Sermons, transcripts and study guides are in Portuguese; the interface is translated.
Topic mind map
Segunda vinda e escatologia
The 27 sermons with a study guide on this topic, grouped by series: open a branch to see each one's key sentence and outline.
Building the map…
Click a circle to open or close the branch · drag to move · scroll to zoom
View as a list (308 items)
- A esperança do fim
- Cristo ressuscitou, reina até destruir todo inimigo, e consumará todas as coisas para que Deus seja tudo em todos.A esperança do fim - 1 Coríntios 15:20-28 - Humberto Moraes
- 1. Cristo ressuscitou como primícias
- A ressurreição de Jesus é a garantia da ressurreição futura dos que pertencem a ele.
- 2. A morte veio por Adão, mas a vida vem por Cristo
- Adão trouxe morte à humanidade; Cristo traz vivificação e restauração aos seus.
- 3. Há uma ordem na consumação
- Cristo ressuscitou primeiro; depois, na sua vinda, os crentes ressuscitarão; então virá o fim.
- 4. Cristo reina até destruir todos os inimigos
- Todo poder contrário a Deus será vencido, e o último inimigo destruído será a morte.
- 5. O fim aponta para a glória de Deus
- Cristo entregará o reino ao Pai, para que Deus seja tudo em todos.
- 6. A esperança futura move a vida presente
- A meditação na ressurreição, na nova criação e na vitória final deve aquecer o coração e transformar prioridades, serviço e perseverança.
- 1. Cristo ressuscitou como primícias
- Cristo ressuscitou, reina até destruir todo inimigo, e consumará todas as coisas para que Deus seja tudo em todos.A esperança do fim - 1 Coríntios 15:20-28 - Humberto Moraes
- Seitas e Heresias
- A suficiência das Escrituras e a obra consumada de Cristo guardam a igreja contra revelações extrabíblicas e falsas doutrinas.Seitas e Heresias - Aula 04 - Adventismo do Sétimo Dia - Renato Oliveira
- 1. Como identificar seitas e heresias
- Foram destacados o exclusivismo religioso, a negação prática da suficiência bíblica, a dependência de revelações extrabíblicas e a distorção de doutrinas essenciais.
- 2. Diferença entre erro teológico e heresia
- Um erro teológico pode existir entre irmãos, mas a heresia nega doutrina essencial já estabelecida pela igreja. Erros não corrigidos podem se desenvolver em sistemas heréticos.
- 3. A origem do Adventismo do Sétimo Dia
- Guilherme Miller interpretou Daniel 8.9-14 como uma profecia cronológica de anos e marcou datas para a volta de Cristo, culminando no desapontamento de 1844.
- 4. O juízo investigativo
- Após a falha da previsão, a doutrina foi reinterpretada como a entrada de Cristo no santo dos santos celestial para uma obra final de expiação e apagamento de pecados.
- 5. A resposta bíblica em Hebreus
- Hebreus ensina que Cristo já purificou os pecados, assentou-se à direita de Deus e obteve eterna redenção uma vez por todas.
- 6. O problema da autoridade de Ellen White
- A aula mostra que os escritos e visões de Ellen White recebem autoridade inspirada no adventismo, o que ameaça a suficiência das Escrituras.
- 1. Como identificar seitas e heresias
- A suficiência das Escrituras e a obra consumada de Cristo guardam a igreja contra revelações extrabíblicas e falsas doutrinas.Seitas e Heresias - Aula 04 - Adventismo do Sétimo Dia - Renato Oliveira
- Stand-alone sermons
- Jesus é o Cristo — permaneça na verdade e não seja enganadoJesus é o Cristo! - 1 João 2:18-29 - Pr. Renato Oliveira
- 1. Conhecendo a última hora (v. 18)
- O período entre a ascensão de Cristo e a consumação dos séculos é a 'última hora', marcado pelo surgimento de anticristos conforme Jesus mesmo havia anunciado (Mt 24).
- 2. Conhecendo os anticristos (v. 19)
- Esses falsos mestres saíram da comunidade cristã, revelando que jamais pertenceram genuinamente a ela; a apostasia não é perda da salvação, mas evidência de que não havia fé verdadeira.
- 3. Conhecendo a unção (v. 20-21)
- Todo crente recebe a unção do Espírito Santo, o Espírito da verdade, que concede discernimento para distinguir o verdadeiro do falso e permanecer na doutrina apostólica.
- 4. Conhecendo o anticristo (v. 22-23)
- O anticristo é o mentiroso que nega que Jesus é o Cristo, o Messias. Negar o Filho é negar o Pai; confessar o Filho é ter igualmente o Pai.
- 5. Conhecendo a promessa (v. 24-29)
- Permanecer na verdade recebida desde o princípio é permanecer em comunhão com o Pai e o Filho, cuja promessa é a vida eterna; essa permanência garante confiança e não vergonha diante da vinda de Cristo.
- 1. Conhecendo a última hora (v. 18)
- O dia de Cristo se aproxima; por isso, desperte do sono espiritual, abandone as obras das trevas e revista-se do Senhor Jesus Cristo.O Dia vem! - Romanos 13:11-14 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Olhe a hora
- O cristão conhece o tempo de Deus e sabe que vive entre a primeira vinda de Cristo e sua volta. A salvação final está mais perto do que quando creu.
- 2. Desperte
- Não basta conhecer a verdade; é necessário reagir. Paulo chama crentes acomodados, lentos em obedecer, a acordarem do sono espiritual.
- 3. Despoje-se
- A chegada do dia exige abandonar as obras das trevas, rejeitando práticas incompatíveis com a luz de Cristo.
- 4. Vista-se
- O ápice da exortação é revestir-se do Senhor Jesus Cristo, sem fazer provisão para satisfazer os desejos da carne.
- 1. Olhe a hora
- A espera pela volta de Cristo transforma a maneira como vivemos hoje: com santidade, piedade e esperança nos novos céus e nova terra.Grupo de mulheres - Uma espera transformadora
- 1. O Dia do Senhor é certo
- Pedro afirma que o dia virá; não é possibilidade remota, mas promessa segura de Deus.
- 2. O Dia do Senhor será inesperado
- A imagem do ladrão mostra que a volta de Cristo acontecerá sem aviso prévio, em tempo desconhecido.
- 3. O Dia do Senhor será universal e revelador
- Céus, terra, elementos e obras humanas serão atingidos; nada ficará oculto diante de Deus.
- 4. O fogo de Deus julga e purifica
- A criação será transformada, o pecado julgado e Deus preparará um cenário novo.
- 5. A espera correta produz santidade e piedade
- A certeza da volta de Cristo chama o cristão a viver separado do pecado, reverente e alinhado à vontade de Deus.
- 6. A promessa dos novos céus e nova terra reorienta nossos afetos
- O cristão não se apega ao mundo presente como definitivo, mas vive com esperança na habitação eterna da justiça.
- 1. O Dia do Senhor é certo
- Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não — combate o bom combate e guarda a fé até o fim.Grupo de Estudo de Mulheres - Cuidado com os falsos mestres
- 1. A ordem solene: prega a Palavra em toda circunstância (vv. 1-2)
- Paulo conjura Timóteo perante Deus e Cristo, revelando que a pregação fiel não é opcional nem situacional. O mandato é corrigir, repreender e exortar com longanimidade e doutrina — mesmo quando não é oportuno aos olhos humanos. Não é um conselho de pastor experiente, mas uma ordem divinamente sancionada.
- 2. O diagnóstico: a apostasia do evangelho moldado ao gosto pessoal (vv. 3-4)
- Virão — e já estão presentes — aqueles que não suportam a sã doutrina. Acumulam mestres segundo as próprias cobiças e trocam a verdade pelas fábulas. O falso mestre só existe porque há ouvidos dispostos a recebê-lo; a responsabilidade é compartilhada entre quem ensina e quem escolhe ouvir.
- 3. O antídoto: sobriedade, perseverança e ministério integral (v. 5)
- Quatro imperativos: sê sóbrio, suporta aflições, evangeliza, cumpre cabalmente. A fidelidade não é parcial nem limitada ao ambiente eclesial — o cristão é íntegro e em tempo integral, em qualquer circunstância.
- 4. O encorajamento: o testemunho de Paulo e a esperança da coroa (vv. 6-8)
- Paulo testemunha que combateu, completou a carreira e guardou a fé. A coroa da justiça está reservada pelo Senhor — juiz reto — não apenas para Paulo, mas para todos que amam a sua vinda. A escatologia é fundamento da perseverança presente.
- 1. A ordem solene: prega a Palavra em toda circunstância (vv. 1-2)
- Lembrar da verdade já conhecida e confirmada, aguardando o reino eterno de Cristo com uma vida de santidade e devoção, pautada pela segura palavra profética.Grupo de Mulheres - Testemunho e autoridade
- A Promessa Escatológica de Deus (Isaías 25:1-9)
- Deus é louvado pelo juízo e salvação, culminando no banquete eterno onde a morte e as lágrimas serão abolidas.
- A Urgência de Lembrar as Verdades Essenciais (2 Pedro 1:12-15)
- Pedro, em sua última carta, exorta os crentes a recordarem continuamente as verdades já conhecidas e confirmadas, visando a entrada no reino eterno.
- O Fundamento Inabalável da Fé Cristã (2 Pedro 1:16-21)
- A certeza da fé baseada no testemunho ocular dos apóstolos (Transfiguração) e, sobretudo, na palavra profética divinamente inspirada das Escrituras.
- Vivendo com Expectativa e Santidade
- Aguardando o reino de Cristo, nossa vida deve ser marcada por santidade e devoção, refletindo a verdade que nos foi revelada.
- A Promessa Escatológica de Deus (Isaías 25:1-9)
- O jejum bíblico é uma prática espiritual essencial que expressa nosso amor a Deus, mortifica a carne, expõe o coração e nos prepara para buscá-Lo em oração, humilhação, arrependimento e consagração, ansiosos pelo retorno de Cristo.EBD - A prática do jejum
- Introdução: A Prática do Jejum e sua Importância na Piedade Cristã
- Definição de piedade cristã e como o jejum se encaixa nela como prática de santificação e devoção.
- O Jejum como Devoção e Mortificação da Carne
- A relação complicada com os alimentos; como o jejum expõe o coração e lida com a ansiedade e o pecado.
- Definição Bíblica de Jejum e seus Propósitos
- Abstenção voluntária de alimento e bebida para buscar a Deus em oração, humilhação, arrependimento ou consagração.
- Fundamentos Bíblicos do Jejum
- Análise de Mateus 6:16-18 ('Quando jejuardes' e a motivação secreta) e Mateus 9:14-15 (o jejum após a retirada do Noivo).
- Exemplos Bíblicos de Jejum e seus Objetivos
- Jejuns de humilhação (Esdras 8, Neemias 1), consagração (Atos 14), arrependimento (Joel 2).
- Jejuns Extraordinários (40 dias) vs. Jejuns Ordinários (curtos)
- A excepcionalidade dos jejuns de Moisés, Elias e Jesus; a normalidade dos jejuns mais curtos e com sabedoria.
- Perspectivas Teológicas sobre o Jejum
- Citações de Martinho Lutero, João Calvino e Matthew Henry sobre a finalidade e a importância do jejum na vida cristã.
- Introdução: A Prática do Jejum e sua Importância na Piedade Cristã
- Os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós (Rm 8:18)Romanos 8: 18-25 - Firme Esperança! - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A convicção de Paulo: sofrimento e glória são incomparáveis (v.18)
- Paulo declara com certeza pessoal ('tenho por certo') que nenhum sofrimento presente pode ser comparado à glória futura. A glória será revelada 'em nós', não apenas diante de nós — apontando para a ressurreição corporal dos filhos de Deus.
- 2. O contexto histórico: sofrimento concreto, não imaginário
- A carta foi escrita a cristãos em Roma já marginalizados socialmente, às vésperas da perseguição de Nero (64 d.C.), na qual muitos leitores seriam martirizados. Paulo fala de sofrimento real, vivido por ele e pelos destinatários, tornando sua convicção ainda mais poderosa.
- 3. A criação também geme e espera (v.19-21)
- O pecado afetou não apenas o ser humano, mas toda a criação, sujeitando-a à vaidade e corrupção. Contudo, a criação aguarda com expectativa a revelação dos filhos de Deus e a redenção que virá nos novos céus e na nova terra.
- 4. O gemido como dores de parto — sofrimento com esperança ativa (v.22-23)
- O gemido da criação e dos crentes não é desespero, mas é como dores de parto: intenso e real, mas cheio de esperança. Os crentes já têm as primícias do Espírito, mas aguardam a plena adoção — a redenção do corpo na ressurreição.
- 5. A natureza da esperança cristã: certeza firme no invisível (v.24-25)
- Fomos salvos na esperança — confiança firme no que ainda não se vê. A paciência cristã não é passividade, mas perseverança ativa sustentada pela certeza da promessa de Deus, sem depender das circunstâncias presentes.
- 1. A convicção de Paulo: sofrimento e glória são incomparáveis (v.18)
- O amor sacrificial em serviço, guiado pelo discernimento e pela mentalidade da ressurreição, é o distintivo do discípulo de Cristo, glorificando a Deus com tempo, talento e tesouro.Grupo de Estudo de Mulheres - Serviço e Discernimento
- A Marca Distintiva do Discípulo de Cristo
- João 13:34-35: O mandamento do amor mútuo como o fator determinante para ser reconhecido como discípulo de Jesus, contrastando com o amor mundano. Mateus 23:11-12: A humilhação e o serviço como o caminho para a exaltação no Reino de Deus.
- O Serviço ao Rei e ao Reino através dos 'Três T's'
- Tempo, Talento e Tesouro como meios práticos de manifestar o amor e o temor a Deus em serviço sacrificial.
- Tempo: Investindo com Mentalidade da Ressurreição
- Salmos 39:4 e 90:12: A oração por sabedoria na administração do tempo. Contrariando as 'mentalidades gulosas' e 'hacker' do mundo com a 'mentalidade da ressurreição' (1 Coríntios 15:58), onde o tempo é plantado para a eternidade.
- Talento: Edificando o Corpo de Cristo
- A dedicação de toda habilidade cristã ao serviço dos irmãos (Calvino). Reflexão sobre como usar os dons pessoais para suprir as necessidades da igreja e da família, do trivial ao espiritual.
- Dons e Serviço para a Glória de Deus
- 1 Pedro 4:7-11: A exortação a ser criterioso e sóbrio para a oração, usando os dons da multiforme graça de Deus para a glorificação de Cristo, sem negligenciar as responsabilidades primárias pessoais e familiares.
- A Marca Distintiva do Discípulo de Cristo
- Deus estabeleceu o seu Filho como Rei, e a única resposta sábia é submeter-se a ele com temor, alegria e confiança.Beijem os meus pés - Salmo 2 - Pr. Evandro Jr
- 1. A zombaria das nações contra o Senhor
- Salmo 2.1-3 mostra os povos e governantes unidos contra Deus e contra o seu Ungido, desejando rejeitar seu governo e sua lei.
- 2. A zombaria do Senhor contra as nações
- Salmo 2.4-6 revela que Deus não se sente ameaçado; ele ri, fala em ira e estabelece o seu Rei no santo monte Sião.
- 3. O Filho constituído Rei sobre os zombadores
- Salmo 2.7-9 apresenta o decreto divino: o Filho recebe as nações por herança e governa com autoridade absoluta.
- 4. O conselho do Senhor às nações ímpias
- Salmo 2.10-12 chama reis, juízes e povos ao arrependimento: servir ao Senhor, alegrar-se com tremor e beijar o Filho.
- 1. A zombaria das nações contra o Senhor
- Mateus 24 é uma fonte de esperança para os eleitos, revelando a fidelidade de Cristo no cumprimento de Suas profecias e a distinção entre a destruição do Templo e o fim dos tempos.1ª Conferência Pós-Milenista - O sermão escatológico de Jesus - Frank Brito
- I. O Choque da Profecia de Jesus (v.1-2)
- Os discípulos admiram o Templo; Jesus profetiza sua destruição total. Este é o ponto de partida e a chave interpretativa para todo o capítulo.
- II. A Pergunta dos Discípulos (v.3)
- No Monte das Oliveiras, indagam sobre 'estas coisas' (destruição do Templo) e os sinais da 'Tua vinda e da consumação do século', interligando os eventos.
- III. A Correção de Jesus: Distinção dos Eventos
- Jesus responde a ambas as perguntas, separando a destruição do Templo (v.4-34) do fim do mundo (a partir do v.35).
- IV. O Cumprimento dos Sinais do 'Princípio das Dores' (v.4-7)
- Sinais que precederam a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., confirmados pelo Novo Testamento e historiadores da época: A. Falsos Cristos e Falsos Profetas (v.4-5) B. Guerras e Rumores de Guerras (v.6) C. Fomes e Terremotos (v.7)
- V. A Advertência à Perseverança (v.13)
- Apesar das tribulações e enganos, o salvo é aquele que persevera até o fim.
- I. O Choque da Profecia de Jesus (v.1-2)
- O pós-milenismo é a escatologia do otimismo cristão, vendo o avanço vitorioso do Evangelho e o discipulado das nações antes do retorno de Cristo.1ª Conferência Pós-Milenista - O que é Pós Milenismo - Douglas Wilson
- Introdução: A Importância das Definições Escatológicas
- Abordagem da necessidade de clareza na escatologia e refutação de interpretações equivocadas, como a de Jesus ser um 'falso profeta'.
- O Que é Escatologia e os 'Últimos Dias'
- Definição de escatologia como o estudo das últimas coisas antes de Cristo, e a distinção entre os 'últimos dias do mundo' e os 'últimos dias da antiga era Judaica' (30 d.C. a 70 d.C.).
- O Que é o Milênio e Hermenêutica
- Explicação do milênio (Apocalipse 20) e da hermenêutica como a arte de interpretar a Bíblia, crucial para as discussões escatológicas.
- Escolas de Interpretação Profética
- Definição de futurista (profecias ainda no futuro), historicista (profecias ao longo da história da Igreja) e preterista (profecias do NT cumpridas no 1º século), com ressalva sobre o Hiper-preterismo.
- Escolas de Milenarismo
- Análise do pré-milenismo (histórico e dispensacionalista, com suas características distintas e críticas), amilenismo (nega milênio literal terreno) e pós-milenismo (Cristo retorna após a era de avanço do Evangelho).
- O Pós-Milenismo: Otimismo e o Reino de Deus
- Definição do pós-milenismo como intrinsecamente otimista quanto ao sucesso da Grande Comissão e o discipulado das nações, com uma visão de longo prazo para o estabelecimento do Reino.
- Ilustração Prática do Pós-Milenismo
- Exemplo da transformação de uma cidade através de famílias e instituições cristãs, e o impacto cultural gerado pela visão pós-milenista.
- Introdução: A Importância das Definições Escatológicas
- Viva com sobriedade e amor fervoroso, abraçando o sofrimento por Cristo, pois o fim de todas as coisas se aproxima e a glória de Deus será manifesta.Criteriosas e Sóbrias - 1 Pedro 4 - Semana 8 - Grupo de Estudo de Mulheres
- Morte para o pecado e pureza da vida (1 Pedro 4:1-6)
- Cristo sofreu na carne; armem-se com essa mesma atitude. Abandone o passado pecaminoso e viva segundo a vontade de Deus. Todos prestarão contas a Deus, o Juiz dos vivos e dos mortos.
- Deveres dos crentes uns para com os outros (1 Pedro 4:7-11)
- O fim de todas as coisas está próximo; sejam criteriosos e sóbrios na oração. Tenham amor intenso uns pelos outros, pratiquem a hospitalidade sem murmuração e sirvam com seus dons para a glória de Deus.
- Sofrer por Cristo é privilégio glorioso (1 Pedro 4:12-19)
- Não se surpreendam com o sofrimento; alegrem-se por serem coparticipantes de Cristo. Glorifiquem a Deus ao sofrerem como cristãos e confiem suas almas ao fiel Criador, continuando a fazer o bem.
- Morte para o pecado e pureza da vida (1 Pedro 4:1-6)
- Jesus Cristo, o Deus encarnado, veio ao mundo para salvar pecadores e reina como Senhor até a consumação.Cantata de natal - Deus Conosco
- 1. A criação boa de Deus e a entrada do pecado
- Deus criou todas as coisas boas, mas a transgressão de Adão e Eva trouxe pecado, morte e condenação sobre toda a humanidade.
- 2. A promessa de luz em meio às trevas
- Deus prometeu a semente da mulher que esmagaria a serpente, sustentando a esperança do seu povo em meio ao exílio do pecado.
- 3. O cumprimento da promessa na encarnação
- O Verbo eterno se fez carne; o Rei se humilhou e assumiu a forma humana para salvar seu povo.
- 4. Cristo, o Cordeiro de Deus
- João Batista aponta para Jesus como aquele que tira o pecado do mundo; a salvação vem pela obra de Cristo, não por obras humanas.
- 5. O chamado à fé, arrependimento e adoração
- Todos são chamados a vir a Cristo, abandonar a autoconfiança, entregar seus fardos e adorá-lo como Salvador.
- 6. O Rei que veio e voltará
- Cristo já veio, reina agora e voltará em glória para consumar seu reino e destruir definitivamente a morte.
- 1. A criação boa de Deus e a entrada do pecado
- O cristão deve permanecer firme no Senhor, imitando modelos piedosos, discernindo os inimigos da cruz e vivendo como cidadão dos céus enquanto aguarda Cristo.Os inimigos da cruz de Cristo - Fp 3: 17-21; 4:1 - Renato Oliveira
- 1. Imitar modelos piedosos
- Paulo chama os irmãos a imitá-lo não como alguém perfeito, mas como alguém que prossegue para o alvo em Cristo, abandonando o pecado e a justiça própria.
- 2. Discernir os inimigos da cruz
- Muitos podem andar entre a igreja e ainda assim viver contra a cruz, confiando em si mesmos e sendo dominados por desejos terrenos.
- 3. Rejeitar a falsa segurança religiosa
- Frequência, cargos e atividades da igreja não salvam. A salvação pertence ao Senhor e está fundada na obra de Cristo, não nas obras humanas.
- 4. Viver como cidadãos dos céus
- Os crentes não devem ter a mente presa às coisas terrenas, pois sua pátria está nos céus e sua esperança está na vinda do Salvador.
- 5. Permanecer firmes no Senhor
- A perseverança dos santos é sustentada pela preservação de Deus, que completará sua obra e transformará o seu povo na glória.
- 1. Imitar modelos piedosos
- Jesus ascendeu ao céu, foi entronizado à destra do Pai e enviou o Espírito para que sua igreja testemunhe dele até que ele volte em glória.A ascensão de Jesus - Atos 1:6-11 - Renato Oliveira
- 1. A pergunta dos discípulos revela preocupação terrena
- Eles perguntam sobre a restauração do reino a Israel, ainda ligados à expectativa de libertação nacional e política.
- 2. Jesus redireciona a igreja para a soberania do Pai e para a missão
- Tempos e épocas pertencem à autoridade de Deus; aos discípulos cabe receber o Espírito e testemunhar de Cristo.
- 3. A ascensão é um evento real e glorioso
- Jesus sobe aos céus à vista deles, sendo encoberto pela nuvem da glória de Deus.
- 4. Cristo ascende para ser exaltado à destra do Pai
- Ele toma seu lugar de autoridade, governa seu reino e preside como juiz de toda a terra.
- 5. O Espírito Santo garante a presença de Cristo com sua igreja
- Jesus se retira fisicamente para enviar o Consolador, que permanece com o povo de Deus.
- 6. A igreja deve testemunhar até que Cristo volte
- O mesmo Jesus que subiu retornará em glória, para salvação dos seus e juízo dos que o rejeitam.
- 1. A pergunta dos discípulos revela preocupação terrena
- O Evangelho é o poder de Deus para salvar pecadores por meio de Cristo, dentro do grande enredo bíblico de criação, queda, redenção e consumação.EBD - O que é o Evangelho? - Aula 04 - Renato Oliveira
- 1. O Evangelho deve ser definido pelas Escrituras
- A aula afirma o princípio do sola Scriptura: para responder 'o que é o Evangelho?', devemos ir à Palavra de Deus, não ao Google, à opinião pessoal ou a conceitos vagos.
- 2. O Evangelho é o poder de Deus para a salvação
- Romanos 1.16-17 mostra que Deus decidiu salvar pecadores por meio do Evangelho, especialmente pela pregação da mensagem de Cristo.
- 3. Criação: Deus é o Criador e deve ser glorificado
- Romanos 1.18-25 ensina que Deus se revelou na criação, mas os homens trocaram a verdade de Deus pela mentira e adoraram a criatura no lugar do Criador.
- 4. Queda: todos estão debaixo do pecado
- Paulo demonstra que gentios e judeus são culpados. Romanos 3.9-12 afirma que não há justo, nem quem busque a Deus.
- 5. Redenção: Cristo justifica gratuitamente pela graça
- Romanos 3.21-24 mostra que a justiça de Deus é recebida mediante a fé em Jesus Cristo, e que a justificação é gratuita, pela graça, mediante a redenção em Cristo.
- 6. Consumação: Cristo ressuscitou e voltará
- A mensagem aponta para a ressurreição, a volta de Cristo e a esperança de Apocalipse 21, quando Deus habitará com seu povo e removerá a morte e a dor.
- 1. O Evangelho deve ser definido pelas Escrituras
- Nossa verdadeira pátria não é deste mundo; somos peregrinos em busca da cidade que há de vir, seguindo a Cristo para fora do arraial, abraçando o vitupério e oferecendo sacrifícios de louvor.Nossa pátria não está aqui - Pr. Elmer Pires
- Cristo Crucificado Fora do Arraial
- O local da cruz como lugar de vergonha e impureza, e o chamado para o cristão carregar o mesmo vitupério.
- Somos Peregrinos Sem Cidade Permanente
- A transitoriedade da vida na terra e a busca pela cidade que há de vir (Hebreus 13:14).
- A Crítica à Vida no 'Aqui e Agora'
- A alegoria da 'Feira das Vaidades' como representação das distrações e ídolos mundanos.
- O Chamado à Renúncia e à Adoração
- Desvencilhar-se das vaidades, encontrar Cristo fora do arraial e oferecer sacrifício de louvor.
- Cristo Crucificado Fora do Arraial
- Os verdadeiros inimigos de Cristo são aqueles que professam fé, mas vivem para si mesmos e para as coisas terrenas, enquanto os fiéis têm seus pensamentos e esperança nos céus.Quem são os inimigos de Cristo? - Pr. Elmer Pires
- Os Inimigos da Cruz de Cristo
- Identificação dos que são inimigos, não por ódio explícito, mas por uma falsa profissão de fé e estilo de vida.
- As Características dos Inimigos
- Preocupação egoísta (o 'próprio umbigo'), orgulho de ações vergonhosas, foco exclusivo nas coisas terrenas, e a perdição como destino.
- A Dor de Paulo ao Advertir
- O apóstolo fala com tristeza e choro, não com raiva, por ver pessoas dentro da comunidade se perdendo.
- O Chamado à Autoavaliação
- Usar a Palavra de Deus como espelho para verificar se as características dos inimigos se aplicam a nós mesmos, examinando pensamentos e conversas.
- O Contraste com os Verdadeiros Crentes
- Aqueles que imitam Paulo e buscam a Cristo têm seus pensamentos nos céus, pois sua pátria é celestial e aguardam a volta de Cristo.
- Os Inimigos da Cruz de Cristo
- Deus domina a história e a conduzirá à consumação perfeita de todos os seus propósitos, conforme Sua vontade eterna.Grupo de Estudo - Cosmovisão Bíblica - Aula 04 - Consumação
- I. Introdução à Consumação
- A história nas mãos de Deus: Não é acaso, mas propósito divino e temor e adoração diante da soberania de Deus sobre a história.
- II. Recapitulação da Cosmovisão Bíblica
- Criação (propósito de glorificar e deleitar-se em Deus), Queda (deturpação do propósito) e Redenção (TULIP: depravação total, eleição incondicional, graça irresistível, perseverança dos santos).
- III. Entendendo a Doutrina da Consumação (Escatologia)
- Definição de Escatologia como o estudo das últimas coisas. Propósito da revelação escatológica (não curiosidade, mas cumprimento da lei de Deus, baseado em Dt 29:29 e 2 Tm 3:16-17). Divisões: Escatologia Individual e Geral.
- IV. A Importância Crítica da Escatologia Geral
- O Retorno de Cristo (fim da história, julgamento, era sem pecado). Perigo de erros doutrinários (minam autoridade das Escrituras e de Cristo). Críticas à Vinda de Cristo e a resposta Reformada (juízo iminente sobre a geração contemporânea, com Mateus 10:23, 16:28, Marcos 13:30 e o conceito de 'geração' como 40 anos).
- I. Introdução à Consumação
- O cristão não vive com o coração preso à terra nem paralisado olhando para o céu, mas serve na terra com o coração orientado pelo reino de Deus.Olhos na terra, coração no céu (Atos 1.4-14) - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Olhos na terra e coração na terra
- Os discípulos pensavam na restauração política de Israel, mas Jesus os chama a enxergar a realidade espiritual do reino de Deus. A vida cristã não pode ser reduzida a benefícios terrenos, carreira, conforto ou prosperidade.
- 2. Olhos no céu e coração no céu
- Depois da ascensão, os discípulos ficam olhando para o céu. Os anjos os corrigem: Cristo voltará, mas eles não deveriam permanecer paralisados. A esperança celestial não anula a responsabilidade presente.
- 3. Olhos na terra e coração no céu
- A forma correta de viver é trabalhar na terra com o coração orientado pelo céu. O cristão aguarda a volta de Cristo, mas serve, testemunha, ora e obedece enquanto peregrina neste mundo.
- 1. Olhos na terra e coração na terra
- O quarto animal de Daniel aponta para o poder imperial que se levanta na história, mas também para a soberania de Deus que estabelece o seu Reino por meio do Messias.Quem é o quarto animal nas profecias de Daniel? – Guilherme Reggiani
- 1. A semelhança entre Daniel 2 e Daniel 7
- Os dez dedos da estátua e os dez chifres do quarto animal apontam para reis ligados ao mesmo quarto reino.
- 2. O quarto animal é diferente e terrível
- Daniel 7 descreve um poder sem nome animal específico, forte, destruidor, com dentes de ferro e capacidade de esmagar seus adversários.
- 3. O próprio texto interpreta os dez chifres
- Daniel 7.24 afirma que os dez chifres correspondem a dez reis que se levantariam daquele reino.
- 4. A identificação histórica do quarto reino
- A mensagem identifica o quarto reino como Roma, por suceder a Grécia e por ser o império sob o qual Cristo veio ao mundo.
- 5. O chifre perseguidor e a guerra contra os santos
- O texto fala de um governante insolente que se levanta, abate três reis e persegue os santos do Altíssimo.
- 6. O Reino de Deus vem no tempo determinado
- A pedra de Daniel 2 aponta para o Reino vindo de Deus, estabelecido no contexto do quarto reino, quando o Messias é enviado.
- 1. A semelhança entre Daniel 2 e Daniel 7
- Somente o Deus do céu, soberano sobre reis e reinos, pode revelar os mistérios ocultos e estabelecer o Seu Reino eterno que prevalecerá sobre todos os impérios humanos.Pesadelo na Babilônia - Daniel 2 - Guilherme Reggiani
- A Demanda Impossível do Rei Nabucodonosor (Daniel 2:1-6)
- O rei tem um sonho perturbador e exige de seus sábios a revelação do sonho e sua interpretação, sob pena de morte.
- A Incapacidade Total dos Sábios da Babilônia (Daniel 2:7-13)
- Os magos, astrólogos e feiticeiros confessam sua impotência, afirmando que somente os deuses poderiam tal coisa, e que estes não se relacionam com os homens. Isso leva à ordem de execução de todos os sábios.
- A Oração Fiel de Daniel e a Revelação Divina (Daniel 2:14-23)
- Daniel pede um prazo ao rei, chama seus amigos para orar, e Deus revela o mistério em visão. Daniel responde com uma gloriosa oração de louvor a Deus por Sua sabedoria e poder.
- Daniel Diante do Rei: Toda Glória a Deus (Daniel 2:24-30)
- Daniel, ao se apresentar ao rei, humildemente declara que a revelação não vem de sua própria capacidade, mas de 'um Deus no céu' que revela mistérios.
- O Sonho da Grande Estátua (Daniel 2:31-35)
- Daniel descreve o sonho: uma estátua com cabeça de ouro, peito/braços de prata, ventre/coxas de bronze, pernas de ferro e pés de ferro misturado com barro, que é destruída por uma pedra cortada sem auxílio de mãos e que enche toda a terra.
- A Interpretação dos Impérios e do Reino Eterno (Daniel 2:36-45)
- A estátua representa sucessivos impérios terrenos (Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma), culminando no Reino de Deus, simbolizado pela pedra que destrói todos os reinos humanos e prevalece eternamente.
- A Demanda Impossível do Rei Nabucodonosor (Daniel 2:1-6)
- A esperança cristã no luto não nega a dor da perda, mas a transforma pela cosmovisão da vitória de Cristo sobre a morte e a certeza da reunião eterna.Efeitos colaterais: luto - 1Tessalonicenses 4:13-18 - Guilherme Reggiani
- O Problema: Luto como os que não têm esperança (v. 13)
- Cristãos agindo com cosmovisão inconsistente diante da morte, entristecendo-se sem a perspectiva da fé.
- Verdade 1: Jesus Venceu a Morte (v. 14a)
- A morte e ressurreição de Cristo são o fundamento de toda esperança cristã, revelando Sua vitória sobre o poder da morte.
- Verdade 2: Jesus Compartilha Sua Vitória com os Crentes (v. 14b)
- Aqueles que 'dormem' em Cristo serão trazidos por Deus com Ele, pois Sua ressurreição garante a ressurreição dos Seus.
- Verdade 3: Todos os Crentes Estarão Juntos na Eternidade (v. 15-17a)
- Na segunda vinda de Cristo, tanto os mortos quanto os vivos em Cristo serão arrebatados para se encontrarem com o Senhor nos ares, reunidos como Seu povo.
- Verdade 4: Não Haverá Mais Morte ou Separação (v. 17b)
- A morte, o último inimigo, será definitivamente destruída por Cristo, e os crentes estarão para sempre com o Senhor, livres da dor da separação.
- O Chamado: Consolar uns aos outros com estas Palavras (v. 18)
- A necessidade de aplicar essas verdades para viver o luto sob a cosmovisão de Cristo, sem ignorância.
- O Problema: Luto como os que não têm esperança (v. 13)
- A fidelidade a Cristo, mesmo na fraqueza e perseguição, é recompensada com uma porta aberta para a evangelização e uma herança gloriosa na Sua vinda.Filadélfia, uma igreja fiel (Apocalipse 3:7-12) - Pr. Renato Vargens
- Apresentação de Jesus à Igreja de Filadélfia
- Jesus se revela como o Santo e Verdadeiro, Senhor sobre tudo, em contraste com o paganismo e idolatria da cidade.
- Reconhecimento da Igreja de Filadélfia
- Jesus conhece as obras da igreja: pouca força humana (pequena, pobre, escrava), mas fiel em guardar Sua palavra e não negar Seu nome, apesar de perseguida e odiada.
- A Porta Aberta e seu Significado
- Cristo coloca uma porta aberta que ninguém pode fechar, que é uma porta de salvação e evangelização, uma oportunidade para pregar o Evangelho.
- Desafios para Entrar pela Porta
- Os problemas que poderiam impedir a igreja de entrar pela porta: fraqueza humana, oposição dos judeus ('sinagoga de Satanás') e a ameaça de futuras tribulações.
- Lições para a Igreja Fiel
- Não basta guardar a Palavra, é preciso anunciá-la; não basta não negar Cristo, é preciso proclamá-lo; não basta ser ortodoxa, é preciso ser missionária; não basta acreditar nos valores do Reino, é preciso proclamá-lo.
- As Promessas de Jesus aos Vencedores
- Recompensa e herança gloriosa: permanecer firme até a segunda vinda, ser coluna no santuário de Deus e receber um novo nome (o nome de Cristo).
- Apresentação de Jesus à Igreja de Filadélfia
- Perseverar na oração é clamar a Deus sem esmorecer, confiando que Ele fará justiça aos seus escolhidos no tempo certo.Perseverantes na Oração (Romanos 12:12) - Diego Venâncio
- 1. Devemos orar sempre e nunca esmorecer
- Jesus declara no início da parábola que esse é o propósito do ensino: formar discípulos persistentes na oração.
- 2. Devemos perseverar apesar da aparente demora
- A viúva foi ignorada por algum tempo, mas continuou insistindo. Assim também o cristão não deve concluir que Deus se esqueceu dele quando a resposta não vem no tempo esperado.
- 3. Devemos orar buscando a justiça de Deus
- A viúva clamava por julgamento contra seu adversário. O crente deve apresentar suas necessidades reais diante de Deus, confiando que somente Ele pode agir com justiça perfeita.
- 4. A oração perseverante demonstra fé
- Jesus relaciona o clamor dos escolhidos com a pergunta: quando vier o Filho do Homem, achará fé na terra? Perseverar em oração revela confiança viva em Deus.
- 5. A esperança da volta de Cristo sustenta a oração
- O contexto de Lucas 17-18 aponta para a vinda do Filho do Homem. O cristão ora enquanto espera o cumprimento final da justiça divina.
- 1. Devemos orar sempre e nunca esmorecer
- Jesus é o Cristo — permaneça na verdade e não seja enganadoJesus é o Cristo! - 1 João 2:18-29 - Pr. Renato Oliveira