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Ressurreição de Cristo
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- A esperança do fim
- Cristo ressuscitou, reina até destruir todo inimigo, e consumará todas as coisas para que Deus seja tudo em todos.A esperança do fim - 1 Coríntios 15:20-28 - Humberto Moraes
- 1. Cristo ressuscitou como primícias
- A ressurreição de Jesus é a garantia da ressurreição futura dos que pertencem a ele.
- 2. A morte veio por Adão, mas a vida vem por Cristo
- Adão trouxe morte à humanidade; Cristo traz vivificação e restauração aos seus.
- 3. Há uma ordem na consumação
- Cristo ressuscitou primeiro; depois, na sua vinda, os crentes ressuscitarão; então virá o fim.
- 4. Cristo reina até destruir todos os inimigos
- Todo poder contrário a Deus será vencido, e o último inimigo destruído será a morte.
- 5. O fim aponta para a glória de Deus
- Cristo entregará o reino ao Pai, para que Deus seja tudo em todos.
- 6. A esperança futura move a vida presente
- A meditação na ressurreição, na nova criação e na vitória final deve aquecer o coração e transformar prioridades, serviço e perseverança.
- 1. Cristo ressuscitou como primícias
- Cristo ressuscitou, reina até destruir todo inimigo, e consumará todas as coisas para que Deus seja tudo em todos.A esperança do fim - 1 Coríntios 15:20-28 - Humberto Moraes
- Seitas e Heresias
- O liberalismo teológico não é uma nova forma de cristianismo, mas uma negação dos fundamentos da fé cristã revelados nas Escrituras.Seitas e Heresias - Aula 05 - Liberalismo Teológico - Renato Oliveira
- 1. Introdução ao perigo do liberalismo teológico
- O liberalismo não é uma denominação específica, mas uma ideia que pode se infiltrar em qualquer igreja, família ou ambiente religioso.
- 2. Como identificar seitas e heresias
- A aula relembra sinais como exclusivismo, negação da inerrância bíblica, revelações extrabíblicas com autoridade superior, negação da divindade de Cristo, salvação por obras e negação da Trindade.
- 3. Diferença entre erro teológico e heresia
- Erros secundários podem existir entre irmãos, mas heresias negam fundamentos essenciais da fé cristã.
- 4. Origem e pressupostos do liberalismo
- O liberalismo é associado ao iluminismo, ao racionalismo e à rejeição do sobrenatural na história bíblica.
- 5. Negação das doutrinas centrais
- O liberalismo nega ou redefine a divindade de Cristo, a queda, o pecado, a expiação, os milagres e a ressurreição.
- 6. O contraste com a fé cristã histórica
- O Credo Apostólico é usado como exemplo das verdades confessadas pela igreja e rejeitadas, em grande parte, pela teologia liberal.
- 7. Responsabilidade da igreja
- A igreja deve guardar a pureza doutrinária e não permitir que ensinos contrários às Escrituras permaneçam no meio do povo de Deus.
- 1. Introdução ao perigo do liberalismo teológico
- O liberalismo teológico não é uma nova forma de cristianismo, mas uma negação dos fundamentos da fé cristã revelados nas Escrituras.Seitas e Heresias - Aula 05 - Liberalismo Teológico - Renato Oliveira
- Os 10 mandamentos da esquerda cristã
- Questionamentos sinceros são importantes, mas não podem substituir as respostas sólidas que Deus deu em sua Palavra.Grupo de Estudo - Aula 05 - Os 10 mandamentos da esquerda cristã
- 1. Revisão dos estudos anteriores
- A série tem mostrado como a teologia liberal redefine doutrinas cristãs históricas por meio de meias-verdades: diminui a divindade de Cristo, minimiza o pecado, rejeita o julgamento bíblico e valoriza boas ações desconectadas da verdade.
- 2. Problemas verdadeiros
- Há igrejas marcadas por marketing vazio, liderança autoritária, respostas rasas e afastamento da verdade bíblica. Esses problemas devem ser reconhecidos.
- 3. Solução falsa
- A teologia liberal propõe a incerteza como virtude superior, dizendo “não sei” diante de verdades profundas, mesmo quando Deus já falou em sua Palavra.
- 4. A Escritura como base suficiente
- 2 Timóteo 3.16-17 ensina que a Escritura é inspirada por Deus e suficiente para ensinar, corrigir e habilitar o homem de Deus para toda boa obra.
- 5. O perigo de negar doutrinas centrais
- A ressurreição de Cristo não pode ser reduzida a símbolo de resistência ou esperança humana. Segundo 1 Coríntios 15, sem a ressurreição a fé cristã perde seu fundamento.
- 6. A verdade absoluta revelada por Deus
- Romanos 1.18-20 ensina que Deus se revelou na criação, mas o homem caído suprime a verdade pela injustiça.
- 1. Revisão dos estudos anteriores
- Questionamentos sinceros são importantes, mas não podem substituir as respostas sólidas que Deus deu em sua Palavra.Grupo de Estudo - Aula 05 - Os 10 mandamentos da esquerda cristã
- Sermones sueltos
- Persevere no Evangelho que recebeu: Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou, segundo as Escrituras.Perseverando no Evangelho - 1 Coríntios 15: 1-4 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. O Evangelho que Paulo lembra (v.1a)
- Paulo não apresenta novidade, mas reaviva o que já foi anunciado. A fé cristã é memória ativa de fatos salvadores.
- 2. O Evangelho que foi recebido e no qual se persevera (v.1b)
- Receber e permanecer são dois movimentos necessários. Fé que não persevera levanta a questão de se foi fé genuína.
- 3. O Evangelho que salva — com condição de retenção (v.2)
- 'Por ele sois salvos, se retiverdes a palavra.' Paulo alerta contra uma crença vã, que se afasta do conteúdo original.
- 4. O Evangelho transmitido com fidelidade (v.3a)
- 'Entreguei o que recebi' — linguagem de tradição apostólica. O mensageiro não inventa; ele repassa com exatidão.
- 5. O conteúdo do Evangelho: morte, sepultamento e ressurreição (v.3b-4)
- Três fatos históricos e objetivos, todos 'segundo as Escrituras': morte expiatória, comprovação pelo sepultamento, vitória pela ressurreição.
- 1. O Evangelho que Paulo lembra (v.1a)
- A glória de Cristo veio pela cruz: como o grão de trigo que morre, ele deu sua vida para produzir muito fruto.Culto especial de Páscoa - João 12: 20-30
- 1. O desejo dos gregos de ver Jesus
- Durante a festa da Páscoa, alguns gregos procuram Felipe e dizem: 'Senhor, queremos ver Jesus'. Isso aponta para o alcance da obra de Cristo além de Israel.
- 2. A hora da glorificação chegou
- Jesus responde dizendo que chegou a hora de o Filho do Homem ser glorificado. Essa glória viria não apesar da cruz, mas por meio dela.
- 3. O grão de trigo precisa morrer
- Cristo compara sua morte a uma semente lançada na terra: ao morrer, ela produz muito fruto. Sua morte é o meio pelo qual muitos são salvos.
- 4. O discípulo deve seguir o caminho da cruz
- Quem ama sua vida acima de Cristo a perde; quem a entrega por amor a Cristo a preserva para a vida eterna.
- 5. A angústia obediente de Cristo
- Jesus reconhece a angústia de sua alma, mas não foge da hora para a qual veio. Ele se submete ao propósito do Pai e busca a glória do nome de Deus.
- 1. O desejo dos gregos de ver Jesus
- Encontrar refúgio e satisfação plena em Deus, como nosso único bem, por meio de Cristo, para uma vida de alegria perene e esperança futura.Culto de ano novo
- I. O Significado de Refugiar-se no Senhor (v. 1-2)
- A. Reconhecer Deus como o Soberano ('Tu és o meu Senhor'); B. Não possuir outro bem senão Ele ('Outro bem não possuo, senão a ti somente'); C. Uma dependência alegre e sem reservas.
- II. Os Frutos de se Refugiar no Senhor
- A. Uma maravilhosa realidade perene (v. 5-6): O próprio Deus é a herança e o cálice, fonte de alegria e satisfação. B. Uma nova resposta e comunhão presente (v. 3, 7-8): Bendizer o Senhor que aconselha, ter Sua presença constante e prazer na comunhão dos santos. C. Uma gloriosa esperança futura (v. 9-11): Alegria e exultação do coração, repouso seguro do corpo (ressurreição) e plenitude de alegria perpétua na presença de Deus.
- III. As Consequências de Não se Refugiar no Senhor (v. 4)
- A. 'Muitas penas' para os que trocam o Senhor por outros deuses. B. Desespero e ansiedade no presente e condenação eterna no futuro.
- IV. A Revelação Plena do Salmo 16 em Jesus Cristo
- A. O Salmo refere-se primariamente a Jesus (confirmado em Atos); B. Jesus é o Santo que não viu a corrupção; C. Em Cristo, encontramos o perdão e o refúgio verdadeiro; D. Ser conformado à imagem de Cristo é viver em dependência de Deus como único bem.
- I. O Significado de Refugiar-se no Senhor (v. 1-2)
- Santificar o Dia do Senhor não é uma lista de proibições, mas um convite a preparar o coração, lembrar a ressurreição de Cristo e encontrar descanso na Sua obra consumada.EBD - Crescendo em piedade - A guarda do quarto mandamento
- I. Introdução e Reafirmação da Continuidade do Quarto Mandamento
- Recapitulando os princípios morais e a mudança do dia de observância para o Dia do Senhor na Nova Aliança.
- II. Lidando com Objeções Bíblicas à Guarda do Dia do Senhor
- Análise de Gálatas 4:8-10 e Colossenses 2:16-17, distinguindo a abolição do sistema cerimonial judaico da permanência do princípio moral.
- III. Fundamentos para a Interpretação Correta
- Argumentos textuais, teológicos e históricos (Inácio de Antioquia) que apoiam a observância do Dia do Senhor.
- IV. Como Santificar o Dia do Senhor: As Ordens de Êxodo 20:8-10
- Exploração das quatro ordens do mandamento: "Lembra-te", "santificar", "seis dias trabalharás" e "não farás obra alguma".
- V. A Ordem Preparatória: "Lembra-te do Dia do Senhor"
- A importância de preparar o coração, lembrar o significado da ressurreição de Cristo e encontrar descanso em Sua obra.
- I. Introdução e Reafirmação da Continuidade do Quarto Mandamento
- Ninguém sobe ao céu pelas próprias obras; mas Cristo desceu, cumpriu a lei, morreu e ressuscitou para justificar todo aquele que crê.Como ser justificado? - Romanos 10:5-11 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A falha da salvação pelas obras (vv. 5-7)
- Paulo demonstra em três movimentos por que o sistema de justificação pelas obras é completamente ineficaz: (a) a lei exige cumprimento perfeito, e nenhum homem o atingiu (v.5, citando Lv 18:5); (b) ninguém conseguiu subir ao céu para alcançar a Deus (v.6); (c) ninguém conseguiu descer ao abismo e vencer a morte (v.7).
- 2. A eficácia da salvação pela fé (vv. 6-8)
- Em contraste, Paulo mostra que Cristo realizou o que nenhum homem pôde: (a) cumpriu a lei perfeitamente e compartilha essa justiça com os que creem (2 Co 5:21; Is 53:4-9); (b) desceu do céu, tornando Deus acessível ao homem (Jo 3:13; Gl 4:4-5); (c) morreu, foi sepultado e ressuscitou, vencendo a morte (v.7).
- 3. Como receber a justificação pela fé (vv. 8-11)
- A palavra da fé está perto — na boca e no coração. É recebida crendo com o coração que Deus ressuscitou Jesus, e confessada com a boca que Jesus é Senhor. Essa fé produz justiça e garante salvação, pois 'todo aquele que nele crê não será confundido' (v.11).
- 1. A falha da salvação pelas obras (vv. 5-7)
- Em Cristo, o crente não luta contra o pecado para conquistar libertação, mas porque já foi liberto do domínio do pecado e agora vive para Deus.Unidos a Cristo - Romanos 6:8-14 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A união com Cristo define a identidade do crente
- Paulo repete a linguagem de estar em Cristo, com Cristo, batizado em Cristo, sepultado com Ele, crucificado com Ele e vivo nele. A vida cristã começa com essa nova identidade, não com mero esforço moral.
- 2. A morte e ressurreição de Cristo são definitivas
- Cristo morreu de uma vez para sempre para o pecado e ressuscitou para nunca mais morrer. A morte não tem mais domínio sobre Ele.
- 3. O cristão participa da vitória de Cristo
- Porque está unido a Cristo, o crente participa dos benefícios da sua morte e ressurreição: morreu para o domínio do pecado e vive para Deus.
- 4. A santificação nasce da libertação já conquistada
- O crente não luta contra o pecado para ser liberto, mas porque já foi liberto por Cristo. A obediência flui da graça recebida.
- 5. A luta contra o pecado continua no corpo mortal
- Embora livre do domínio do pecado, o cristão ainda enfrenta a presença do pecado, as paixões da carne e as tentações do antigo senhor.
- 6. O chamado é oferecer-se a Deus
- Paulo ordena que o pecado não reine no corpo mortal e que os membros sejam oferecidos a Deus como instrumentos de justiça.
- 1. A união com Cristo define a identidade do crente
- A esperança cristã não se apoia em nossa força, mérito ou constância, mas em Cristo, que morreu por ímpios, ressuscitou e preserva os seus até o fim.A base da esperança - Romanos 5: 6-11 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Cristo é a base da justificação
- Todas as bênçãos de Romanos 5, como paz, graça, esperança e segurança, estão fundamentadas somente em Cristo.
- 2. Cristo morreu pelos ímpios
- A cruz revela que Jesus não morreu por pessoas merecedoras, mas por fracos, pecadores e inimigos de Deus.
- 3. Deus provou seu amor na cruz
- O amor de Deus não é apenas declarado; ele foi demonstrado objetivamente no sacrifício de Cristo.
- 4. A vida de Cristo garante nossa preservação
- Aquele que nos reconciliou por sua morte nos salvará da ira futura por sua vida ressurreta.
- 5. O evangelho produz alegria em Deus
- O cristão se gloria em Deus porque recebeu reconciliação e encontra em Cristo toda bênção espiritual.
- 1. Cristo é a base da justificação
- Uma escatologia saudável, fundamentada na soberania e no reinado presente de Cristo, molda a santidade, a ação missionária e a esperança diária do cristão, culminando na aniquilação da morte como último inimigo.1ª Conferência Pós-Milenista - A escatologia do Salmo 110 - Evandro Júnior
- A Escatologia e a Vida Presente
- Nossa crença sobre o futuro determina como vivemos hoje; uma escatologia doente compromete a santidade e a missão da igreja.
- Cristo: Primícias da Ressurreição e Cabeça do Reino Pactual
- A ressurreição de Cristo garante a nossa; o paralelo Adão-Cristo demonstra o modelo pactual de Deus, com a Nova Aliança abrangendo todo o cosmos.
- O Reinado Presente de Cristo e a Submissão dos Inimigos
- Cristo já reina à direita de Deus, subjugando todos os inimigos, não esperando para começar seu reinado, mas para entregá-lo plenamente ao Pai.
- A Vitória Final sobre a Morte
- O último inimigo a ser aniquilado é a morte, uma certeza da vida que será destruída pelo reinado vitorioso de Cristo.
- A Natureza do Reinado de Cristo
- Um reinado trinitário, de domínio verdadeiro sobre todos os inimigos, com um povo que se submete voluntariamente e que vê reis e nações esmagados caso se rebelem.
- A Escatologia e a Vida Presente
- Cristo já reina, e a esperança do seu chamamento sustenta a igreja em toda tribulação.Vivendo com Esperança e Poder - Efésio 1:18-23 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A oração de Paulo pela iluminação espiritual da igreja
- Paulo pede que Deus conceda sabedoria, revelação no conhecimento dele e olhos do coração iluminados, para que a igreja enxergue pela fé.
- 2. A esperança do chamamento cristão
- A esperança cristã é a certeza de estar com Cristo, de que ele fará novas todas as coisas e de que nenhum sofrimento presente se compara à glória futura.
- 3. A suprema grandeza do poder de Deus
- O poder de Deus é visto de modo máximo na ressurreição de Cristo e em sua exaltação à direita do Pai.
- 4. O reinado presente de Cristo
- Cristo já reina sobre todo principado, potestade, poder e domínio; todos os inimigos serão colocados debaixo dos seus pés.
- 5. Cristo dado à igreja
- A esperança e o poder de Cristo foram dados à igreja, seu corpo, de modo que o cristão vive essa realidade em comunhão com o povo de Deus.
- 1. A oração de Paulo pela iluminação espiritual da igreja
- Deus não é Deus de mortos, mas de vivos; por isso, a esperança cristã na ressurreição descansa nas Escrituras e no poder de Deus.Transmissão Ao Vivo - Pr. Tiago Cavaco
- 1. Cristo foi desamparado para que seu povo fosse recebido
- A leitura de Salmo 22 apontou para a cruz: Jesus sofreu o abandono em lugar dos pecadores, e sua obra foi aceita pelo Pai.
- 2. Nem toda pergunta feita a Deus nasce de um coração ensinável
- Os saduceus perguntaram sobre a ressurreição, mas não buscavam a resposta de Jesus; queriam desacreditá-lo.
- 3. Instrução sem fé pode produzir ignorância espiritual
- Os saduceus eram religiosos sofisticados, mas Jesus os acusa de não conhecerem as Escrituras nem o poder de Deus.
- 4. A Escritura e o poder de Deus não podem ser separados
- Ao citar Moisés e a sarça ardente, Jesus mostra que a Palavra revela o Deus vivo, não um Deus limitado às memórias do passado.
- 5. A ressurreição é esperança porque Deus é Deus de vivos
- A fé cristã enfrenta a morte lembrando que Deus tem poder sobre ela e que Cristo ressuscitado compartilha sua vitória com os que creem.
- 1. Cristo foi desamparado para que seu povo fosse recebido
- Porque o Senhor é bom, a sua misericórdia dura para sempre.Momento especial de louvor e adoração
- 1. Chamado à adoração grata
- O culto começou com o Salmo 100, convocando todas as terras a celebrar, servir com alegria, cantar, render graças e bendizer o nome do Senhor.
- 2. Cristo no centro do louvor
- Os cânticos destacaram a cruz, o sangue de Jesus, a justificação mediante a fé, o perdão, a purificação e a reconciliação com Deus.
- 3. Adoração com reverência e santidade
- O Salmo 99 lembrou que o Senhor reina, é santo e deve ser temido por todos os povos.
- 4. Intercessão pela missão e pela igreja
- A congregação orou por missionários, igrejas, pastores, lares, evangelismo, arrependimento nacional e avanço do Evangelho.
- 5. Esperança na ressurreição e na volta de Cristo
- As orações e cânticos confessaram que Cristo ressuscitou, vive, voltará e reunirá o seu povo para reinar com ele eternamente.
- 6. Consagração total ao Deus glorioso
- Romanos 11.33-36 e a oração final levaram a igreja a consagrar todo o ser ao Senhor, reconhecendo que a salvação é obra consumada de Cristo.
- 1. Chamado à adoração grata
- Cristo ressuscitou; por isso nossa fé não é vã, nossa esperança é firme e nossa vida deve ser vivida para adorá-lo e servi-lo.A ressurreição de Cristo - Mateus 28:1-10 - Pr. Elmer Pires
- 1. O sepulcro visitado no primeiro dia da semana
- Maria Madalena e a outra Maria vão ao sepulcro após o sábado, confirmando o contexto histórico da morte e sepultamento de Jesus.
- 2. A pedra removida e o sepulcro vazio
- O anjo remove a pedra não para libertar Cristo, mas para revelar que ele já havia ressuscitado.
- 3. O anúncio angelical da ressurreição
- O anjo declara que Jesus ressuscitou como havia dito e envia as mulheres a anunciarem isso aos discípulos.
- 4. O encontro com o Cristo ressurreto
- Jesus aparece às mulheres, repete a ordem para não temerem e confirma que os discípulos o verão na Galileia.
- 5. As implicações da ressurreição
- A ressurreição confirma a fé, sustenta a esperança, remove o temor, impulsiona as boas obras e conduz à adoração de Cristo.
- 1. O sepulcro visitado no primeiro dia da semana
- Jesus morreu de fato, foi sepultado sob testemunhas e guardas, e sua morte é o fundamento histórico e redentivo da nossa fé.O sepultamento de Jesus - Mateus 27: 57-66 - Pr. Elmer Pires
- 1. José de Arimateia assume publicamente sua fidelidade a Cristo
- Mesmo sendo rico, membro do Sinédrio e antes discípulo oculto, José pede o corpo de Jesus a Pilatos e se identifica com o Senhor crucificado.
- 2. O sepultamento comprova que Jesus realmente morreu
- O corpo é entregue, envolvido em linho, preparado para sepultamento e colocado em um túmulo novo, com auxílio de Nicodemos conforme João 19:39.
- 3. As testemunhas confirmam o local e a realidade do sepultamento
- Maria Madalena e a outra Maria estavam sentadas diante da sepultura, observando o que acontecia.
- 4. A pedra, o selo e a guarda tornam improvável qualquer fraude humana
- Os líderes religiosos pedem segurança ao túmulo; Pilatos concede guarda, e a pedra é selada.
- 5. A providência de Deus usa até a oposição para confirmar sua obra
- As medidas tomadas para impedir a ressurreição ou negar sua realidade acabam reforçando a veracidade dos fatos.
- 6. A morte de Cristo é a base da nossa vida, justificação e paz com Deus
- Cristo morreu pelos pecados do seu povo, tomou sobre si a ira de Deus e nos reconciliou com o Pai.
- 1. José de Arimateia assume publicamente sua fidelidade a Cristo
- Uma igreja fiel precisa reconhecer Cristo em todas as Escrituras e permanecer firmada no evangelho, não em expectativas humanas.Culto - Inauguração do Novo Local
- 1. Gratidão pela providência de Deus
- O culto começou reconhecendo que grandes coisas o Senhor fez pela igreja, incluindo o crescimento, o novo local e o cuidado durante a reforma.
- 2. O perigo de uma igreja sem a Palavra
- O sermão denunciou a realidade de muitas igrejas marcadas por aproveitamento, promessas falsas, entretenimento religioso e mensagens centradas no homem.
- 3. Conhecer histórias bíblicas não é o mesmo que entender o evangelho
- Os discípulos de Emaús sabiam sobre Jesus e os acontecimentos recentes, mas não compreendiam o significado da cruz e da ressurreição.
- 4. Cristo é revelado em todas as Escrituras
- Jesus explicou, começando por Moisés e pelos Profetas, que o Cristo deveria sofrer e entrar em sua glória.
- 5. O encontro com o Cristo ressurreto produz retorno e testemunho
- Depois de reconhecerem Jesus, os discípulos voltaram a Jerusalém e contaram o que havia acontecido.
- 1. Gratidão pela providência de Deus
- A paz de Cristo nos capacita e comissiona, não por nossos méritos, mas pela obra consumada na cruz.João 20:19-29 - Humberto de Moraes
- O Contexto de Medo e Incredulidade
- Discípulos amedrontados, portas trancadas, incredulidade no testemunho das mulheres, e o sentimento de fracasso após a crucificação.
- A Paz Declarada pelo Cristo Ressurreto
- Jesus aparece e pronuncia 'Paz seja convosco' como uma declaração da paz conquistada na cruz, não baseada em méritos humanos, mostrando Suas feridas.
- A Reafirmação da Paz Diante da Incredulidade de Tomé
- Jesus reaparece para Tomé, que duvidou, oferecendo paz novamente, repreendendo a incredulidade, mas reafirmando a obra redentora e a promessa de bem-aventurança para os que creem sem ver.
- A Comissão e Capacitação para a Missão
- Jesus envia os discípulos, concede o Espírito Santo e restaura a autoridade, edificando a Igreja sobre homens falhos, mas capacitados por Ele.
- A Paz de Cristo como Fundamento para a Santificação e Serviço
- A paz estabelecida por Cristo nos permite achegar a Deus em qualquer estado, buscando santificação e servindo-O com confiança na suficiência de Sua obra.
- O Contexto de Medo e Incredulidade
- Cristo, o nosso Sumo Sacerdote perfeito, garante paz e salvação eterna pela Sua obediência, sofrimento e ressurreição.Cristo, o nosso intercessor - Hebreus 5:1-10 - Pr. Elmer Pires
- I. O Padrão e as Limitações do Sacerdócio Aarônico (vs. 1-4)
- Todo sumo sacerdote é escolhido dentre os homens para mediar entre Deus e o povo, oferecendo sacrifícios e compreendendo as fraquezas humanas, pois ele mesmo é pecador e designado por Deus.
- II. A Designação Divina de Cristo como Sumo Sacerdote (vs. 5-6)
- Jesus não se glorificou, mas foi constituído por Deus Pai, sendo chamado de Filho (Salmo 2:7) e Sacerdote eterno segundo a ordem de Melquisedeque (Salmo 110:4).
- III. A Explicação da Geração de Cristo e o Sacerdócio de Melquisedeque
- A expressão 'eu hoje te gerei' refere-se à designação de Cristo como Filho de Deus com poder através de Sua ressurreição, e a ordem de Melquisedeque sublinha a superioridade e eternidade do sacerdócio de Jesus, não limitado por linhagem humana.
- IV. A Humanidade, Sofrimento e Obediência Perfeita de Jesus (vs. 7-10)
- Nos dias de Sua carne, Jesus ofereceu orações com lágrimas, aprendeu obediência pelo sofrimento (sem pecado) e, sendo aperfeiçoado, tornou-se o Autor da salvação eterna para todos os que Lhe obedecem.
- I. O Padrão e as Limitações do Sacerdócio Aarônico (vs. 1-4)
- O reino de Deus está entre nós porque Cristo recebeu domínio eterno, governa pela Palavra e reúne povos, nações e línguas sob o seu senhorio.Onde está o reino de Deus? – Guilherme Reggiani
- 1. A pergunta sobre o reino
- Se Jesus veio como Rei, por que seu reino não aparece como os grandes impérios da história?
- 2. O contraste entre impérios humanos e o reino de Cristo
- Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma passaram; Cristo continua sendo proclamado como Senhor.
- 3. O reino está entre o povo de Cristo
- A igreja reunida, confessando a mesma fé, recebendo membros e realizando batismos, testemunha o avanço do reino.
- 4. O reino não avança pela espada, mas pela Palavra
- Cristo governa chamando pessoas pela proclamação do evangelho para um reino de graça, amor e perdão.
- 5. A cruz como vitória do Rei
- Embora parecesse derrotado diante de Pilatos, Jesus cumpriu sua obra redentora e ofereceu sacrifício definitivo.
- 6. O domínio eterno dado a Cristo
- O Filho recebe do Pai domínio, glória e reino; sua autoridade é plena e seu reino jamais será destruído.
- 1. A pergunta sobre o reino
- A esperança cristã no luto não nega a dor da perda, mas a transforma pela cosmovisão da vitória de Cristo sobre a morte e a certeza da reunião eterna.Efeitos colaterais: luto - 1Tessalonicenses 4:13-18 - Guilherme Reggiani
- O Problema: Luto como os que não têm esperança (v. 13)
- Cristãos agindo com cosmovisão inconsistente diante da morte, entristecendo-se sem a perspectiva da fé.
- Verdade 1: Jesus Venceu a Morte (v. 14a)
- A morte e ressurreição de Cristo são o fundamento de toda esperança cristã, revelando Sua vitória sobre o poder da morte.
- Verdade 2: Jesus Compartilha Sua Vitória com os Crentes (v. 14b)
- Aqueles que 'dormem' em Cristo serão trazidos por Deus com Ele, pois Sua ressurreição garante a ressurreição dos Seus.
- Verdade 3: Todos os Crentes Estarão Juntos na Eternidade (v. 15-17a)
- Na segunda vinda de Cristo, tanto os mortos quanto os vivos em Cristo serão arrebatados para se encontrarem com o Senhor nos ares, reunidos como Seu povo.
- Verdade 4: Não Haverá Mais Morte ou Separação (v. 17b)
- A morte, o último inimigo, será definitivamente destruída por Cristo, e os crentes estarão para sempre com o Senhor, livres da dor da separação.
- O Chamado: Consolar uns aos outros com estas Palavras (v. 18)
- A necessidade de aplicar essas verdades para viver o luto sob a cosmovisão de Cristo, sem ignorância.
- O Problema: Luto como os que não têm esperança (v. 13)
- Pare de duvidar e creia.Creia! (João 20:19-31) - Elmer Pires
- I. Jesus aparece aos discípulos amedrontados (João 20:19-21)
- Cristo se manifesta a portas trancadas, traz paz e mostra as marcas da crucificação, resultando em alegria e um comissionamento inicial para a missão.
- II. O sopro simbólico do Espírito Santo e a missão dos discípulos (João 20:22-23)
- Jesus sopra sobre eles, indicando a vinda do Espírito Santo e a autoridade para a proclamação do Evangelho que resulta em perdão ou condenação.
- III. A dúvida obstinada de Tomé (João 20:24-25)
- Tomé se recusa a crer no testemunho dos outros discípulos sem a evidência física direta das feridas de Cristo.
- IV. Jesus confronta a incredulidade de Tomé (João 20:26-28)
- Oito dias depois, Jesus aparece novamente, convidando Tomé a tocar Suas feridas, levando à poderosa confissão de Tomé: 'Senhor meu e Deus meu!'
- V. A bem-aventurança dos que creem sem ver e o propósito do Evangelho (João 20:29-31)
- Jesus abençoa aqueles que creem sem ter visto, e João declara que seu livro foi escrito para que todos creiam em Jesus como o Cristo, o Filho de Deus, e assim tenham vida eterna.
- I. Jesus aparece aos discípulos amedrontados (João 20:19-21)
- Mantenha o foco em Cristo: fortifique-se na graça, transmita fielmente o evangelho, suporte os sofrimentos e lembre-se de que a Palavra de Deus não está algemada.Mantendo o Foco (2 Timóteo 2:1-13) - Valter Reggiani
- 1. Fortifique-se na graça de Cristo
- Paulo chama Timóteo a permanecer firme não em sua própria força, mas na graça que está em Cristo Jesus. O sermão destaca que até as bênçãos diárias devem ser recebidas com gratidão diante de Deus.
- 2. Transmita fielmente o evangelho
- O ensino recebido de Paulo deveria ser confiado a homens fiéis e idôneos, capazes de ensinar outros. A fé não deve parar em uma geração; pais, igreja e discípulos devem passar o bastão.
- 3. Sofra como bom soldado de Cristo
- Timóteo é chamado a participar dos sofrimentos do evangelho. Como soldado, deve ter dedicação, fidelidade e disposição para agradar aquele que o arregimentou: Cristo.
- 4. Sirva como atleta que segue as regras
- O atleta só é coroado se competir segundo as normas. O serviço cristão e o culto a Deus não devem ser moldados por pragmatismo, manipulação ou atrativos humanos, mas pela vontade revelada de Deus.
- 5. Trabalhe como lavrador esperançoso
- O lavrador trabalha antes da colheita e descansa esperando o fruto. Assim, o cristão anuncia a Palavra diligentemente, mas reconhece que o crescimento vem de Deus pelo Espírito Santo.
- 6. Lembre-se de Jesus Cristo ressuscitado
- A ressurreição de Cristo é central: se Cristo não ressuscitou, a fé é vã. Mas Cristo venceu a morte, é o Messias prometido, e sua Palavra continua livre mesmo quando seus servos são presos.
- 1. Fortifique-se na graça de Cristo
- Persevere no Evangelho que recebeu: Cristo morreu, foi sepultado e ressuscitou, segundo as Escrituras.Perseverando no Evangelho - 1 Coríntios 15: 1-4 - Pr. Guilherme Reggiani