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Trindade
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- Seitas e Heresias
- A fé cristã foi entregue uma vez por todas aos santos; por isso, toda pretensão de nova revelação salvadora deve ser julgada pela Escritura e pelo Cristo bíblico.Seitas e Heresias - Aula 10 - Mormonismo - André Mello
- 1. Propósito da série sobre seitas e heresias
- O objetivo não é atacar pessoas ou religiões, mas discernir doutrinas que se identificam como cristãs e, ao mesmo tempo, contradizem verdades essenciais das Escrituras.
- 2. Definição de seita e heresia
- Seitas costumam apresentar novas autoridades, revelações extra-bíblicas, exclusivismo e salvação por obras. Heresia é a negação de doutrina essencial da fé cristã.
- 3. Origem e estrutura do mormonismo
- A aula apresenta Joseph Smith, o Livro de Mórmon, a ideia de restauração da igreja, profetas e apóstolos atuais, além da grande estrutura missionária e institucional mórmon.
- 4. Fontes de autoridade do mormonismo
- São citadas quatro fontes: Bíblia, Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios e Pérola de Grande Valor. A crítica central é que tais fontes adicionais relativizam a suficiência bíblica.
- 5. Principais erros doutrinários apresentados
- Entre eles: a igreja teria desaparecido, há muitos deuses, Deus teria sido homem, Jesus seria criado, Satanás seria irmão de Jesus, a obra de Cristo não seria suficiente e a salvação dependeria de obras.
- 6. Resposta bíblica
- A Escritura afirma que a igreja de Cristo não será destruída, a fé foi entregue uma vez por todas, há um só Deus, Cristo é eterno Criador e somente ele é o caminho ao Pai.
- 1. Propósito da série sobre seitas e heresias
- O discernimento fiel das Escrituras e da doutrina cristã é vital para identificar seitas e heresias que desviam da verdade sobre Cristo, a salvação e a Trindade, protegendo a fé e glorificando a Deus.Seitas e Heresias - Aula 08 - Judaísmo - Renato Oliveira
- I. Introdução ao Estudo de Seitas e Heresias
- Propósito: Verificar a verdade de Cristo e glorificá-lo, não apenas apontar erros.
- II. Características Identificadoras de uma Seita
- Exclusivismo doutrinário e autoproclamação como únicos representantes de Jesus.
- II. Características Identificadoras de uma Seita
- Negação da inerrância bíblica ou uso de revelações extrabíblicas com igual peso (ex: 'Evangelho Segundo Fulano').
- II. Características Identificadoras de uma Seita
- Negação da divindade de Cristo (visto como homem, profeta ou espírito evoluído).
- II. Características Identificadoras de uma Seita
- Salvação por obras, não pela graça.
- II. Características Identificadoras de uma Seita
- Negação da doutrina da Trindade.
- III. Heresia vs. Erro Teológico
- Heresia nega doutrinas estabelecidas pela Igreja, fundamentadas nas Escrituras.
- III. Heresia vs. Erro Teológico
- A história da Igreja e confissões de fé servem como auxílio para interpretar textos e evitar erros.
- III. Heresia vs. Erro Teológico
- Erro teológico pode coexistir com a irmandade em Cristo (ex: Batista e Presbiteriano), mas um erro doutrinário não abandonado pode levar à heresia e formação de seitas.
- IV. Contexto Histórico: Judaísmo do Segundo Templo
- Retorno do exílio babilônico e reconstrução do Templo (Zerubbabel e Esdras).
- IV. Contexto Histórico: Judaísmo do Segundo Templo
- Período Intertestamentário: 400 anos de silêncio profético, mas com eventos históricos (Livros de Macabeus).
- IV. Contexto Histórico: Judaísmo do Segundo Templo
- Antíoco Epifânio: Perseguição, helenização forçada, profanação do Templo (sacrifício de porcos).
- IV. Contexto Histórico: Judaísmo do Segundo Templo
- Cumprimento da profecia de Daniel 11:31 ('abominação desoladora').
- IV. Contexto Histórico: Judaísmo do Segundo Templo
- Surgimento dos Fariseus: Inicialmente um movimento piedoso contra a idolatria, mas que se tornou hipócrita.
- V. Panorama das Vertentes do Judaísmo
- Ebionismo: Jesus como Messias mas não Deus (atinge o status por obediência à lei); Paulo como apóstata; salvação pela lei.
- V. Panorama das Vertentes do Judaísmo
- Kabbalah: Misticismo, esoterismo, numerologia; hebraico como língua oficial de Deus; crença em Adão Kadmon.
- V. Panorama das Vertentes do Judaísmo
- Judaísmo Ortodoxo: Mais rígido, guarda estrita da lei, aguarda o Terceiro Templo.
- V. Panorama das Vertentes do Judaísmo
- Judaísmo Reformista: Mais liberal, tentativa de conciliação cultural (Alemanha).
- V. Panorama das Vertentes do Judaísmo
- Judaísmo Conservador: Meio-termo, surgido nos EUA, alguns aceitam rabinas.
- V. Panorama das Vertentes do Judaísmo
- Não creem no Novo Testamento; alguns textos (ex: Isaías 53) são evitados.
- VI. Judaísmo Nazareno e Messiânico
- Afirmam crer em Jesus como Messias, mas a natureza dessa crença requer discernimento aprofundado.
- I. Introdução ao Estudo de Seitas e Heresias
- A fiel adesão à Sola Scriptura e às doutrinas essenciais da fé protege a Igreja contra os perigos das seitas e heresias que deturpam a verdade de Deus.Seitas e Heresias - Aula 07 - Testemunhas de Jeová - Victor Corradi
- I. Introdução: Compreendendo Seitas e Heresias
- Definição e características de uma seita (exclusivismo, negação bíblica, negação da divindade de Cristo, salvação por obras, negação da Trindade). Definição de heresia (doutrina rejeitada pela igreja, contrariando ensinos essenciais). Distinção entre heresia e erro teológico. A progressão do erro doutrinário para a seita e a importância da Sola Scriptura como defesa.
- II. O Surgimento das Testemunhas de Jeová
- Contexto do século XIX. Charles Taze Russell e os 'Estudantes da Bíblia' (1870). Joseph Rutherford assume a Sociedade Torre de Vigia (1917) e estabelece o nome 'Testemunhas de Jeová' (1931), consolidando desvios doutrinários.
- III. As Falsas Profecias e Seus Impactos
- Profecias de Russell (1914) e Rutherford (1925) sobre a volta de Cristo e ressurreição. As crises de fé e a desilusão geradas pelas falhas proféticas. A construção da mansão Bet-Sarim como evidência da crença de Rutherford.
- IV. Aspectos Doutrinários das Testemunhas de Jeová
- As três classes de crentes: 144.000 (literalmente interpretados de Apocalipse 7:4), 'outras ovelhas' e 'não-Testemunhas'. Negação da divindade de Cristo e da Trindade (unitarismo). Salvação por obras. Participação restrita na Ceia do Senhor. O 'policiamento mental' e a blindagem contra ideias externas.
- I. Introdução: Compreendendo Seitas e Heresias
- A fé cristã foi entregue uma vez por todas aos santos; por isso, toda pretensão de nova revelação salvadora deve ser julgada pela Escritura e pelo Cristo bíblico.Seitas e Heresias - Aula 10 - Mormonismo - André Mello
- Você é evangélico?
- O evangelho é de Deus, prometido nas Escrituras, centrado em Cristo e recebido pela fé para produzir graça, paz e obediência santa.Você é evangélico? - Romanos 1:1-7 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Paulo, servo de Cristo
- Antes de apresentar suas credenciais apostólicas, Paulo se identifica como servo de Jesus Cristo, mostrando submissão à autoridade daquele que o comissionou.
- 2. O evangelho é de Deus
- O evangelho não pertence à igreja, ao pregador ou à experiência pessoal; ele é definido por Deus e deve corrigir nossas opiniões quando elas entram em conflito com a Escritura.
- 3. O evangelho é o centro das Escrituras
- Aquilo que Paulo anuncia em Romanos já havia sido prometido por Deus no Antigo Testamento por meio dos profetas e das Sagradas Escrituras.
- 4. O evangelho é sobre Jesus Cristo
- Cristo é o Filho de Deus, descendente de Davi segundo a carne e declarado Filho de Deus com poder pela ressurreição dos mortos.
- 5. O evangelho produz fé obediente, santidade, graça e paz
- Os que pertencem a Cristo são chamados à obediência por fé, à santidade e à participação na missão entre os povos, vivendo da graça e paz que vêm de Deus.
- 1. Paulo, servo de Cristo
- O evangelho é de Deus, prometido nas Escrituras, centrado em Cristo e recebido pela fé para produzir graça, paz e obediência santa.Você é evangélico? - Romanos 1:1-7 - Pr. Guilherme Reggiani
- Aula 06
- A vida cristã floresce quando contemplamos a glória de Cristo, desfrutamos comunhão com o Deus Trino e mortificamos o pecado pela fé.Os Puritanos - Aula 06 - John Owen - Diogo Oliveira
- 1. A importância de John Owen na história da igreja
- Owen é apresentado como um dos maiores teólogos puritanos, admirado por nomes posteriores como J. I. Packer, Spurgeon, John Piper e outros, não por mera erudição, mas por sua profundidade bíblica e aplicação pastoral.
- 2. A certeza de fé recebida por meio de um pregador desconhecido
- Embora criado em contexto cristão, Owen lutava com temores espirituais. Deus usou a pregação de Mateus 8.26 para iluminar sua mente e firmá-lo na certeza de pertencer a Cristo.
- 3. A vida pública submetida às Escrituras
- Owen atuou em Oxford, no Parlamento e como conselheiro, mas buscava discernir política, guerra e governo à luz da glória de Cristo e da missão evangelística.
- 4. A glória de Cristo como centro da esperança cristã
- A partir de João 17.24, Owen ensinou que a felicidade futura do cristão é estar com Cristo e ver sua glória; por isso, devemos contemplá-la pela fé desde agora.
- 5. Comunhão com Deus Trino
- A comunhão consiste em Deus se comunicando ao seu povo e o povo respondendo conforme aquilo que Deus requer e aceita, fluindo da união com Cristo.
- 6. Mortificação do pecado e vida cristã prática
- O ensino de Owen não separa doutrina e piedade: conhecer a Deus conduz à santificação, ao combate contra o pecado e ao serviço humilde na igreja.
- 1. A importância de John Owen na história da igreja
- A vida cristã floresce quando contemplamos a glória de Cristo, desfrutamos comunhão com o Deus Trino e mortificamos o pecado pela fé.Os Puritanos - Aula 06 - John Owen - Diogo Oliveira
- Sermones sueltos
- O Segundo Mandamento exige a adoração pura e exclusiva ao Deus invisível e Trino, sem imagens ou invenções humanas.EBD - Crescendo em piedade: 2° Mandamento
- O Que é o Segundo Mandamento
- Proibição de fazer imagens para representar Deus (Êxodo 20:4), Sua invisibilidade e majestade.
- O Que é o Segundo Mandamento
- Proibição de adorar ou prestar culto a imagens ou criaturas (Êxodo 20:5a).
- O Que é o Segundo Mandamento
- A natureza de Deus como 'Deus zeloso' e as consequências geracionais de iniquidade e misericórdia (Êxodo 20:5b-6).
- Segundo Mandamento e as Representações do Deus Trino e a Antiga Aliança
- Rejeição de representações de Deus Pai e o uso simbólico de Cordeiro e Pomba para Jesus e Espírito Santo.
- Segundo Mandamento e as Representações do Deus Trino e a Antiga Aliança
- A distinção entre símbolos cristãos e idolatria, e a inadequação de comparações da Trindade.
- Segundo Mandamento e as Representações do Deus Trino e a Antiga Aliança
- O papel da Arca da Aliança como objeto didático e transitório, não de adoração.
- O Segundo Mandamento e os Dias de Hoje (Interpretação Reformada)
- Crítica à interpretação católica de 'adoração' vs. 'veneração' e a justificação de imagens.
- O Segundo Mandamento e os Dias de Hoje (Interpretação Reformada)
- Fundamentação do Novo Testamento contra a idolatria (Atos 17:29, 1 Coríntios 10:19-20).
- O Segundo Mandamento e os Dias de Hoje (Interpretação Reformada)
- A lógica bíblica contra ídolos mudos e sem vida (Habacuque 2:18-20) e a necessidade de adorar a Deus somente na forma prescrita em Sua Palavra.
- O Que é o Segundo Mandamento
- O Espírito Santo conduz o povo de Deus a contemplar Cristo, o Filho encarnado, obediente à lei e cumprimento das promessas de consolação.Ebd - Lucas 2 - Dimas Venancio
- 1. A família de Jesus cumpre a lei do Senhor
- Jesus é circuncidado ao oitavo dia, recebe seu nome e é apresentado no templo conforme a lei de Moisés.
- 2. Jesus é o verdadeiro Filho encarnado
- Sua circuncisão mostra que ele veio em carne, assumiu plenamente a natureza humana e entrou na história da aliança.
- 3. Jesus cumpre as promessas da aliança
- A circuncisão remete a Abraão, e a apresentação do primogênito remete ao Êxodo; em Cristo, Deus cumpre suas promessas de redenção.
- 4. Simeão aguarda a consolação de Israel
- Como homem justo e piedoso, Simeão esperava o cumprimento das promessas proféticas de consolo ao povo de Deus.
- 5. O Espírito Santo conduz Simeão a Cristo
- O Espírito revela, move e guia Simeão ao templo para contemplar o Cristo do Senhor.
- 6. A passagem aponta para a satisfação final em Cristo
- A alegria de Simeão ao tomar Jesus nos braços antecipa a satisfação plena dos santos ao verem Cristo glorificado face a face.
- 1. A família de Jesus cumpre a lei do Senhor
- A unidade da Igreja é um reflexo da Trindade e se manifesta na humildade, mansidão e paciência dos crentes, unidos pelo Espírito em Cristo.A união do Corpo de Cristo — Efésios 4:4-6 - Pr. Elmer Pires
- A Necessidade de Unidade
- A ilustração da equipe e a ênfase de Paulo em Efésios.
- O Andar Cristão que Pavimenta a Unidade (baseado em Efésios 4:17 e 5:15)
- Humildade: o oposto do orgulho, essencial para evitar disputas. Mansidão/Gentileza: temperada pelo amor cristão, domínio próprio. Paciência: espírito que nunca desiste, suporta o mal sem retaliar.
- O Fundamento da Unidade: A Trindade (Efésios 4:4-6)
- Os Sete 'Uns' de Paulo: um só corpo, um só Espírito, uma só esperança, um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai. O Corpo de Cristo: a igreja universal, não exclusivismo denominacional. A Esperança Cristã: distinta do mundo, focada na volta de Cristo. A Fé: dom de Deus e base da doutrina cristã. O Batismo do Espírito: união com Cristo e Sua igreja (1 Coríntios 12:13). Deus Pai: paternidade sobre os que creem em Cristo.
- A Relevância da Unidade para a Igreja Hoje
- Benefícios para nossos irmãos: superando partidarismo e duvidar das intenções. Desenvolvimento da igreja local: olhar para as necessidades do todo.
- A Necessidade de Unidade
- Deus nos regenerou, por sua grande misericórdia, para uma viva esperança guardada nos céus e sustentada em meio às provações.Uma Viva Esperança - 1 Pedro 1:1-12 - Semana 2 - Grupo de Estudo de Mulheres
- 1. Saudação aos eleitos, peregrinos e dispersos
- Pedro escreve como apóstolo de Jesus Cristo a cristãos espalhados, lembrando-lhes que pertencem a Deus e vivem como estrangeiros neste mundo.
- 2. A obra da Trindade na salvação
- O Pai elege, o Espírito santifica, e o Filho redime pelo seu sangue e chama os salvos à obediência.
- 3. Louvor pela regeneração e pela viva esperança
- Deus, por sua grande misericórdia, fez seus filhos nascerem de novo para uma esperança viva por meio da ressurreição de Cristo.
- 4. A herança celestial guardada por Deus
- A salvação prometida não perece, não se contamina e não perde seu valor; ela está guardada nos céus para os crentes.
- 5. Alegria apesar das provações
- As provações entristecem, mas também comprovam a fé genuína, que resultará em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.
- 6. A grandeza da salvação revelada
- Os profetas investigaram essa graça, o evangelho foi anunciado pelo Espírito Santo, e até os anjos anseiam observar essas coisas.
- 1. Saudação aos eleitos, peregrinos e dispersos
- Tenham comunhão uns com os outros, porque assim é o nosso Deus: unidade santa, amorosa e edificante.EBD - Comunhão
- 1. Comunhão como meio de graça
- Deus usa irmãos em Cristo para corrigir, orientar, chamar ao arrependimento e auxiliar na caminhada cristã.
- 2. O fundamento trinitário da comunhão
- A unidade entre Pai, Filho e Espírito Santo serve de modelo para a unidade da igreja.
- 3. A comunhão exige preservação da unidade
- Discórdias, dissensões e facções são obras da carne e devem ser tratadas com arrependimento e responsabilidade da igreja.
- 4. Comunhão não é isolamento nem afinidade seletiva
- O cristão deve conviver com irmãos diferentes de si, reconhecendo-os como família em Cristo.
- 5. Desculpas comuns precisam ser confrontadas
- Falta de tempo, timidez, impaciência, casa simples ou desconfiança não justificam negligenciar a comunhão.
- 6. Comunhão deve ser sábia e ordenada
- A convivência cristã não deve sufocar o próximo, anular a família, ignorar limites ou ser praticada sem atenção e cuidado.
- 7. Ouvir e praticar
- Mateus 7.24-27 mostra que a obediência prática à Palavra é como construir sobre a rocha.
- 1. Comunhão como meio de graça
- Nosso culto não é para ser consumido ou assistido, mas sim para ser prestado a Deus, buscando agradar a Ele em todas as coisas.Como prestar um culto agradável a Deus?
- O Culto: Não é para Consumo, mas para Prestação
- Distinguir entre a mentalidade de 'consumir/assistir' um culto e o chamado bíblico para 'prestar' um culto, oferecendo-o a Deus.
- O Destinatário do Nosso Culto
- Nosso culto é dirigido à Santíssima Trindade – Pai, Filho e Espírito Santo – e não para nossa própria satisfação ou entretenimento.
- O Critério do Culto Agradável
- A pergunta central não deve ser 'eu gostei do culto?', mas 'Deus gostou do meu culto?', buscando Sua aprovação em todas as coisas.
- Elementos de um Culto Consciente e Engajado
- Envolver a mente nos cânticos, orar em louvor, reverenciar a leitura da Palavra com aplicação, e ouvir atentamente o sermão, cultivando um espírito de adoração.
- A Inclusão de Todas as Idades na Adoração
- A participação das crianças no culto é parte da beleza do corpo de Cristo; a comunidade deve ser paciente e os pais devem instruí-las e usar os recursos disponíveis.
- Fundamentação Bíblica no Salmo 75
- O salmo nos ensina a render graças, invocar o nome de Deus e declarar Suas maravilhas, reconhecendo-O como o Juiz soberano que exalta os justos e abate os ímpios.
- A Exaltação Final do Nome de Cristo
- Em todas as partes do culto, o objetivo principal é que o nome de Jesus Cristo seja o mais exaltado entre nós.
- O Culto: Não é para Consumo, mas para Prestação
- Diante do Deus triúno, a razão se curva em temor, fé e adoração.AULA 03 TRINDADE
- 1. A Escritura como fundamento para conhecer Deus
- A criação revela Deus de modo geral, mas somente a revelação especial das Escrituras permite conhecer o Deus triúno.
- 2. A postura correta diante da doutrina da Trindade
- Êxodo 3 ensina que devemos nos aproximar de Deus com temor, reverência e humildade, como Moisés diante da sarça.
- 3. Definição bíblica da Trindade
- Há um só Deus verdadeiro; na unidade da divindade há três pessoas distintas, coeternas e coiguais: Pai, Filho e Espírito Santo.
- 4. Erros históricos e modernos sobre a Trindade
- Modalismo, arianismo, unicismo e Testemunhas de Jeová distorcem a distinção das pessoas ou negam a plena divindade do Filho e do Espírito.
- 5. O perigo das analogias humanas
- Comparações como família, ovo e água falham porque reduzem Deus à criação ou introduzem ideias contrárias à revelação bíblica.
- 6. A revelação progressiva da Trindade nas Escrituras
- Textos como Gênesis 1:26, Isaías 6:8, Mateus 3:16-17, Mateus 28:19, 2 Coríntios 13:13 e 1 Pedro 1:2 mostram a unidade e distinção das pessoas divinas.
- 1. A Escritura como fundamento para conhecer Deus
- Só conhecemos o Deus verdadeiro porque Ele se revelou a nós, especialmente nas Sagradas Escrituras, onde o Evangelho de Cristo é anunciado para salvação.EBD - Aula 2 - Conheça o Deus verdadeiro - Renato Oliveira
- 1. A necessidade de conhecer o Deus verdadeiro
- O professor inicia perguntando se realmente conhecemos o Deus da Bíblia, distinguindo o conhecimento bíblico de Deus de ideias baseadas em experiência pessoal, tradição ou opinião humana.
- 2. Deus só pode ser conhecido porque se revela
- O conhecimento de Deus não nasce da autonomia humana; ele depende da iniciativa divina. O texto de 1 João 4.19 é usado para mostrar que até nosso amor por Deus vem primeiro do amor de Deus por nós.
- 3. A revelação geral na criação
- Salmo 19.1 e Romanos 1.20 mostram que a criação proclama a glória de Deus e revela seu poder e divindade, tornando os homens indesculpáveis.
- 4. A distorção da revelação geral pelo pecado
- Romanos 1.21-25 mostra que o homem, em sua corrupção, não glorifica a Deus, mas troca a verdade pela mentira e adora a criatura em lugar do Criador.
- 5. A revelação geral na consciência
- Romanos 2.14-15 mostra que há uma lei moral gravada no coração humano, de modo que a consciência acusa ou defende os pensamentos e ações dos homens.
- 6. A revelação especial nas Escrituras e em Cristo
- Hebreus 1.1-4 e Romanos 1.16-17 mostram que Deus revelou o Evangelho nas Escrituras e falou definitivamente pelo Filho, por meio de quem há salvação.
- 7. A urgência da pregação do Evangelho
- Como a ignorância não salva e a revelação geral não comunica o Evangelho de Cristo, a igreja deve anunciar o Evangelho a toda criatura, conforme a ordem de Cristo em Mateus 28.19.
- 1. A necessidade de conhecer o Deus verdadeiro
- Deus criou a humanidade, homem e mulher, à sua imagem e semelhança, para refletir sua glória e viver sob sua Palavra.Grupo de Estudo Muheres - Criação da Mulher
- 1. Começar onde a Bíblia começa
- A criação é o fundamento para compreender os demais temas bíblicos e práticos da vida cristã.
- 2. Gênesis 1 e 2 são complementares
- Gênesis 1 apresenta a visão panorâmica da criação; Gênesis 2 aprofunda os detalhes da criação do homem e da mulher.
- 3. A humanidade é criada de modo especial
- Deus não apenas dá uma ordem à criação, mas age diretamente: “Façamos o homem à nossa imagem”.
- 4. Homem e mulher carregam a imagem de Deus
- A dignidade da mulher vem do próprio ato criador de Deus, não de padrões culturais ou ideológicos.
- 5. A criação fundamenta identidade e vocação
- Homem e mulher recebem de Deus a missão de frutificar, multiplicar, encher a terra, sujeitá-la e governá-la como mordomos.
- 6. A cultura caída nega a imagem de Deus
- A humanidade pecadora reinventa formas de rejeitar o Criador e redefinir a criatura, inclusive por meio de falsas ideias sobre identidade.
- 1. Começar onde a Bíblia começa
- A verdadeira sabedoria vem de Deus, aponta para Cristo e chama o homem a ouvir, crer e viver no caminho que conduz à vida.A sabedoria que vem de Deus - Provérbios 8: 22-31 - Pr. Elmer Pires
- 1. A sabedoria é apresentada como anterior à criação
- Provérbios 8:22-26 descreve a sabedoria antes da terra, dos abismos, das fontes, dos montes e das colinas, mostrando sua ligação com Deus e sua obra eterna.
- 2. A sabedoria aponta para Cristo, mas não deve ser confundida de modo simplista com Ele
- O sermão enfatiza a tipologia: a sabedoria é o tipo que aponta para Cristo, o antítipo maior, a sabedoria de Deus revelada plenamente no Novo Testamento.
- 3. Cristo é eterno, gerado e não criado
- Foram usados João 1, João 17, Colossenses 1 e Filipenses 2 para defender a plena divindade de Cristo contra leituras semelhantes ao arianismo.
- 4. A sabedoria esteve presente na criação e se alegrou nela
- Provérbios 8:27-31 mostra a sabedoria junto de Deus na criação, alegrando-se diante dele e com a humanidade, obra de Deus.
- 5. A verdadeira sabedoria deve ser buscada com diligência
- Provérbios 8:32-36 chama o povo a ouvir, guardar e amar a sabedoria, pois encontrá-la é encontrar vida e favor do Senhor.
- 6. Rejeitar a sabedoria é rejeitar a vida
- A rejeição da sabedoria foi aplicada à rejeição de Cristo, com apoio em João 3 e João 12: quem rejeita o Filho permanece sob juízo.
- 1. A sabedoria é apresentada como anterior à criação
- Fomos criadas à imagem do Deus triúno e, por isso, chamadas a relacionamentos intencionais fundamentados no evangelho.Conferência Minha Vida Pela Sua - 2022
- 1. A necessidade de relacionamentos verdadeiros
- Eclesiastes 4.9-10 mostra que a companhia é bênção de Deus: quando um cai, o outro pode levantar.
- 2. A primeira erva daninha: a busca por relacionamentos fáceis e instantâneos
- A cultura da gratificação imediata molda expectativas irreais sobre amizades; relacionamentos bíblicos exigem cultivo.
- 3. Exemplos bíblicos de compromisso relacional
- Rute e Noemi, Davi e Jônatas, e Jesus e João mostram amizade, aliança, sacrifício e cuidado perseverante.
- 4. A segunda erva daninha: preconceitos sobre com quem devemos nos relacionar
- Deus forma amizades cristãs entre pessoas improváveis, unidas não por afinidades naturais, mas pelo evangelho.
- 5. O fundamento teológico: fomos criadas à imagem do Deus triúno
- Gênesis 1.26 e João 1.1-2 apontam para o Deus Pai, Filho e Espírito Santo; por refletirmos esse Deus, somos chamadas à comunhão.
- 1. A necessidade de relacionamentos verdadeiros
- A comunhão com o Espírito Santo é comunhão com o Consolador enviado por Cristo, que aplica a obra da salvação, glorifica o Filho, sela o povo de Deus e consola a igreja em suas aflições.EBD - Comunhão com o Deus Trino (O Espírito Santo) - Diogo Oliveira
- Introdução: comunhão com o Deus Trino
- A série tratou da comunhão com o Pai em amor, com o Filho em graça redentora e agora com o Espírito Santo como Consolador.
- Confusões modernas sobre o Espírito Santo
- O Espírito não deve ser reduzido a dons, línguas, espetáculos ou manifestações estranhas; ele é maior do que os dons que concede.
- Dois tipos de desprezo ao Espírito
- A igreja pode desprezá-lo buscando falsos espíritos e desordem, ou desprezá-lo por uma fé meramente intelectual, sem dependência de sua obra viva.
- O envio do Consolador por Cristo
- João 16.7 mostra que a vinda do Espírito está ligada à ascensão de Cristo e à missão do Consolador em favor dos discípulos.
- As operações do Espírito nos crentes
- Ele lembra as palavras de Cristo, glorifica Cristo, derrama o amor de Deus, testifica nossa adoção, sela-nos e é dado como penhor.
- As consequências no coração da igreja
- A obra do Espírito produz consolação, segurança, perseverança, temor do Senhor e crescimento mesmo em meio à perseguição.
- Introdução: comunhão com o Deus Trino
- Cristo é plenamente adequado, suficiente e gracioso para salvar e para manter comunhão prazerosa com o seu povo.EBD - Comunhão com o Deus Trino (O Filho) - Diogo Oliveira
- 1. O que é comunhão com Deus
- Comunhão é Deus comunicar-se ao seu povo e o povo responder conforme sua revelação. Ela se distingue da união com Cristo: a união é definitiva; a comunhão pode crescer ou declinar na experiência cristã.
- 2. Comunhão trinitária sem dividir a Trindade
- O Pai, o Filho e o Espírito Santo agem inseparavelmente como o único Deus, embora as Escrituras atribuam obras específicas a cada pessoa na salvação.
- 3. A comunhão com o Filho é comunhão de graça
- Cristo aproxima pecadores de Deus pelo seu sangue e chama seu povo à comunhão consigo, como ensinam Efésios 2.13-15 e 1 Coríntios 1.9.
- 4. Cristo é cheio de graça e verdade
- João 1.14-17 mostra que Cristo possui plenitude de graça e dela concede graça sobre graça ao seu povo.
- 5. Cristo é suficiente para salvar
- Ele é adequado para salvar, pleno para interceder e virtuoso para atrair, pois nele encontramos sabedoria, justiça, santificação e redenção.
- 6. A comunhão com Cristo produz piedade
- Conhecer Cristo corretamente leva o crente à oração, ao arrependimento, à confiança, à santificação e ao deleite em Deus.
- 1. O que é comunhão com Deus
- O Cordeiro de Deus, Jesus Cristo, é o centro da adoração celestial, o Deus perfeito em poder, conhecimento e presença, e o único Reconciliador de todas as coisas.A perfeição de Cristo - Pr. Guilherme Reggiani
- O Cordeiro no Centro da Adoração
- Apocalipse 5:6-8 descreve Jesus como o Cordeiro imolado no centro do trono, entre Deus, seres celestiais e os 24 anciãos, representando a Igreja redimida. Ele é o foco da reconciliação universal.
- A Perfeição e Divindade do Cordeiro
- Os sete chifres (onipotência), sete olhos (onisciência) e sete espíritos (onipresença) revelam os atributos exclusivos de Deus em Cristo, demonstrando Sua natureza divina plena e perfeita.
- A Autoridade e Digno de Adoração de Cristo
- O Cordeiro toma o livro, e todo o céu se prostra em adoração, reconhecendo Sua soberania. Adorar a Cristo não é idolatria, pois Ele é o próprio Deus encarnado.
- O Valor das Orações dos Santos
- As harpas simbolizam louvor, e as taças de incenso representam as orações dos santos, que são preciosas para Cristo e sobem a Ele como aroma agradável, integradas à adoração celestial.
- O Cordeiro no Centro da Adoração
- Ser cheio do Espírito Santo é ser controlado por Ele, buscando a vontade do Senhor revelada nas Escrituras e não as emoções, resultando em uma vida de adoração e gratidão.O que é ser cheio do Espírito Santo? - Efésios 5:17-20 - Pr. Guilherme Reggiani
- I. A Necessidade de Compreender a Vontade do Senhor (v. 17)
- Evitar a insensatez e o erro teológico guiado por sentimentos, buscando a verdade na Palavra de Deus.
- II. O Contraste: Embriaguez com Vinho vs. Ser Cheio do Espírito (v. 18)
- A embriaguez leva à dissolução e perda de controle; ser cheio do Espírito leva ao controle divino e santificação. O consumo moderado de vinho não é pecado, mas a embriaguez sim. O pecado com o Espírito é tê-lo com moderação, resistindo ao Seu pleno controle.
- III. O Verdadeiro Significado de Ser Cheio do Espírito Santo
- O Espírito Santo não é uma força, mas a Pessoa de Deus. O batismo do Espírito Santo é a própria conversão, o milagre da fé que convence do pecado, justiça e juízo. Atos é um livro narrativo de transição, não um modelo normativo para experiências pós-conversão.
- IV. As Evidências de Ser Cheio do Espírito (vv. 19-20)
- Uma vida cheia do Espírito se manifesta em salmos, hinos, cânticos espirituais, louvor de coração ao Senhor e constante gratidão a Deus e Pai.
- I. A Necessidade de Compreender a Vontade do Senhor (v. 17)
- Cristo é a revelação final de Deus, superior aos profetas, Criador, Sustentador, Redentor e Rei assentado à direita da Majestade.A superioridade de Cristo - Hebreus 1:1-3 - Pr. Elmer Pires
- 1. Introdução à carta aos Hebreus
- O sermão apresenta Hebreus como uma joia do Novo Testamento, difícil, mas preciosa, cujo objetivo é fortalecer a fé e o foco em Cristo.
- 2. Autor e destinatários
- O autor humano não é identificado, e os destinatários específicos também não são conhecidos; contudo, eram leitores familiarizados com a Torá e com o Antigo Testamento.
- 3. O contexto de perseguição
- A carta foi dirigida a cristãos que enfrentavam sofrimentos reais, perdas, humilhações e ameaças por causa da fé em Cristo.
- 4. Deus falou pelos profetas
- Hebreus 1:1 mostra que Deus se revelou no passado muitas vezes e de muitas maneiras por meio dos profetas.
- 5. Deus falou definitivamente pelo Filho
- Hebreus 1:2 ensina que Cristo é a revelação final, completa e superior de Deus, sem anular a autoridade das Escrituras.
- 6. A glória, obra e reinado de Cristo
- Hebreus 1:2-3 apresenta Cristo como herdeiro, Criador, resplendor da glória de Deus, expressão exata do seu ser, sustentador, purificador dos pecados e Rei exaltado.
- 1. Introdução à carta aos Hebreus
- O Segundo Mandamento exige a adoração pura e exclusiva ao Deus invisível e Trino, sem imagens ou invenções humanas.EBD - Crescendo em piedade: 2° Mandamento