeira produz frutos práticos
- João instruiu multidões, publicanos e soldados a viverem com generosidade, honestidade, justiça e contentamento.
- 1. O nascimento de João foi anunciado como cumprimento das promessas de Deus
- A alegria cristã nasce da esperança viva em Cristo e sustenta a vigilância contra as tentações do mundo, da carne e do diabo.Grupo de Estudo de Mulheres - Tentaçoes e Contentamento
- 1. A esperança viva em Cristo
- Deus, por sua misericórdia, regenerou seu povo para uma herança eterna mediante a ressurreição de Jesus Cristo.
- 2. A alegria que não depende das circunstâncias
- A alegria cristã é indizível e gloriosa porque está fundamentada em Cristo, não em conforto, bens, casamento, filhos ou estabilidade exterior.
- 3. Provações como instrumento de Deus
- As dificuldades entristecem, mas Deus as usa para provar, fortalecer e confirmar a fé.
- 4. A vida cristã como batalha espiritual
- A mensagem alerta contra a ilusão de viver distraidamente, como se não houvesse guerra espiritual diária.
- 5. O mundo como inimigo
- Segundo 1 João 2.15-17, o mundo oferece cobiça da carne, cobiça dos olhos e soberba da vida, mas tudo isso passa.
- 6. A carne como inimigo interno
- Gálatas 5 mostra que a carne luta contra o Espírito; por isso a cristã deve andar no Espírito e não alimentar desejos pecaminosos.
- 1. A esperança viva em Cristo
- Evangelizar e fazer missões é levar fielmente a Palavra de Deus para que pecadores sejam chamados ao arrependimento e Cristo seja adorado onde ainda não é adorado.EBD - Crescendo em piedade - Evangelismo e Missões
- 1. A base comum de evangelismo e missões
- Evangelismo e missões são distintos, mas ambos partem da verdade de que Deus é missionário e promete redenção ao homem caído.
- 2. O pecado destruiu a adoração devida a Deus
- A queda de Adão e Eva afetou toda a humanidade, colocando o homem debaixo do pecado e afastando-o do propósito para o qual foi criado: adorar ao Senhor.
- 3. O evangelho é o instrumento de Deus
- A Palavra de Deus não volta vazia; o evangelho é o poder de Deus para salvação e cumpre o propósito determinado pelo Senhor.
- 4. Por que evangelizar
- Evangelizamos porque Deus usa a pregação para cumprir seu plano, porque amar o próximo inclui apresentar Cristo, e porque obedecemos à ordem do Senhor.
- 5. Quem deve evangelizar e quem deve ouvir
- Todo cristão salvo deve proclamar o evangelho; descrentes precisam ser chamados à fé e ao arrependimento, e crentes precisam ser continuamente exortados à santificação.
- 6. Como evangelizar
- O evangelismo deve ser fiel às Escrituras, dependente do Espírito Santo, marcado por amor, mansidão e clareza sobre pecado, arrependimento e Cristo.
- 7. A missão da igreja entre as nações
- Missões envolve toda a igreja para proclamar Cristo onde ele ainda não é adorado, por meio de envio, oração, sustento e participação.
- 1. A base comum de evangelismo e missões
- O cristão é plenamente justificado em Cristo, mas ainda luta contra o pecado que habita na carne, clamando por libertação e descansando em Jesus Cristo, nosso Senhor.As Contradições da Vida Cristã - Romanos 7:14-25 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A lei é espiritual, o problema está em nós
- Paulo reafirma que a lei de Deus é boa, santa e divina. O pecado não nasce da lei, mas do coração e da carne ainda marcados pela Queda.
- 2. Paulo fala da experiência presente do cristão
- O sermão destaca a mudança do tempo verbal: antes Paulo falava do passado; agora fala no presente, descrevendo a luta atual do crente regenerado.
- 3. O cristão vive uma dupla realidade
- Em Cristo, o crente está livre do domínio do pecado; porém, na prática, ainda enfrenta a presença e os ataques do pecado na carne.
- 4. A luta contra o pecado é marcada por lamento, não por indiferença
- Paulo não justifica seu pecado; ele sofre por ele. Esse lamento revela uma alma regenerada que tem prazer na lei de Deus.
- 5. A esperança está em Jesus Cristo
- O clamor de Paulo encontra resposta em Cristo, o Senhor que livra o seu povo e sustenta a santificação até a redenção final.
- 1. A lei é espiritual, o problema está em nós
- Batismo e Ceia do Senhor são ordenanças de Cristo, sinais e selos visíveis da promessa do evangelho, dados por Deus para fortalecer a fé e promover piedade no seu povo.EBD - Crescendo em piedade - Os sacramentos: Batismo e Ceia do Senhor
- 1. A importância dos sacramentos para crescer em piedade
- Batismo e Ceia são apresentados como ferramentas essenciais dadas por Deus para vivificar, fortalecer e edificar a fé dos santos.
- 2. O cuidado com termos teológicos antigos
- A aula mostra que a ausência da palavra “sacramento” na Bíblia não invalida o ensino, assim como ocorre com termos como “Trindade”, desde que a doutrina seja bíblica.
- 3. O significado de sacramento
- Sacramento é explicado como sinal externo de uma realidade divina, um sinal e selo visível da aliança em Cristo, instituído por Deus.
- 4. Batismo e Ceia como sinais, selos, ordenanças e meios de graça
- Eles apontam para a promessa do evangelho, foram ordenados por Cristo e são usados por Deus para fortalecer a fé do seu povo.
- 5. O exemplo bíblico de sinal e selo em Romanos 4
- A circuncisão dada a Abraão é apresentada como sinal e selo da justiça da fé, mostrando que Deus usa sinais visíveis para confirmar promessas espirituais.
- 6. O batismo bíblico
- O batismo é uma ordenança de Cristo para discípulos, por imersão em água, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, como profissão séria de fé em Cristo.
- 1. A importância dos sacramentos para crescer em piedade
- A lei de Deus é santa, justa e boa: ela revela o pecado, expõe o coração e mostra nossa morte, conduzindo-nos a Cristo.O propósito da Lei de Deus - Romanos 7:7-13 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A lei revela o pecado
- Paulo afirma que não teria conhecido a cobiça se a lei não dissesse: “Não cobiçarás”. A lei não produz o pecado; ela o diagnostica.
- 2. A lei revela a natureza do coração
- O pecado se aproveita do mandamento e desperta concupiscência. Isso mostra que o problema não é apenas o ato pecaminoso, mas o coração caído que deseja o que Deus proíbe.
- 3. A lei revela a morte
- Ao chegar o preceito, o pecado reviveu e Paulo percebeu sua morte. A lei mostra que a aparente vida do pecador é, na verdade, morte espiritual diante de Deus.
- 4. A lei conduz a Cristo
- Como aio ou tutor, a lei leva o pecador a reconhecer sua necessidade do Salvador. Ela não é inimiga da graça, mas serve ao propósito de apontar para Cristo.
- 5. A lei é santa, justa e boa
- O problema não está na lei, mas no pecado. A lei expressa a santidade e a justiça de Deus, enquanto revela a malignidade do pecado.
- 1. A lei revela o pecado
- O pecado promete liberdade e prazer, mas seu fruto é vergonha e morte; em Cristo, libertos do pecado e feitos servos de Deus, colhemos fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.Fruto para a santificação - Romanos 6:20-23 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A antiga escravidão ao pecado
- Quando vivíamos debaixo do pecado, não nos importávamos com a justiça de Deus. Parecíamos livres, mas estávamos presos ao domínio do pecado.
- 2. O fruto vergonhoso do pecado
- Paulo pergunta que resultado aquela vida produziu. A resposta é vergonha, destruição e morte, mesmo quando o pecado parece oferecer prazer momentâneo.
- 3. A nova servidão a Deus
- Em Cristo, fomos libertados do pecado e transformados em servos de Deus. Essa nova condição produz fruto para a santificação.
- 4. O destino final de cada caminho
- O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.
- 1. A antiga escravidão ao pecado
- Estar debaixo da graça não nos libera para o pecado; a graça nos liberta do pecado para servirmos, de coração, à justiça.Romanos 6:15-19 - Debaixo da Graça - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A pergunta que a graça levanta
- Paulo responde à falsa conclusão de que estar debaixo da graça permitiria pecar livremente.
- 2. A resposta apostólica: de modo nenhum
- A graça não elimina a lei moral de Deus nem autoriza a desobediência.
- 3. A quem servimos revela a quem pertencemos
- O serviço voluntário ao pecado ou à obediência evidencia o reino ao qual pertencemos.
- 4. Não há neutralidade espiritual
- Só existem dois caminhos: pecado para a morte ou obediência para a justiça.
- 5. A graça transforma o coração
- Deus muda a vontade do pecador, fazendo-o obedecer de coração.
- 6. Entregues ao molde da doutrina
- O cristão não adapta a doutrina a si mesmo; ele é moldado pelo padrão da Palavra de Deus.
- 7. Oferecer os membros à justiça
- A santificação exige entrega prática do corpo, hábitos, desejos e comportamentos ao serviço da justiça.
- 1. A pergunta que a graça levanta
- Pela graça de Deus, por meio da fé em Cristo Jesus, pecadores miseráveis são salvos e confessam publicamente seu único e suficiente Salvador.Batismo 22/02/2025
- I. Abertura e a Pergunta do Catecismo de Heidelberg
- Reflexão sobre a pertença a Jesus Cristo como único fundamento na vida e na morte.
- II. Profissão Pública de Fé e Batismo
- Apresentação individual dos irmãos que confessam Jesus como Salvador e Senhor.
- III. Testemunhos de Vida e Conversão
- Histórias pessoais de reconhecimento do pecado, abandono do legalismo e encontro com a graça de Deus em Cristo.
- IV. Compromisso de Vida Cristã
- Resposta afirmativa à vida de obediência aos mandamentos de Cristo até Sua volta.
- V. A Certeza da Salvação pela Graça
- Reafirmação teológica da salvação não por obras, mas mediante a fé, como expresso em Efésios 2:8-10.
- I. Abertura e a Pergunta do Catecismo de Heidelberg
- A fé que justifica olha para além das circunstâncias e descansa no Deus poderoso para cumprir o que prometeu em Cristo.A fé de Abraaão - Romanos 4: 18-25 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Abraão creu apesar das circunstâncias
- Ele esperou contra a esperança, confiando na promessa de Deus mesmo quando sua idade, a esterilidade de Sara e os prognósticos humanos diziam o contrário.
- 2. Abraão viveu com base na Palavra de Deus
- A promessa divina foi suficiente para sustentar sua confiança, ainda que o mundo pudesse considerar sua fé loucura.
- 3. Abraão foi fortalecido na fé
- Sua fé não permaneceu apenas como experiência inicial; ela precisou ser fortalecida ao longo dos anos de espera.
- 4. Abraão olhou para Deus, não para sua incapacidade
- Ele reconhecia sua condição, mas descansava no poder e na fidelidade daquele que prometeu.
- 5. A fé de Abraão aponta para a fé cristã em Cristo
- A justiça também é imputada aos que creem em Deus, que ressuscitou Jesus, entregue por nossas transgressões e ressuscitado para nossa justificação.
- 1. Abraão creu apesar das circunstâncias
- Os verdadeiros filhos de Abraão são aqueles que creem na promessa de Deus em Cristo, sendo justificados pela fé e não pelas obras da lei.Pai Abraão tem muitos filhos...voce é um deles? - Romanos 4.17-19 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A pergunta sobre quem recebe a bem-aventurança
- Paulo pergunta se o perdão dos pecados e a justificação pertencem apenas aos circuncisos ou também aos incircuncisos.
- 2. Abraão foi justificado antes da circuncisão
- A ordem bíblica mostra que Abraão creu e foi declarado justo antes de receber o sinal da circuncisão; logo, a justificação veio pela fé.
- 3. A circuncisão foi sinal, não causa da justiça
- A obediência de Abraão manifestou sua fé, mas não foi a base de sua aceitação diante de Deus.
- 4. Os verdadeiros filhos de Abraão são os que creem
- A descendência espiritual de Abraão inclui todos os que compartilham sua fé, sejam judeus ou gentios.
- 5. Duas religiões: obras ou promessa
- Ismael ilustra a tentativa humana de cumprir a promessa por esforço; Isaque ilustra a graça de Deus que cumpre o que prometeu.
- 6. A promessa se cumpre em Cristo
- Cristo é o descendente de Abraão por meio de quem recebemos perdão, adoção à família de Deus e esperança da Canaã celestial.
- 1. A pergunta sobre quem recebe a bem-aventurança
- Não desperdice a sua ira: quando ela surge, trate-a biblicamente antes que ela se torne pecado, ressentimento e ocasião para o diabo.Não desperdice a sua ira! - Efésios 4.26-27 - Pr. Renato Oliveira
- 1. Quando ficarem irados, não pequem
- A ira não é tratada como mero sentimento, mas como atitude ativa diante de um mal percebido. O cristão deve discernir se sua reação é santa ou pecaminosa.
- 2. Como identificar a ira justa
- A ira justa reage contra pecado real, visa o reino de Deus e se expressa de modo bíblico. A ira pecaminosa nasce de frustração, egoísmo, desejo de controle e defesa do próprio reino.
- 3. Não deixe o sol se pôr sobre a ira
- A ira deve ser resolvida rapidamente. O cristão deve cobrir pecados com amor ou confrontar o pecado em amor, sem guardar ressentimento.
- 4. A ira não tratada dá lugar ao diabo
- A ira pecaminosa destrói relações familiares, divide a igreja e alimenta tentações de vingança, abandono e orgulho.
- 5. A aplicação começa no lar e no coração
- Pais, filhos, maridos e esposas precisam abandonar o desejo de serem servidos como reis e rainhas e aprender a servir em humildade.
- 1. Quando ficarem irados, não pequem
- Não comece mais um ano com velhos pecados sobre a mesa; vá à cruz, acolha a Palavra com mansidão e pratique o que Deus revela.Não desperdice o Ano Novo - Tiago 1.21-25 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Faça uma limpeza espiritual
- Tiago chama os crentes a se despojarem de toda impureza e acúmulo de maldade. Antes de novos planos, é preciso arrependimento real e confissão dos pecados diante de Cristo.
- 2. Seja pronto para ouvir e tardio para falar
- Um pecado comum destacado no texto é a pressa em falar e se irar. A maturidade cristã exige escuta, domínio da língua e coração controlado pela Palavra.
- 3. Reconheça que a ira humana não produz a justiça de Deus
- Mesmo quando a ira parece ter motivo justo, ela não é o instrumento pelo qual Deus estabelece sua justiça em nós.
- 4. Acolha a Palavra com mansidão
- Não basta estar presente no culto ou ouvir sermões. É preciso receber a Palavra com humildade, fome espiritual e disposição de ser corrigido.
- 5. Busque a bem-aventurança pela obediência
- O texto aponta para uma vida próspera espiritualmente: não sem problemas, mas marcada por crescimento, prática da Palavra e avanço em santificação.
- 1. Faça uma limpeza espiritual
- Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça: a justificação é somente pela graça, somente mediante a fé, e não pelas obras.A fé de Abraão - Romanos 4: 1-8 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Paulo apresenta Abraão como prova bíblica da justificação pela fé
- Abraão era o grande pai dos judeus segundo a carne. Se ele foi justificado pela fé e não por obras, nenhum judeu poderia reivindicar aceitação diante de Deus por mérito próprio.
- 2. Gênesis 15 mostra a fé de Abraão na promessa impossível aos olhos humanos
- Abraão não tinha filho, Sara era estéril, e a esperança humana parecia encerrada. Ainda assim, Deus prometeu uma descendência incontável, e Abraão creu no Senhor.
- 3. A justiça foi imputada, não conquistada
- Paulo enfatiza que Abraão não recebeu justiça como salário por trabalho realizado, mas como graça recebida pela fé.
- 4. Davi confirma a mesma doutrina
- Davi declara bem-aventurado aquele cujos pecados são perdoados, cobertos e não imputados, mostrando que o perdão é dom gracioso de Deus.
- 5. Cristo é o cumprimento da promessa e o fundamento da justiça do crente
- A fé olha para Cristo crucificado. Nele, os pecados são cobertos e a justiça é imputada ao pecador que crê.
- 6. As obras não justificam, mas acompanham a fé verdadeira
- O sermão introduz Tiago 2 para mostrar que a fé verdadeira se evidencia por obras, sem que as obras se tornem a base da justificação.
- 1. Paulo apresenta Abraão como prova bíblica da justificação pela fé
- A luz do Natal é Cristo: o Deus feito homem que dissipa nossas trevas e dá vista aos cegos espirituais.Cantata de Natal - Redentor e Rei
- 1. O escândalo da encarnação
- O Deus soberano, criador dos céus e da terra, se fez homem, habitou entre nós e caminhou em humilhação até a cruz.
- 2. A promessa da luz em meio às trevas
- Isaías descreve um povo em trevas externas e internas, mas anuncia que uma grande luz resplandeceria sobre os que viviam na sombra da morte.
- 3. O menino prometido é o próprio Deus
- O filho dado recebe títulos divinos: maravilhoso conselheiro, Deus forte, pai da eternidade e príncipe da paz.
- 4. A rejeição humana da luz
- João 3.19 mostra que, embora a luz tenha vindo ao mundo, os homens amaram mais as trevas porque suas obras eram más.
- 5. Cristo cura a cegueira espiritual
- Jesus cumpre Isaías ao proclamar libertação, restaurar a vista aos cegos e chamar pecadores a reconhecerem sua necessidade.
- 6. A resposta correta ao evangelho
- Receber Cristo exige aceitar a ofensa da graça: admitir a própria cegueira, pecado e incapacidade, e confiar somente nele.
- 1. O escândalo da encarnação
- Jesus é o Emanuel prometido, concebido pelo Espírito Santo, o Salvador que veio para salvar o seu povo dos seus pecados.Advento do Salvador - Mateus 1: 18-25 - Pr. Elmer Pires
- 1. A situação de José e Maria
- Maria estava desposada com José e achou-se grávida antes de viverem como marido e mulher; isso criava uma crise real dentro do contexto judaico.
- 2. A justiça e a ponderação de José
- José, sendo justo, não quis infamar Maria e ponderou deixá-la secretamente, buscando agir sem vingança e sem exposição pública.
- 3. A revelação do anjo
- O anjo declara que o que foi gerado em Maria é do Espírito Santo, ordena que José receba Maria como esposa e anuncia o nome do menino: Jesus.
- 4. O significado do nome Jesus
- Ele receberia esse nome porque salvaria o seu povo dos seus pecados; o centro do nascimento é a obra salvadora de Cristo.
- 5. O cumprimento da promessa
- Mateus cita Isaías 7:14 para mostrar que o nascimento virginal aponta para o Emanuel, Deus conosco, e confirma a fidelidade de Deus às suas promessas.
- 6. A obediência de José
- José desperta, obedece à palavra recebida, recebe Maria e dá ao menino o nome de Jesus, conforme a ordem divina.
- 1. A situação de José e Maria
- Deus é justo e justificador daquele que tem fé em Jesus: Cristo tomou nossa condenação para nos dar sua justiça.Doce troca - Romanos 3:21-31 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. O diagnóstico: todos estão debaixo do pecado
- Paulo mostrou que judeus e gentios pecaram, estão culpados diante de Deus e não podem ser justificados pelas obras da lei.
- 2. A má notícia prepara o coração para a boa notícia
- Sem reconhecer a gravidade do pecado, da condenação e do juízo, o ser humano não entende sua necessidade urgente de Cristo.
- 3. A justiça de Deus se manifestou sem lei
- A salvação não depende da capacidade humana de obedecer perfeitamente, mas de uma justiça que vem de fora de nós, dada por Deus.
- 4. A salvação é recebida mediante a fé em Jesus Cristo
- Todos os que creem recebem essa justiça; não há distinção, pois todos pecaram e todos precisam do mesmo caminho de salvação.
- 5. Cristo foi dado como propiciação em seu sangue
- Na cruz, Jesus recebeu a ira de Deus pelos pecadores, cumprindo o sentido dos sacrifícios e manifestando a justiça divina.
- 6. Deus é justo e justificador
- Deus não deixa o pecado impune, mas justifica gratuitamente aquele que tem fé em Jesus, excluindo toda vanglória humana.
- 1. O diagnóstico: todos estão debaixo do pecado
- Jesus é o Messias prometido: suas obras e as Escrituras confirmam sua identidade, e a resposta correta é crer, não tropeçar nele.EBD - Reconhecendo o Messias desconhecido (Lucas 7:18-30)
- 1. A dúvida de João Batista
- João, estando preso e esperando a manifestação plena do Messias, envia mensageiros para perguntar se Jesus é aquele que haveria de vir.
- 2. A resposta de Jesus
- Jesus responde por meio de suas obras e do cumprimento das profecias: curas, libertações, ressurreição e pregação do evangelho aos pobres.
- 3. O testemunho de Jesus sobre João
- Cristo afirma que João é profeta e mais que profeta, o mensageiro que preparou o caminho do Senhor.
- 4. A superioridade do reino de Deus
- Mesmo sendo grande, João pertence ao tempo de transição; os menores no reino participam das bênçãos da nova aliança em Cristo.
- 5. A dupla resposta ao evangelho
- Publicanos e o povo reconhecem a justiça de Deus, enquanto fariseus e intérpretes da lei rejeitam o plano de Deus.
- 1. A dúvida de João Batista
- Persevere no Evangelho que recebeu: Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou, segundo as Escrituras.Perseverando no Evangelho - 1 Coríntios 15: 1-4 - Pr. Guilherme Reggiani