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O amor fraternal

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  • O Amor Fraternal: Um Chamado Constante e Radical para a Igreja Perseguida e para Nós Hoje
    • A Introdução do Amor Fraternal (v. 1a)
      • Transição das verdades doutrinárias para a prática, no contexto de perseguição.
    • As Duas Características do Amor Fraternal (v. 1b)
      • A necessidade de um amor *constante*, não ocasional, e *fraternal* (philadelphia), como de família, um refúgio para os perseguidos.
    • As Manifestações Concretas do Amor Fraternal (v. 2-3)
      • A prática radical da *hospitalidade*, abrindo o lar para irmãos necessitados e desconhecidos.
    • O Fundamento e a Aplicação do Amor Fraternal
      • As boas obras como fruto da salvação, não como meio para ela, e a rejeição da terceirização da responsabilidade.
  • O verdadeiro amor cristão é sincero e santo, refletindo o caráter de Deus ao detestar o mal e buscar o bem do próximo sem hipocrisia.
    • I. A Dificuldade de Definir o Amor e a Autoridade da Escritura
      • O amor é um atributo de Deus (1 João 4:8), tornando impossível defini-lo plenamente fora da Palavra de Deus. O mundo deturpa o amor, que só é verdadeiramente compreendido pelo padrão de Deus para a vida cristã (Romanos 12:1-2).
    • II. O Amor é Sincero (Romanos 12:9a)
      • O amor deve ser 'sem hipocrisia', ou seja, sem atuação, sem segundas intenções. Não busca autoafirmação, auto favorecimento ou autopromoção, mas reflete o amor sacrificial e incondicional de Cristo (Romanos 5:8). O amor mundano é egocêntrico e interessado, usando o outro para benefício próprio.
    • III. O Amor é Santo (Romanos 12:9b)
      • O amor verdadeiro 'detesta o mal' e 'apega-se ao bem'. Isso significa que o amor cristão não aceita o pecado ou a destruição em nome da 'tolerância'. Assim como um pai amoroso corrige seu filho, o amor santo busca a santidade do próximo, confrontando o mal e promovendo o bem, inclusive através da disciplina bíblica na igreja.