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Marcas De Uma Igreja Saudável

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  • O culto aceitável a Deus não é ditado pelas nossas preferências ou tradições humanas, mas é rigorosamente estabelecido por Sua própria vontade revelada nas Escrituras.
    • I. O Culto: Não Nosso, Mas para Deus
      • O culto não visa agradar nossas preferências, mas a Deus. É uma oferta a Ele.
    • II. O Propósito da Redenção é a Adoração
      • Desde Êxodo 3-10, Deus mostra que a redenção de Israel tinha como propósito que eles O servissem e O adorassem.
    • III. Como Deus Quer Ser Adorado: O Princípio Regulador do Culto
      • Deus prescreve a forma de Sua adoração (Êxodo 20-40). O que não é ordenado pela Escritura no culto é proibido.
    • IV. Exemplos de Adoração Inaceitável
      • Nadabe e Abiú, Saul, Uzá, o bezerro de ouro no Sinai, Coríntios, e a repreensão de Jesus aos hipócritas ilustram a seriedade de adorar fora das prescrições divinas.
    • V. O Culto Bíblico e Centrado na Palavra
      • A Palavra de Deus deve determinar tudo no culto (leituras, cânticos, orações, pregação), pois sem ela, Cristo não está no centro.
  • Uma igreja saudável ora porque sabe que depende de Deus, achega-se ao Pai por meio de Cristo e aprende a descansar na vontade do Senhor.
    • 1. O que é oração
      • Oração é comunicação com Deus, não pensamento positivo nem mera técnica religiosa.
    • 2. A oração como meio de graça
      • Por meio da oração, o crente cresce no relacionamento com Deus e é moldado à semelhança de Cristo.
    • 3. Uma igreja saudável precisa orar
      • Toda igreja saudável ora, ainda que nem toda igreja que ora seja necessariamente saudável.
    • 4. O padrão da oração cristã
      • Mateus 6.9-13 ensina a orar a Deus Pai, buscando sua glória, sua vontade, o sustento diário, o perdão e a proteção.
    • 5. O acesso a Deus por meio de Cristo
      • Hebreus 4.14-16 mostra que Cristo, o grande Sumo Sacerdote, nos permite chegar com confiança ao trono da graça.
    • 6. A prática contínua da oração
      • A igreja deve orar pelas necessidades, confessar pecados, lançar ansiedades sobre Deus, dar graças e orar sem cessar.
  • A Ceia do Senhor, instituída por Cristo com pão e vinho, exige nossa obediência fiel aos Seus mandamentos, resgatando a prática bíblica e o ensino correto sobre Seus elementos.
    • I. A Natureza da Ceia do Senhor
      • Ordenança de Cristo, significado do pão e do vinho, e a instrução para as crianças.
    • II. Instituição e Administração da Ceia
      • Mateus 26:26-28 como base e a perspectiva da Confissão de Fé Batista de 1689.
    • III. A Historicidade dos Elementos
      • A constância do pão e do vinho nas confissões reformadas.
    • IV. A Mudança do Vinho para Suco de Uva
      • Influência do movimento de temperança e a invenção do suco de uva não fermentado por Welch no século XIX.
    • V. A Perspectiva Bíblica sobre o Vinho
      • Advertências contra o abuso (embriaguez) e reconhecimento do vinho como bênção (uso moderado e sábio).
    • VI. Fidelidade à Instituição de Cristo
      • A importância de não alterar os elementos que Jesus escolheu para a Ceia.
  • A pobreza material é um sintoma do pecado espiritual, e sua verdadeira solução reside em lidar com a raiz do pecado e buscar a glória de Deus através do Evangelho.
    • A Pobreza é Real e Resultado do Pecado
      • Originou-se na desobediência de Adão e Eva (Gênesis 3:14-19), afetando relacionamentos, trabalho (tornando-o árduo) e introduzindo dificuldades na obtenção de sustento. É a 'configuração padrão' da existência caída.
    • A Tentação de Lidar com os Problemas do Pecado de Forma Pecaminosa
      • Há uma tendência humana e até eclesiástica de buscar erradicar a pobreza sem erradicar o pecado, negligenciando a natureza pecaminosa do coração humano. Isso inclui o ativismo social desvinculado do Evangelho ou a passividade.
    • A Pobreza é Essencialmente uma Questão Espiritual
      • Vai além do material, sendo um sinal da maldição decorrente do pecado. Soluções políticas ou meramente assistenciais tratam os ramos, não a raiz; o pecado é a 'pobreza' fundamental da qual todas as outras emanam.
    • A Solução Correta: Lidar com o Pecado Buscando a Glória de Deus
      • Soluções humanas (Torre de Babel, educação como redentor, filantropia egocêntrica) falham porque não glorificam a Deus e são motivadas pelo ego. A verdadeira esperança está em render glória a Deus e na pregação do Evangelho, que transforma a raiz do problema.
  • Os dons espirituais são capacidades dadas por Deus para o serviço e a edificação da igreja, não para vanglória pessoal.
    • 1. A necessidade de estudar biblicamente temas mal ensinados
      • O abuso doutrinário sobre dons não deve levar a igreja a abandonar o ensino bíblico sobre eles.
    • 2. Dons são uma marca de uma igreja saudável
      • Igrejas florescem quando seus membros servem com os dons recebidos; adoecem quando há terceirização e passividade.
    • 3. As listas de dons no Novo Testamento não são exaustivas
      • 1 Coríntios 12, Romanos 12 e 1 Pedro mostram diversidade de dons, mas o foco é a riqueza da capacitação de Deus para sua igreja.
    • 4. O propósito dos dons é servir ao povo de Deus
      • Dons não são para benefício próprio, vanglória ou entretenimento, mas para o que é útil e edificante.
    • 5. O Espírito Santo distribui dons como quer
      • O cristão deve confiar na soberania do Espírito e discernir seus dons no serviço, nas necessidades da igreja e na orientação pastoral.
    • 6. A igreja é um corpo com muitos membros
      • Cada membro tem limitações e dons próprios; a comunhão saudável envolve servir e ser servido.
  • A hospitalidade cristã é um mandato divino para todos os crentes, manifestando amor e serviço ao próximo e a Cristo, e cooperando com a verdade do Evangelho.
    • A Hospitalidade como Mandato Universal
      • Tito 1:8 revela a hospitalidade como característica essencial do presbítero, mas extensiva a todo crente, derrubando a ideia de ser um "dom" ou exclusividade.
    • O Exemplo de Gaio e o Contraste de Diótrefes
      • Gaio é louvado por sua prática fiel de acolher irmãos itinerantes (3 João 1-8), sendo cooperador da verdade, enquanto Diótrefes é censurado por sua falta de acolhimento e primazia (3 João 9-11).
    • O Significado Teológico da Hospitalidade
      • Mateus 25:31-46 ensina que servir aos "pequeninos irmãos" é servir ao próprio Cristo, conectando a hospitalidade a recompensas eternas e a um julgamento final.
    • A Hospitalidade na Prática: As Chaves da Casa
      • A hospitalidade significa que o Evangelho deve ter acesso a todos os nossos bens – tempo, casa, mesa – como um ato de serviço a Deus e aos irmãos, mostrando onde estão as nossas "cicatrizes" no serviço cristão.