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Evangelismo e missões
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- Estudo do Evangelho de Lucas
- Os milagres de Jesus confirmam Sua autoridade e ministério, apontando para a pregação do Evangelho do Reino como Seu propósito central.EBD - Estudo do Evangelho de Lucas - Lucas 4:38-44
- I. O Contexto do Evangelho de Lucas e Seu Propósito
- Lucas, um gentio, escreve para gentios (Teófilo) com foco nos marginalizados e excluídos, para que se tenha 'plena certeza das verdades' (Lucas 1:4).
- II. Jesus na Casa de Simão: Cura e Autoridade (Lc 4:38-39)
- Jesus cura a sogra de Pedro de uma febre alta com um comando, demonstrando poder imediato sobre a enfermidade. Implicação sobre o celibato papal.
- III. Multiplicidade de Curas e Expulsão de Demônios (Lc 4:40-41)
- Jesus cura muitos enfermos impondo as mãos e expulsa demônios que o reconhecem como o Filho de Deus, silenciando-os para evitar distorção de Sua identidade.
- IV. O Propósito dos Milagres
- Milagres são sinais que confirmam o ministério e a obra de Deus (Moisés, Elias, Jesus), não a existência de Deus (já evidente na criação). Distinção entre milagres em sentido amplo e restrito.
- V. As Funções Específicas dos Milagres de Jesus
- 1. Testificam a verdade de Sua mensagem. 2. Confirmam-no como o Messias profetizado (Isaías 53). 3. Demonstram Sua autoridade para curar e perdoar pecados.
- VI. A Raiz do Pecado e a Prioridade de Jesus (Lc 4:42-44)
- Doenças e males são sintomas do pecado. Jesus, após as curas, declara a necessidade de pregar o Evangelho do Reino em outras cidades, pois essa é a Sua missão primordial.
- I. O Contexto do Evangelho de Lucas e Seu Propósito
- Jesus, ungido pelo Espírito Santo, veio para cumprir as profecias do Messias, trazendo libertação e graça, mas enfrentou rejeição por se apresentar como o próprio cumprimento da Palavra de Deus, o que exige de nós disposição para o custo do Evangelho.EBD - Estudo do Evangelho de Lucas - Lucas 4:14-30 - Pr. Elmer Pires
- O Retorno e Início do Ministério na Galileia (vv. 14-15)
- Jesus, no poder do Espírito, regressa à Galileia; Sua fama se espalha enquanto ensina nas sinagogas e é glorificado. A ação do Espírito Santo o capacita e conduz.
- A Proclamação Messiânica em Nazaré (vv. 16-21)
- Jesus entra na sinagoga em Nazaré, lê Isaías 61:1-2, e declara que a Escritura se cumpre n'Ele, revelando Sua identidade como o Messias.
- Os Propósitos do Ministério de Cristo (vv. 18-19)
- Evangelizar os pobres (espiritualmente falidos), proclamar libertação aos cativos (do pecado), restaurar a vista aos cegos (trazer luz em trevas), e libertar os oprimidos (do diabo), apregoando o ano aceitável do Senhor (o perdão e vida eterna).
- A Reação da Multidão e a Provocação de Jesus (vv. 22-27)
- Inicialmente maravilhados, depois questionam a origem de Jesus ("filho de José"). Jesus, percebendo a incredulidade, cita exemplos de Elias e Eliseu, onde Deus estendeu graça a gentios, expondo a rejeição e a soberania da graça divina.
- A Ira e a Tentativa de Assassinato (vv. 28-29)
- A multidão se enche de ira, expulsa Jesus da cidade e tenta precipitá-Lo de um monte, marcando o início da intensa oposição ao Seu ministério.
- A Saída Miraculosa de Jesus (v. 30)
- Jesus, soberanamente, passa por entre a multidão e se retira, demonstrando que Seu tempo não havia chegado e que ninguém poderia frustrar o plano de Deus.
- O Retorno e Início do Ministério na Galileia (vv. 14-15)
- A Palavra do Senhor Governa a História em Meio ao Caos HumanoEBD - Estudo do Evangelho de Lucas - Lucas 3:1-6
- O Contexto Histórico e Político do Chamado de João Batista
- Lucas situa o ministério de João em meio ao governo de líderes romanos e religiosos, revelando um cenário de intrigas e caos (Lucas 3:1-2a).
- A Soberania da Palavra de Deus
- Em contraste com o poder humano, a Palavra do Senhor veio a João no deserto, demonstrando que Deus governa a história e organiza o caos por meio de Sua fala (Lucas 3:2b; Gênesis 1:1-2).
- A Mensagem de João Batista e a Profecia de Isaías
- João prega o batismo de arrependimento para o perdão dos pecados, cumprindo Isaías 40:3-5, que anuncia a preparação do caminho para o Senhor e a salvação de Deus para toda a humanidade (Lucas 3:3-6).
- O Contexto Histórico e Político do Chamado de João Batista
- Enxergar a Cristo é ver a salvação de Deus.EBD - Estudo do Evangelho de Lucas - Lucas 2:29-38
- 1. Enxergar a Cristo é ver a salvação de Deus
- Simeão reconhece no menino Jesus a Consolação de Israel e declara que seus olhos viram a salvação preparada por Deus.
- 2. A obra de Cristo serve a todos os povos
- Jesus é luz para revelação aos gentios e glória de Israel, cumprindo as promessas antigas e anunciando salvação para todos os povos.
- 3. A obra de Cristo causa divisão
- Cristo é pedra de tropeço para uns e fundamento de salvação para outros; sua vinda distingue fé e incredulidade.
- 4. Identificar-se com Cristo traz consequências
- Simeão anuncia que uma espada traspassaria a alma de Maria, apontando para o sofrimento ligado à morte de Cristo e à revelação dos corações.
- 5. O evangelho vem aos que aguardam a salvação de Deus
- Ana, em adoração perseverante, vê o cumprimento da promessa e passa a anunciar o menino aos que esperavam a redenção.
- 1. Enxergar a Cristo é ver a salvação de Deus
- Os milagres de Jesus confirmam Sua autoridade e ministério, apontando para a pregação do Evangelho do Reino como Seu propósito central.EBD - Estudo do Evangelho de Lucas - Lucas 4:38-44
- As canções do Servo de Isaías
- Ouçam o Servo: Cristo foi chamado por Deus para restaurar seu povo e ser luz de salvação até os confins da terra.As canções do Servo de Isaías - Isaías 49: 1-7 - Pr. Humberto Moraes
- 1. O chamado do Servo às nações
- Isaías 49 começa com o Servo dizendo: “Ouvi-me”. O chamado não é restrito a Israel, mas se dirige às terras do mar e aos povos de longe.
- 2. O Servo chamado e preparado por Deus
- O Senhor o chamou desde o ventre, fez sua boca como espada aguda e o guardou como flecha polida em sua aljava.
- 3. O Servo fiel diante da aparente inutilidade
- O Servo declara ter trabalhado em vão, mas confia que seu direito e sua recompensa estão diante do Senhor.
- 4. O Servo que restaura Israel
- Cristo vem para trazer Jacó de volta e reunir Israel ao Senhor, resgatando o servo infiel que falhou em sua vocação.
- 5. O Servo como luz para os gentios
- A missão do Servo se amplia: ele é dado como luz às nações e salvação até a extremidade da terra.
- 6. O Servo desprezado e exaltado
- Embora desprezado e aborrecido pelas nações, ele será honrado por reis e príncipes por causa da fidelidade do Senhor que o escolheu.
- 1. O chamado do Servo às nações
- O Servo do Senhor é escolhido, sustentado e enviado por Deus para estabelecer justiça e ser luz para as nações.As canções do Servo de Isaías - Isaías 42:1-9 - Pr. Humberto Moraes
- 1. O fracasso dos servos humanos
- Os reis de Israel falharam em confiar plenamente no Senhor, e Israel, chamado servo de Deus, mostrou-se surdo e infiel à lei divina.
- 2. A limitação de Ciro como instrumento de Deus
- Ciro poderia ser usado providencialmente para trazer Israel de volta da Babilônia, mas não podia transformar Israel em verdadeiro servo do Senhor.
- 3. A apresentação do Servo fiel
- Deus apresenta o seu Servo escolhido, sustentado por ele e cheio do Espírito, em quem sua alma se agrada.
- 4. A missão do Servo
- O Servo vem estabelecer justiça, ser aliança para o povo e luz para as nações, realizando uma obra que alcança salvação e restauração.
- 5. A resposta do povo de Deus
- A igreja deve confiar no Servo, ouvir a Palavra, buscar santificação e testemunhar aos povos a salvação do Senhor.
- 1. O fracasso dos servos humanos
- Ouçam o Servo: Cristo foi chamado por Deus para restaurar seu povo e ser luz de salvação até os confins da terra.As canções do Servo de Isaías - Isaías 49: 1-7 - Pr. Humberto Moraes
- Você é protestante?
- Não me envergonho do Evangelho, porque nele Deus salva pecadores pela fé em Cristo e revela a sua justiça.Você é protestante? - Romanos 1:16-17 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Paulo está pronto para pregar o Evangelho
- Romanos 1:15 prepara os versículos 16 e 17. Paulo sabe que a pregação lhe custará sofrimento, mas permanece disposto porque confia no poder da mensagem.
- 2. O Evangelho é a boa notícia de Deus em Cristo
- A mensagem central das Escrituras é que Cristo veio salvar pecadores por graça, mediante a fé, conforme textos citados no sermão como João 3:16, 1 Coríntios 15:3-4, Efésios 2:8-9 e Romanos 3:23-24.
- 3. O Evangelho é o poder de Deus para salvação
- O maior poder não é cura, revelação ou sinais extraordinários, mas o poder de Deus que abre olhos, dá fé e salva pecadores por meio da pregação.
- 4. A salvação é para todo aquele que crê
- O Evangelho veio primeiro aos judeus, mas também aos gentios. Não depende de sangue, origem, etnia ou mérito, mas da fé na mensagem de Cristo.
- 5. A justiça de Deus se revela no Evangelho
- Deus não ignora o pecado. Na cruz, Cristo paga a dívida do pecador, cumprindo a justiça divina e tornando possível a justificação pela fé.
- 6. O justo viverá pela fé
- A vida diante de Deus começa e permanece pela fé, não pelas obras. Essa verdade foi central na Reforma Protestante e permanece essencial para a igreja.
- 1. Paulo está pronto para pregar o Evangelho
- Não me envergonho do Evangelho, porque nele Deus salva pecadores pela fé em Cristo e revela a sua justiça.Você é protestante? - Romanos 1:16-17 - Pr. Guilherme Reggiani
- Você é evangélico?
- O evangelho é de Deus, prometido nas Escrituras, centrado em Cristo e recebido pela fé para produzir graça, paz e obediência santa.Você é evangélico? - Romanos 1:1-7 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Paulo, servo de Cristo
- Antes de apresentar suas credenciais apostólicas, Paulo se identifica como servo de Jesus Cristo, mostrando submissão à autoridade daquele que o comissionou.
- 2. O evangelho é de Deus
- O evangelho não pertence à igreja, ao pregador ou à experiência pessoal; ele é definido por Deus e deve corrigir nossas opiniões quando elas entram em conflito com a Escritura.
- 3. O evangelho é o centro das Escrituras
- Aquilo que Paulo anuncia em Romanos já havia sido prometido por Deus no Antigo Testamento por meio dos profetas e das Sagradas Escrituras.
- 4. O evangelho é sobre Jesus Cristo
- Cristo é o Filho de Deus, descendente de Davi segundo a carne e declarado Filho de Deus com poder pela ressurreição dos mortos.
- 5. O evangelho produz fé obediente, santidade, graça e paz
- Os que pertencem a Cristo são chamados à obediência por fé, à santidade e à participação na missão entre os povos, vivendo da graça e paz que vêm de Deus.
- 1. Paulo, servo de Cristo
- O evangelho é de Deus, prometido nas Escrituras, centrado em Cristo e recebido pela fé para produzir graça, paz e obediência santa.Você é evangélico? - Romanos 1:1-7 - Pr. Guilherme Reggiani
- Marcas de um discípulo de Jesus Cristo
- Jesus Cristo é quem chama e forma os seus discípulos; suas marcas são arrependimento e fé, proclamação e entrega.Marcas de um discípulo de Jesus Cristo - Marcos 1.14-20 - Leonardo Honda
- 1. Arrependimento e fé
- Jesus anuncia que o tempo está cumprido, o reino de Deus chegou e todos devem arrepender-se e crer no evangelho.
- 2. Proclamação
- Jesus chama Simão e André e declara que fará deles pescadores de homens; o discípulo é formado para testemunhar e anunciar o evangelho.
- 3. Entrega
- Simão, André, Tiago e João deixam redes, barco e antigas seguranças para seguir Jesus imediatamente.
- Autoexame espiritual
- A mensagem insiste que boa doutrina, frequência à igreja e linguagem religiosa não substituem regeneração, arrependimento e fé viva.
- 1. Arrependimento e fé
- Jesus Cristo é quem chama e forma os seus discípulos; suas marcas são arrependimento e fé, proclamação e entrega.Marcas de um discípulo de Jesus Cristo - Marcos 1.14-20 - Leonardo Honda
- Stand-alone sermons
- Deus é o Comandante que guia e preserva o barco da história até o porto final, mesmo quando os planos humanos são interrompidos.Temos um Comandante - Romanos 15: 22-33 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Recapitulação: a responsabilidade humana de remar
- Todo cristão é, antes de tudo, servo de Jesus Cristo (Rm 1:1) e é chamado a servir com seus dons, como cada remador em um barco.
- 2. Os planos de Paulo
- Visitar Roma a caminho da Espanha, mas antes ir a Jerusalém entregar a coleta reunida pela Macedônia e Acaia em favor dos pobres entre os santos (v.22-29).
- 3. A dependência da oração mesmo diante de planos definidos
- Paulo pede à igreja que lute com ele em oração por sua libertação dos rebeldes da Judeia e pela boa aceitação do seu serviço (v.30-32).
- 4. A bênção final como reconhecimento da soberania de Deus
- 'E o Deus da paz seja com todos vós' (v.33) — os planos só se cumprem sob a vontade e a paz que vêm de Deus.
- 5. A ilustração do Comandante
- A história do navio Endurance, de Ernest Shackleton, preso no gelo da Antártida em 1915, ilustra que mesmo o mais competente planejamento humano está debaixo do governo de um Deus que comanda o barco da história.
- 1. Recapitulação: a responsabilidade humana de remar
- Somos convocados pela graça de Deus para ser ministros do evangelho de Cristo onde Ele ainda não é conhecido.Convocados - Romanos 15: 14-21 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A confiança apostólica na maturidade dos romanos (v.14)
- Paulo reconhece bondade, pleno conhecimento e capacidade de admoestação mútua — sinais de uma igreja saudável. O evangelismo nasce de comunidades maduras, não de congregações frágeis.
- 2. A graça como fundamento da ousadia no ministério (v.15)
- Paulo escreve ousadamente não por arrogância, mas porque a graça de Deus lhe conferiu responsabilidade apostólica. Toda ousadia cristã na missão deriva de um chamado, não de uma ambição.
- 3. O evangelismo como ato sacerdotal de culto (v.16)
- Paulo usa linguagem litúrgica para descrever a proclamação do evangelho: oferecer os gentios como oferta aceitável a Deus, santificada pelo Espírito Santo. Missão é adoração.
- 4. Toda glória pertence somente a Cristo (v.17-18)
- Paulo recusa-se a gloriar-se em qualquer coisa senão no que Cristo fez por seu intermédio. Todo fruto missionário é obra de Cristo; o servo é apenas o instrumento da graça.
- 5. O alcance do evangelho pelo poder do Espírito Santo (v.19)
- De Jerusalém ao Ilírico, o evangelho avançou por sinais, prodígios e pelo poder do Espírito Santo. O Espírito é o agente da missão; o pregador é o instrumento dependente.
- 6. A visão pioneira: pregar onde Cristo ainda não é conhecido (v.20-21)
- A ambição de Paulo é evangelizar onde o nome de Cristo nunca foi anunciado, cumprindo Isaías 52:15. É um princípio missionário que deve moldar a visão estratégica de toda igreja.
- 1. A confiança apostólica na maturidade dos romanos (v.14)
- Todo cristão salvo por Cristo é enviado como testemunha para anunciar o evangelho que abre olhos, traz perdão e reúne pecadores ao povo santo de Deus.Culto de Domingo - Pr. Wilson Bento
- 1. O chamado de Paulo diante de Agripa
- Paulo narra sua conversão e a comissão recebida de Cristo para ser ministro e testemunha.
- 2. A condição espiritual do mundo
- O mundo está cego, em trevas, sob o poder de Satanás, condenado em pecados e sem fé em Jesus.
- 3. A impossibilidade humana e a ação soberana de Deus
- Nenhum homem pode abrir olhos espirituais ou perdoar pecados, mas Deus usa sua Palavra anunciada por instrumentos humanos.
- 4. O evangelho como luz da glória de Cristo
- À luz de 2 Coríntios 4, a pregação revela Cristo e ilumina corações cegados pelo deus deste século.
- 5. Os frutos da evangelização
- Conversão das trevas para a luz, libertação do poder de Satanás, perdão de pecados, santificação pela fé e comunhão entre os santos.
- 6. O chamado de toda a igreja
- Todo cristão, homem ou mulher, jovem ou idoso, é chamado a anunciar as grandezas de Deus.
- 7. Cristo como o maior tesouro
- A missão cristã flui de um coração que considera Cristo superior a tudo e se alegra em testemunhar dele.
- 1. O chamado de Paulo diante de Agripa
- Cristo é o nosso refúgio, e homens fortes e corajosos são aqueles que vivem pela Palavra, cuidam espiritualmente do lar e anunciam o evangelho onde Deus os colocou.Grupo de homens - Cristo é nosso refúgio
- 1. Deus cumpre fielmente o que prometeu
- A divisão das terras e das cidades mostra que o Senhor prometeu, deu e cumpriu. A organização de Israel na terra era testemunho da fidelidade divina.
- 2. O povo de Deus deve ser governado pela Palavra
- Josué não organiza a nação por opinião humana, mas segundo o mandado do Senhor dado por Moisés.
- 3. As cidades levíticas preservavam a vida espiritual do povo
- Os levitas foram distribuídos entre as tribos para ensinar a lei, conduzir a adoração e ajudar o povo a permanecer fiel.
- 4. O homem cristão deve exercer liderança espiritual no lar
- Como sacerdócio real, o crente não terceiriza toda responsabilidade espiritual; ele deve ensinar, discipular e conduzir sua família na Palavra.
- 5. O cristão deve anunciar o evangelho onde Deus o colocou
- A missão não pertence somente a pastores e diáconos; todo cristão deve ser luz do mundo e sal da terra, falando de Cristo a familiares, vizinhos e colegas.
- 6. As cidades de refúgio revelam justiça e misericórdia
- O homicida involuntário recebia proteção contra vingança imediata e tinha direito a julgamento justo, apontando para a necessidade de refúgio diante da culpa.
- 1. Deus cumpre fielmente o que prometeu
- A misericórdia de Deus derruba a soberba espiritual: fomos salvos quando éramos desobedientes, e por isso não desprezamos aqueles que ainda não creem.Contra a prepotência espiritual - Romanos 11: 25-32 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. O mistério que não pode ser ignorado
- Paulo revela uma verdade antes oculta para impedir a presunção dos gentios: o endurecimento parcial de Israel e a entrada da plenitude dos gentios fazem parte do plano de Deus.
- 2. A esperança futura para Israel
- A queda dos judeus não é final. Deus não rejeitou definitivamente seu povo, e Paulo aponta para uma futura misericórdia, relacionada à plenitude dos gentios e à salvação de todo Israel.
- 3. O combate à soberba espiritual
- Os gentios não devem se gloriar contra os judeus, pois eles também eram desobedientes e só foram alcançados pela misericórdia de Deus.
- 4. Dois erros a evitar no trato com os judeus
- A igreja deve rejeitar tanto o espírito judaizante, que considera judeus incrédulos como povo de Deus fora de Cristo, quanto o antissemitismo, que despreza os judeus e nega sua dignidade e esperança.
- 5. A misericórdia como fundamento da vida cristã
- Deus salva pecadores desobedientes por graça. Essa verdade deve produzir humildade, compaixão, temor e zelo evangelístico.
- 1. O mistério que não pode ser ignorado
- Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não — combate o bom combate e guarda a fé até o fim.Grupo de Estudo de Mulheres - Cuidado com os falsos mestres
- 1. A ordem solene: prega a Palavra em toda circunstância (vv. 1-2)
- Paulo conjura Timóteo perante Deus e Cristo, revelando que a pregação fiel não é opcional nem situacional. O mandato é corrigir, repreender e exortar com longanimidade e doutrina — mesmo quando não é oportuno aos olhos humanos. Não é um conselho de pastor experiente, mas uma ordem divinamente sancionada.
- 2. O diagnóstico: a apostasia do evangelho moldado ao gosto pessoal (vv. 3-4)
- Virão — e já estão presentes — aqueles que não suportam a sã doutrina. Acumulam mestres segundo as próprias cobiças e trocam a verdade pelas fábulas. O falso mestre só existe porque há ouvidos dispostos a recebê-lo; a responsabilidade é compartilhada entre quem ensina e quem escolhe ouvir.
- 3. O antídoto: sobriedade, perseverança e ministério integral (v. 5)
- Quatro imperativos: sê sóbrio, suporta aflições, evangeliza, cumpre cabalmente. A fidelidade não é parcial nem limitada ao ambiente eclesial — o cristão é íntegro e em tempo integral, em qualquer circunstância.
- 4. O encorajamento: o testemunho de Paulo e a esperança da coroa (vv. 6-8)
- Paulo testemunha que combateu, completou a carreira e guardou a fé. A coroa da justiça está reservada pelo Senhor — juiz reto — não apenas para Paulo, mas para todos que amam a sua vinda. A escatologia é fundamento da perseverança presente.
- 1. A ordem solene: prega a Palavra em toda circunstância (vv. 1-2)
- A fé vem pela pregação, e a pregação pela palavra de Cristo.A Palavra de Cristo - Romanos 10: 16-18 - Pr. Guilherme Reggiani
- A Triste Realidade da Incredulidade (v.16)
- Nem todos obedecem ao Evangelho, conforme a profecia de Isaías (53:1).
- O Fundamento da Igreja e das Missões é a Palavra (v.17a)
- A fé vem pela pregação, e a pregação deve ser *da Palavra de Cristo*. A 'corrente da evangelização' é qualificada e fundamentada *na Palavra*. Crítica à perda da centralidade da Palavra na evangelização e na igreja moderna, reafirmando o princípio da Reforma Protestante do Sola Scriptura.
- A Palavra Pregada é a Própria Palavra de Cristo (v.17b)
- Paulo equipara a pregação fiel da Palavra à voz de Cristo. A autoridade da Palavra transcende a personalidade do pregador, sendo um meio de graça sobrenatural onde Deus fala por meio de ministros legalmente chamados.
- A Abrangência Universal da Mensagem (v.18)
- A voz da Palavra alcança 'toda a terra' e 'os confins do mundo', conforme a Escritura.
- O Chamado à Reforma Pessoal e Eclesiástica
- A centralidade da Palavra nos púlpitos deve começar na vida particular e no lar do crente, pois nenhuma igreja é reformada se as vidas não forem reformadas.
- A Triste Realidade da Incredulidade (v.16)
- A salvação está ao alcance de todos por meio da fé em Jesus Cristo, e essa fé vem pelo ouvir da pregação do evangelho.Zelo com entendimento - Romanos 10: 12-15 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A salvação está ao alcance de todos
- Não há distinção entre judeu e grego: todos são pecadores incapazes de salvar a si mesmos, e todos têm em Cristo a única esperança de salvação pela fé.
- 2. Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo
- Deus é rico em graça para todos os que o invocam. A promessa do evangelho é anunciada livremente a todos os pecadores.
- 3. A verdadeira invocação nasce da fé
- Invocar não é mera fala religiosa, mas clamor de fé, dependência e submissão ao Senhor Jesus.
- 4. A fé vem pelo ouvir da pregação
- Paulo apresenta a ordem: invocar, crer, ouvir, pregar e enviar. Deus usa a proclamação do evangelho como meio para salvar.
- Conclusão: a soberania de Deus fortalece a missão
- A eleição não paralisa a igreja; ela encoraja a pregação, pois Deus dá crescimento ao trabalho realizado em seu nome.
- 1. A salvação está ao alcance de todos
- O cristão deve viver no mundo sem pertencer ao mundo: presente na missão, separado do pecado, guiado pela Palavra e pela piedade real.EBD - Crescendo em piedade - O cristão e o mundo
- 1. A santidade deve ser vivida na vida real
- O cristão não pode justificar sua falta de piedade pelo fato de viver em uma sociedade corrupta, promíscua ou hostil à fé.
- 2. Jesus nos quer no mundo, guardados do mal
- João 17 mostra que Cristo não pediu a retirada dos discípulos do mundo, mas sua preservação espiritual em meio ao mundo.
- 3. A graça nos educa no presente século
- Tito 2 ensina que a salvação produz uma vida sensata, justa e piedosa enquanto aguardamos a bendita esperança.
- 4. O separatismo é uma falsa solução
- Isolar-se dos não crentes compromete a missão e não remove o pecado do coração.
- 5. Regras humanas não produzem verdadeira santidade
- Colossenses 2 condena a religião de aparência, baseada em proibições inventadas, incapaz de vencer a carne.
- 6. O mundanismo é amizade com Deus impossível
- 1 João 2, Tiago 4 e Salmo 1 ensinam que o cristão não deve amar nem seguir os valores e caminhos do mundo.
- 7. O cristão vive como peregrino
- Ele convive com a sociedade, mas sua identidade, direção e prazer estão na lei do Senhor.
- 1. A santidade deve ser vivida na vida real
- Aqueles que não eram povo de Deus são chamados por Ele de 'povo meu' — a graça soberana transforma nossa identidade mais profunda.O Deus Que Muda Nomes - Romanos 9:25-29 - Pr Guilherme Reggiani
- 1. O ponto de partida: quem são os vasos de misericórdia? (Rm 9:23-24)
- Paulo estabelece que o povo eleito de Deus é formado não somente de judeus, mas também de gentios — criando a base argumentativa para as citações proféticas que se seguem.
- 2. A parábola viva de Oséias: nomes como sentença de julgamento (Os 1:2-9)
- Deus ordena a Oséias que se case com Gômer e dê a seus três filhos nomes terríveis: Jezreel (disperso), Lo-ruhamá (desfavorecida) e Lo-ami (não meu povo), representando a condição espiritual de Israel após sua apostasia e infidelidade.
- 3. A promessa da reversão: Deus muda os nomes (Os 1:10 – 2:23)
- O mesmo Deus que nomeou o julgamento promete a restauração: os 'não meu povo' serão chamados 'filhos do Deus vivo'; os dispersos serão reunidos; as desfavorecidas serão favorecidas — tudo isso apontando para Cristo como a Cabeça sob quem o verdadeiro Israel se unificará.
- 4. A aplicação apostólica: gentios incluídos no povo de Deus (Rm 9:25-26)
- Paulo aplica a profecia de Oséias à realidade da Igreja: os gentios, que eram estranhos à aliança, estão sendo chamados e integrados ao povo de Deus. A nova identidade — amados, povo de Deus, filhos do Deus vivo — é fruto exclusivo da graça soberana, não de mérito ou etnia.
- 5. O testemunho de Isaías: soberania no remanescente e na preservação (Rm 9:27-29)
- Isaías complementa o argumento: não é todo Israel étnico que é salvo, mas um remanescente segundo a eleição; e sem a intervenção soberana de Deus, nenhum israelita teria escapado. A salvação sempre foi por graça, não por descendência.
- 1. O ponto de partida: quem são os vasos de misericórdia? (Rm 9:23-24)
- Evangelizar e fazer missões é levar fielmente a Palavra de Deus para que pecadores sejam chamados ao arrependimento e Cristo seja adorado onde ainda não é adorado.EBD - Crescendo em piedade - Evangelismo e Missões
- 1. A base comum de evangelismo e missões
- Evangelismo e missões são distintos, mas ambos partem da verdade de que Deus é missionário e promete redenção ao homem caído.
- 2. O pecado destruiu a adoração devida a Deus
- A queda de Adão e Eva afetou toda a humanidade, colocando o homem debaixo do pecado e afastando-o do propósito para o qual foi criado: adorar ao Senhor.
- 3. O evangelho é o instrumento de Deus
- A Palavra de Deus não volta vazia; o evangelho é o poder de Deus para salvação e cumpre o propósito determinado pelo Senhor.
- 4. Por que evangelizar
- Evangelizamos porque Deus usa a pregação para cumprir seu plano, porque amar o próximo inclui apresentar Cristo, e porque obedecemos à ordem do Senhor.
- 5. Quem deve evangelizar e quem deve ouvir
- Todo cristão salvo deve proclamar o evangelho; descrentes precisam ser chamados à fé e ao arrependimento, e crentes precisam ser continuamente exortados à santificação.
- 6. Como evangelizar
- O evangelismo deve ser fiel às Escrituras, dependente do Espírito Santo, marcado por amor, mansidão e clareza sobre pecado, arrependimento e Cristo.
- 7. A missão da igreja entre as nações
- Missões envolve toda a igreja para proclamar Cristo onde ele ainda não é adorado, por meio de envio, oração, sustento e participação.
- 1. A base comum de evangelismo e missões
- A Palavra de Deus, quando anunciada com fidelidade, não é apagada pela perseguição; antes, Deus a usa para difundir o evangelho e sustentar seu povo.A segunda reforma - Eduardo Marques
- 1. Patrick Hamilton e o início do testemunho reformado na Escócia
- Hamilton abraçou a doutrina da justificação pela fé, ensinou o povo a examinar a Bíblia e morreu por não negar suas convicções.
- 2. A perseguição que espalha a Palavra
- A morte de Hamilton não sufocou o evangelho; ao contrário, despertou perguntas e fez a mensagem reformada avançar.
- 3. George Wishart: pregação bíblica, serviço e coragem
- Wishart ensinou as Escrituras nos idiomas originais, pregou contra o pecado, serviu os pobres e cuidou dos enfermos durante a peste.
- 4. A suficiência da Escritura contra tradições humanas
- No julgamento, Wishart respondeu às acusações citando a Bíblia, contrastando a autoridade das Escrituras com doutrinas humanas.
- 5. John Knox e o peso do chamado ministerial
- Knox foi influenciado por Wishart, assumiu o ministério com temor e entendeu que fidelidade a Deus está acima da aprovação humana.
- 1. Patrick Hamilton e o início do testemunho reformado na Escócia
- Jesus é o Messias prometido: suas obras e as Escrituras confirmam sua identidade, e a resposta correta é crer, não tropeçar nele.EBD - Reconhecendo o Messias desconhecido (Lucas 7:18-30)
- 1. A dúvida de João Batista
- João, estando preso e esperando a manifestação plena do Messias, envia mensageiros para perguntar se Jesus é aquele que haveria de vir.
- 2. A resposta de Jesus
- Jesus responde por meio de suas obras e do cumprimento das profecias: curas, libertações, ressurreição e pregação do evangelho aos pobres.
- 3. O testemunho de Jesus sobre João
- Cristo afirma que João é profeta e mais que profeta, o mensageiro que preparou o caminho do Senhor.
- 4. A superioridade do reino de Deus
- Mesmo sendo grande, João pertence ao tempo de transição; os menores no reino participam das bênçãos da nova aliança em Cristo.
- 5. A dupla resposta ao evangelho
- Publicanos e o povo reconhecem a justiça de Deus, enquanto fariseus e intérpretes da lei rejeitam o plano de Deus.
- 1. A dúvida de João Batista
- A sabedoria divina nos capacita a viver para a glória de Deus em todas as esferas, mesmo em meio às crises e à complexidade do mundo.1ª Conferência de Jovens A dádiva da sabedoria Perguntas e Respostas
- Evangelização em Amor e Sabedoria
- Como abordar ateus e niilistas com mansidão, usando perguntas que geram reflexão, permitindo que o Evangelho faça sua obra.
- A Dádiva da Graça Comum
- Compreensão de como Deus restringe o mal e age providencialmente através de pessoas e eventos, mesmo em contextos seculares, para o benefício de todos.
- A Canonicidade de Eclesiastes e a Sabedoria Bíblica
- Exploração da estrutura "polifônica" de Eclesiastes, onde uma voz ortodoxa contextualiza as reflexões do pregador, e o entendimento de que toda verdade, mesmo de ímpios, procede de Deus.
- Viver para a Glória de Deus em Todas as Vocações
- A motivação cristã para o estudo, trabalho e engajamento social, vendo essas atividades como oportunidades de glorificar a Deus e exercer a vocação como "máscaras de Deus".
- Perseverança na Fé em Meio às Crises
- Reconhecimento de que cristãos podem enfrentar dúvidas profundas, mas a salvação permanece segura pela graça, e as provações podem aprofundar a compreensão da providência e da graça divina.
- Evangelização em Amor e Sabedoria
- A verdadeira catolicidade da Igreja reside na união de todos os crentes pelo evangelho de Jesus Cristo, transcendendo tempo, cultura e denominações, mas não se unindo àqueles que pregam um evangelho diferente.Você é católico? - Romanos 1:8-15 - Pr. Guilherme Reggiani
- A Introdução de Paulo à Igreja em Roma
- Gratidão de Paulo pela fé da igreja de Roma e seu desejo de visitá-los (Romanos 1:8-12).
- O Contexto de Roma no Primeiro Século
- Roma como centro do poder, pecado, idolatria e hostilidade ao evangelho, contrastado com a fé vibrante da igreja.
- Paralelo Contemporâneo
- A experiência na Capital Hill Church em Washington D.C. como exemplo de igreja saudável em ambiente desafiador.
- A Catolicidade da Igreja
- Definição de 'católico' como a universalidade e unidade da Igreja de Cristo, composta por todos os crentes verdadeiros.
- O Evangelho como Base da Catolicidade
- A fé no evangelho de Jesus Cristo como o fundamento da união e distinção da verdadeira Igreja.
- Diferença entre a Igreja Católica e a Catolicidade Bíblica
- A recusa da Igreja Católica Apostólica Romana em ser verdadeiramente 'católica' devido ao abandono do evangelho da graça e da fé somente.
- O Exemplo de Paulo na Prática da Catolicidade
- As orações incessantes de Paulo por igrejas que não conhecia pessoalmente como manifestação genuína da catolicidade.
- A Introdução de Paulo à Igreja em Roma
- A fé que guardamos aqui é a mesma fé da igreja de Roma no primeiro século — somos um só povo, unido pelo mesmo evangelho de Cristo.Culto manhã - Romanos 1.8-15 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Uma Igreja no coração do inimigo (v. 8 e contexto histórico)
- Roma era o centro do poder político, da imoralidade pagã e da oposição ao evangelho no século I. Uma Igreja saudável e reconhecida mundialmente naquele ambiente é prova irrefutável da graça soberana de Deus, não de condições favoráveis.
- 2. A gratidão como postura diante da obra de Deus (v. 8)
- Paulo começa com ação de graças a Deus mediante Jesus Cristo. A fé proclamada em todo o mundo não é crédito da Igreja, mas de Deus. A gratidão é a resposta correta e necessária diante de toda obra de Deus no meio do seu povo.
- 3. O vínculo da oração e do amor fraternal (vv. 9-12)
- Paulo ora incessantemente pela Igreja de Roma, deseja visitá-la e espera ser mutuamente encorajado pela fé dela. Esse é o modelo da comunhão dos santos: edificação recíproca por meio da fé compartilhada, transcendendo distâncias geográficas e culturais.
- 4. O senso de débito missionário (vv. 13-15)
- Paulo se declara devedor a todos — gregos e bárbaros, sábios e ignorantes. A catolicidade gera impulso missionário: quem pertence à Igreja universal sente-se responsável por todo o mundo e está pronto a anunciar o evangelho em qualquer lugar.
- 5. O que é catolicidade — definição e importância doutrinária
- Catolicidade é a universalidade da Igreja de Cristo: uma só Igreja, composta por todos os verdadeiros crentes de todos os tempos, culturas e lugares. Não é propriedade de denominação alguma, mas de todos os que confessam o mesmo evangelho histórico e bíblico.
- 6. O evangelho como fundamento e critério da verdadeira catolicidade
- A comunhão verdadeira está no evangelho de Jesus Cristo — não em tradição, denominação ou hierarquia humana. Quem corrompe o evangelho misturando graça e obras perde a catolicidade verdadeira, independentemente do nome que carregue.
- 1. Uma Igreja no coração do inimigo (v. 8 e contexto histórico)
- O pós-milenismo é a escatologia do otimismo cristão, vendo o avanço vitorioso do Evangelho e o discipulado das nações antes do retorno de Cristo.1ª Conferência Pós-Milenista - O que é Pós Milenismo - Douglas Wilson
- Introdução: A Importância das Definições Escatológicas
- Abordagem da necessidade de clareza na escatologia e refutação de interpretações equivocadas, como a de Jesus ser um 'falso profeta'.
- O Que é Escatologia e os 'Últimos Dias'
- Definição de escatologia como o estudo das últimas coisas antes de Cristo, e a distinção entre os 'últimos dias do mundo' e os 'últimos dias da antiga era Judaica' (30 d.C. a 70 d.C.).
- O Que é o Milênio e Hermenêutica
- Explicação do milênio (Apocalipse 20) e da hermenêutica como a arte de interpretar a Bíblia, crucial para as discussões escatológicas.
- Escolas de Interpretação Profética
- Definição de futurista (profecias ainda no futuro), historicista (profecias ao longo da história da Igreja) e preterista (profecias do NT cumpridas no 1º século), com ressalva sobre o Hiper-preterismo.
- Escolas de Milenarismo
- Análise do pré-milenismo (histórico e dispensacionalista, com suas características distintas e críticas), amilenismo (nega milênio literal terreno) e pós-milenismo (Cristo retorna após a era de avanço do Evangelho).
- O Pós-Milenismo: Otimismo e o Reino de Deus
- Definição do pós-milenismo como intrinsecamente otimista quanto ao sucesso da Grande Comissão e o discipulado das nações, com uma visão de longo prazo para o estabelecimento do Reino.
- Ilustração Prática do Pós-Milenismo
- Exemplo da transformação de uma cidade através de famílias e instituições cristãs, e o impacto cultural gerado pela visão pós-milenista.
- Introdução: A Importância das Definições Escatológicas
- Cristo é o Senhor da história; por isso a igreja enfrenta a guerra espiritual com fé, sobriedade e esperança, usando as bênçãos e tecnologias como mordomos, não como idólatras.1ª Conferência Pós-Milenista - O mundo está melhorando? - Douglas Wilson
- 1. Corrigindo a ideia de progresso cristão
- O avanço do reino não é linear como um foguete; há vales, recuos e crises, mas Cristo conduz a história no longo prazo.
- 2. Cristo governa a história
- O cristão não precisa ser dominado por medo de redes sociais, tecnologia, notícias ou caos cultural, pois Jesus é Senhor sobre tudo.
- 3. A vitória futura não nega a guerra presente
- O pós-milenismo apresentado não afirma ausência de conflito, mas confiança de que a guerra será vencida por causa da obra de Cristo.
- 4. Riqueza e tecnologia como bênçãos perigosas
- Riqueza, ferramentas digitais e inovação são bens criados, mas trazem tentações de idolatria, orgulho, distração e mau uso.
- 5. A cruz como chave para interpretar a história
- O pior ato humano, a crucificação de Cristo, foi usado por Deus para realizar a maior vitória; assim, Deus governa até as ações más sem ser autor do pecado.
- 6. Fé ativa diante dos gigantes
- A igreja deve enfrentar desafios culturais e missionários com a fé de quem sabe que Cristo reina e que oportunidades devem ser usadas para sua glória.
- 1. Corrigindo a ideia de progresso cristão
- Ouvir o evangelho sem responder com arrependimento, fé e obediência é tornar-se insensível à própria Palavra do Senhor.Sexta-feira cultural - Vitor Quevedo
- 1. A condição humana sem Cristo
- Efésios 2 apresenta o homem como morto em delitos e pecados, escravo do curso deste mundo, da carne e da desobediência.
- 2. A iniciativa soberana de Deus
- A salvação começa com “Mas Deus”: rico em misericórdia, ele dá vida ao pecador por causa do seu grande amor em Cristo.
- 3. A reconciliação em Cristo
- Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens suas transgressões, e confiou à igreja a palavra da reconciliação.
- 4. O perigo da insensibilidade espiritual
- Em Mateus 11, Jesus denuncia uma geração que ouve a mensagem de Deus, mas não responde com arrependimento e fé.
- 5. A resposta correta ao evangelho
- A Palavra exige uma resposta viva: ouvir com atenção, arrepender-se, crer, obedecer, adorar e testemunhar de Cristo.
- 1. A condição humana sem Cristo
- A ferida leal do evangelho cura a alma ao expor o pecado e levar ao arrependimento, enquanto o elogio enganoso do mundo leva à perdição.A ferida que cura a alma - Provérbios 27:6 - Pr. Renato Oliveira
- Introdução: O Paradoxo de Provérbios 27:6
- A ferida que cura a alma e o beijo que engana. A importância da palavra 'ferida'.
- O Verdadeiro Amor Segundo as Escrituras
- Não se baseia em sentimentos, mas na verdade e nos mandamentos de Deus; Deus como o padrão do amor (1 Co 13:6, 1 Jo 4:8, 2 Jo 1:6, Rm 13:10).
- Leais são as Feridas Feitas Pelo que Ama
- A necessidade de falar verdades difíceis, a repreensão que liberta do pecado (Lv 19:17). A tristeza segundo Deus que leva ao arrependimento (2 Co 7:8-10). O perigo do orgulho, mesmo diante das bênçãos.
- Os Beijos de Quem Odeia são Enganosos
- A falsidade e hipocrisia nas relações. A indiferença como um 'ódio velado'. A ilusão de afeto que esconde a falta de cuidado genuíno.
- O Evangelho: A Ferida que Cura a Alma
- O Evangelho fere nosso orgulho e justiça própria ao revelar a totalidade de nosso pecado (Rm 3). Essa ferida gera arrependimento e fé em Cristo. A graça de Deus como favor imerecido (Ef 2:8).
- A Responsabilidade de Anunciar a Verdade
- Não ter medo de ferir com a verdade do Evangelho, mesmo para familiares e amigos. Fugir de 'falsos evangelhos' que oferecem conforto sem confronto (Mt 7:22-23). O perfeito amor lança fora o medo (1 Jo 4:18).
- Introdução: O Paradoxo de Provérbios 27:6
- O Evangelho não é um conselho sobre o que devemos fazer, mas uma notícia sobre o que Cristo já fez: o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê.A mensagem da igreja - Romanos 1:1-7 e 1:16-17 - Pr. Thiago Guerra
- A Forma do Evangelho: Uma Notícia de Vitória
- O Evangelho é um 'euangelion' (notícia de vitória), não conselhos morais ou autoajuda. Ele anuncia o que Cristo fez por nós, diferente de outras religiões que focam no que o homem deve fazer.
- A Proteção do Evangelho: De Deus e para a Igreja
- O Evangelho pertence a Deus e não pode ser adulterado. A igreja, especialmente seus membros, tem a responsabilidade de protegê-lo, zelando pela sã doutrina e escolhendo ministros fiéis.
- A Hermenêutica do Evangelho: A Leitura Cristocêntrica das Escrituras
- O Evangelho foi prometido nas Escrituras e estas devem ser lidas com as lentes de Cristo. Jesus abriu o entendimento dos discípulos (Lucas 24) para ver como toda a Escritura testifica a respeito Dele.
- A Essência do Evangelho: Jesus Cristo, o Filho de Deus
- O Evangelho 'diz respeito a seu filho' (Rm 1:3), Jesus Cristo, o descendente de Davi e Filho de Deus com poder pela ressurreição. Ele é o poder de Deus para salvação pela fé em Sua justiça revelada (Rm 1:16-17).
- A Forma do Evangelho: Uma Notícia de Vitória
- A fé cristã é universal em seu escopo e verificável em seus efeitos, fundamentada em relatos autênticos de testemunhas oculares.EBD - Introdução ao Evangelho de Lucas - Pr. Elmer Pires
- I. A Escolha do Evangelho de Lucas para Estudo
- A importância de estudar Lucas por ser parte da Bíblia e sua perspectiva única como Evangelho de um autor gentio para um público gentio.
- II. O Autor do Evangelho: Lucas, o Historiador e Médico
- Evidências internas e externas que apontam para Lucas como o autor, um companheiro de Paulo e o único escritor gentio do NT, que compilou relatos de testemunhas oculares.
- III. O Destinatário: O Excelentíssimo Teófilo
- A identidade de Teófilo como um gentio de alto status social, que buscava instrução e certeza na fé cristã, revelando o público-alvo do Evangelho.
- IV. A Data da Escrita e a Confiabilidade dos Textos Bíblicos
- Discussão sobre a provável data de escrita (59-63 d.C. ou 70-80 d.C.) e a superioridade da confiabilidade textual do Novo Testamento em comparação com outros escritos antigos.
- V. A Relação de Lucas com o Livro de Atos e Outros Evangelhos
- Lucas como a primeira parte de uma obra contínua que inclui Atos, a distinção de Lucas como sinótico com ênfase gentia, e sua narrativa detalhada da vida de Cristo.
- VI. Pontos Práticos: Universalidade e Verificabilidade da Fé Cristã
- A fé cristã é para todos e é baseada em fatos históricos e relatos autênticos, permitindo a defesa e o fortalecimento da fé.
- I. A Escolha do Evangelho de Lucas para Estudo
- O ministério cristão é um chamado soberano de Deus, que pela Sua graça capacita o menor dos santos a pregar as insondáveis riquezas de Cristo, manifestando o mistério divino e humilhando as potestades infernais por meio da Igreja, tudo conforme Seu propósito eterno.O ministério cristão - Efésios 3:7-13 - Pr. Guilherme Reggiani
- I. A Comissão Divina de Paulo (v. 7-8a)
- Paulo foi constituído Ministro pela graça de Deus e a força operante do Seu poder, não por mérito próprio, sendo o menor de todos os santos. O chamado é passivo, vem de Deus.
- II. O Conteúdo do Ministério: As Insondáveis Riquezas de Cristo (v. 8b)
- O propósito é pregar aos gentios o evangelho que revela as riquezas que estão no próprio Cristo, a verdadeira satisfação dos desejos da alma.
- III. O Propósito Humano do Ministério: Manifestar o Mistério (v. 9)
- Além de pregar, o ministério visa manifestar o mistério do evangelho, abrindo os olhos e ouvidos espirituais dos homens pela ação soberana do Espírito Santo.
- IV. O Propósito Espiritual do Ministério: Humilhar as Potestades (v. 10)
- Pela Igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torna conhecida aos principados e potestades nos lugares celestiais, demonstrando a vitória de Cristo e o avanço do Seu Reino.
- V. A Base e a Conclusão do Ministério (v. 11-13)
- Tudo se fundamenta no propósito eterno de Deus em Cristo Jesus, que nos garante ousadia e acesso com confiança pela fé. Por isso, os crentes são exortados a não desfalecer nas tribulações, pois a glória de Deus se manifesta nelas.
- I. A Comissão Divina de Paulo (v. 7-8a)
- Sem Cristo não há Natal; sem Cristo não há esperança.O que é natal? - Mateus 1: 1-17 - Pr. Elmer Pires
- 1. O Natal é a história do nascimento de um Rei
- Jesus é apresentado como filho de Davi e filho de Abraão, o Rei prometido e personagem central do Natal.
- 2. A genealogia mostra o governo soberano de Deus
- As gerações de Mateus revelam que Deus conduziu toda a história até a vinda de Cristo.
- 3. Deus usa pessoas pecadoras e improváveis
- Tamar, Raabe, Rute e Bate-Seba mostram que Deus cumpre seus propósitos mesmo em meio a pecado, fraqueza, vergonha e sofrimento.
- 4. Maria aponta para o cumprimento da promessa
- Por meio dela, Jesus nasce como o Filho do Altíssimo, o Rei cujo reinado não terá fim.
- 5. Cristo é a salvação e a esperança do Natal
- Jesus veio ao mundo para viver e morrer no lugar de pecadores, tornando-se nossa esperança e nossa salvação.
- 1. O Natal é a história do nascimento de um Rei
- A sabedoria entra pelos ouvidos, desce ao coração e transborda pelos lábios para a confiança no Senhor e o ensino fiel.Aprender e ensinar - Provérbios 22: 17 - 21 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. Ouvir com discernimento
- Salomão chama o filho a inclinar os ouvidos às palavras dos sábios. O cristão deve estar atento ao conhecimento ao seu redor, sem medo sectário, mas sempre provando tudo pela Escritura.
- 2. Aplicar a verdade ao coração
- A exposição constante à Palavra não aproveita se permanecer apenas como informação. O ouvinte deve receber a pregação de modo ativo, buscando entendimento, arrependimento e prática.
- 3. Guardar e transbordar pelos lábios
- A sabedoria guardada no coração deve se tornar fala santa: ensino, aconselhamento, admoestação, louvor, evangelização e edificação de outros.
- 4. Submeter todo conhecimento à Palavra de Deus
- O sermão mostra que é possível aproveitar conhecimentos de fontes não cristãs, desde que não sejam a base final da fé, da moral ou da salvação.
- 5. Confiar no Senhor
- O alvo da instrução não é orgulho intelectual, mas confiança no Senhor, certeza das palavras da verdade e capacidade de responder com clareza.
- 1. Ouvir com discernimento
- Evangelizar é ensinar o evangelho com o objetivo de persuadir, confiando que Deus salva pecadores por meio da mensagem de Cristo.Persevere na Evangelização - Renato Oliveira
- 1. O conhecimento bíblico deve conduzir à piedade e à missão
- O estudo revisa temas como Escrituras, revelação, Trindade, salvação, oração, lei de Deus e história da igreja, mostrando que tudo isso deve ser transmitido a outras pessoas.
- 2. Todo cristão deve evangelizar
- A ausência de evangelização exige exame sério: falta de conversão, medo, vergonha ou despreparo não devem ser tratados como desculpas permanentes.
- 3. Evangelizar é ensinar o evangelho com objetivo de persuadir
- A evangelização visa comunicar as boas novas de Cristo para que pessoas creiam e sejam salvas.
- 4. Erros a evitar na evangelização
- Não chamar incrédulos de irmãos, não fazer promessas que Deus não fez, não dizer que a vida cristã será fácil e não substituir o evangelho pelo testemunho pessoal.
- 5. O exemplo da mulher samaritana
- Depois de ouvir Cristo e reconhecer sua identidade messiânica, ela chama outros para considerarem quem Jesus é.
- 6. Uma estrutura simples do evangelho
- Criação, queda, redenção e consumação ajudam o cristão a apresentar a mensagem de modo claro e ordenado.
- 7. Evangelizar com oração, amor e perseverança
- A igreja deve orar pela conversão dos ouvintes, respeitar até pessoas difíceis como portadoras da imagem de Deus e evangelizar em grupo para apoio mútuo.
- 1. O conhecimento bíblico deve conduzir à piedade e à missão
- A mentira é pecado contra Deus e contra o próximo; a verdade deve marcar quem pertence a Cristo, que é a própria Verdade.A mentira e a verdade - Pr. Elmer Pires - Provérbios 21:28
- 1. A testemunha falsa perecerá
- O falso testemunho é tratado pela Escritura como pecado grave, não como falha pequena. Ele ameaça a vida, a honra e a justiça do próximo.
- 2. Falso testemunho é mentira contra Deus e contra o próximo
- O nono mandamento se aplica de modo restrito ao testemunho em juízo e de modo amplo a toda forma de mentira, fraude, dissimulação, fake news e engano cotidiano.
- 3. A mentira revela o coração pecaminoso
- Jesus ensina que falsos testemunhos procedem do coração. A mentira não é apenas um erro externo, mas expressão de corrupção interior.
- 4. Deus abomina e julga a mentira
- Provérbios, o caso de Ananias e Safira e Apocalipse 21:8 mostram que Deus não trata a mentira com indiferença.
- 5. A testemunha verdadeira fala a verdade
- A segunda parte do provérbio aponta para o justo que fala corretamente. Cumprir o nono mandamento envolve abandonar a mentira e zelar ativamente pela verdade.
- 6. Cristo é a Verdade e faz seu povo testemunhar
- A verdade é plenamente revelada em Cristo. Quem pertence a ele deve viver de modo coerente e proclamar o evangelho como testemunha verdadeira.
- 1. A testemunha falsa perecerá
- Cristo, o Filho do Deus vivo, edifica a sua igreja sobre a confissão verdadeira do evangelho, comprando e reunindo seu povo para testemunhar dele no mundo.Culto noturno - Mateus 16: 13-18 - Pr. Wilson Bento
- 1. A pergunta decisiva de Jesus
- Jesus pergunta o que o povo diz sobre ele e, depois, confronta os discípulos: “E vós, quem dizeis que eu sou?”
- 2. A confissão fundamental da igreja
- Pedro confessa: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, reconhecendo Jesus como o Messias prometido e Filho de Deus.
- 3. Cristo é o edificador e dono da igreja
- Jesus declara: “edificarei a minha igreja”; a igreja não pertence a homens, mas ao Senhor Jesus.
- 4. O Cristo que edifica é o Cordeiro digno
- Apocalipse 5 mostra Jesus como o Leão da tribo de Judá, a raiz de Davi e o Cordeiro que venceu.
- 5. Cristo edifica salvando e libertando pessoas
- Em Atos 16, Cristo abre o coração de Lídia, liberta uma jovem oprimida e salva o carcereiro e sua casa.
- 6. A igreja é comprada, enviada e perseverante
- Os crentes pertencem a Cristo, foram comprados por seu sangue e devem testemunhar, discipular e permanecer firmes.
- 1. A pergunta decisiva de Jesus
- Ensina-nos a contar os nossos dias para que alcancemos coração sábio.Usando nossos dias para a Glória de Deus
- I. O Eterno Deus e a Brevidade Humana (Salmo 90:1-6)
- Deus como refúgio eterno (v. 1-2) e a transitoriedade da vida humana (v. 3-6).
- II. A Realidade da Ira de Deus e do Pecado (Salmo 90:7-9)
- Os dias consumidos pela ira divina e os pecados ocultos expostos diante de Deus.
- III. A Oração por Sabedoria e o Uso dos Dias (Salmo 90:10-12)
- A duração e a dificuldade da vida humana (v. 10), a importância de reconhecer o poder da ira de Deus (v. 11), e o clamor por um coração sábio para usar os dias para a glória de Deus e proclamação de Cristo (v. 12).
- I. O Eterno Deus e a Brevidade Humana (Salmo 90:1-6)
- Cristo é o Rei inevitável: ou nos submetemos a ele com fé e temor, ou permanecemos em rebelião contra o seu governo.O Rei inevitável - Salmo 2 - Pr. Guilherme Reggiani
- 1. A rebelião das nações contra Deus e seu Ungido
- Os povos e reis se unem em oposição ao Senhor, desejando romper os vínculos da sua lei e do seu governo.
- 2. A meditação vã dos ímpios
- Enquanto o justo medita na lei do Senhor, os ímpios ocupam a mente com vaidade, pecado e planos de autonomia contra Deus.
- 3. A resposta soberana de Deus
- Deus, que habita nos céus, ri da pretensão dos rebeldes; nenhum poder humano pode ameaçar seu trono.
- 4. A constituição do Rei messiânico
- O Senhor estabelece seu Rei em Sião, apontando para Cristo, o Filho, que recebe as nações por herança.
- 5. O chamado à submissão e ao refúgio
- O salmo convoca reis, juízes e todos os homens à prudência, temor, serviço e fé no Filho.
- 1. A rebelião das nações contra Deus e seu Ungido
- A igreja que crê no Deus soberano não ora primeiro por conforto, mas por ousadia para anunciar a Palavra em meio às ameaças.Pr.Diego Lopes - Uma Oração Com Ousadia
- 1. A igreja ameaçada busca a Deus em oração
- Pedro e João relatam as ameaças, e a comunidade responde unânime, não com pânico, mas com clamor ao Senhor.
- 2. A oração começa com a soberania de Deus
- Deus é confessado como soberano Senhor e Criador, aquele que governa todas as circunstâncias, inclusive a perseguição.
- 3. A igreja interpreta a oposição pela Escritura
- O Salmo 2 mostra que a rebelião contra o Ungido de Deus já era conhecida e estava debaixo do propósito divino.
- 4. A cruz revela responsabilidade humana e decreto divino
- Herodes, Pilatos, gentios e Israel se levantaram contra Cristo, mas Deus cumpriu o que havia predeterminado para a salvação.
- 5. A oração pede ousadia, não mera preservação
- Os discípulos não pedem primeiro o fim das ameaças; pedem intrepidez para continuar anunciando a Palavra.
- 6. O Espírito Santo capacita a igreja para a missão
- Depois da oração, todos ficam cheios do Espírito Santo e proclamam a Palavra de Deus com coragem.
- 1. A igreja ameaçada busca a Deus em oração
- Deus é o Comandante que guia e preserva o barco da história até o porto final, mesmo quando os planos humanos são interrompidos.Temos um Comandante - Romanos 15: 22-33 - Pr. Guilherme Reggiani