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EBD - O Poder através da Oração Parte 1 - Renato Oliveira

Renato Oliveira · 27/02/2023 · Mateus 6.5-13; com referências de apoio a Lucas 3.21-22; Marcos 1.35; João 6.11; Lucas 9.28-29; João 17.1; Mateus 26.36; Filipenses 4.6-7; Mateus 7.11; 1 Tessalonicenses 5.16-18; Romanos 12.12; Efésios 6.17-18; João 3.3.

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A oração é meio de graça, ordenança de Deus e prática de dependência: por isso, o cristão ora como discípulo que imita Cristo, com reverência, sinceridade e perseverança.

  • Texto-base
    • Mateus 6.5-13; com referências de apoio a Lucas 3.21-22; Marcos 1.35; João 6.11; Lucas 9.28-29; João 17.1; Mateus 26.36; Filipenses 4.6-7; Mateus 7.11; 1 Tessalonicenses 5.16-18; Romanos 12.12; Efésios 6.17-18; João 3.3.
      • Mateus 6 faz parte do Sermão do Monte, no qual Jesus instrui seus discípulos sobre a justiça do Reino. Nesse trecho, ele corrige práticas religiosas feitas para receber louvor humano e ensina uma oração moldada pela reverência a Deus, pela submissão à sua vontade e pela dependência filial. A mensagem também usa exemplos dos Evangelhos para mostrar que o próprio Cristo mantinha vida constante de oração em momentos decisivos de seu ministério.
  • Ideia central
    • O cristão deve perseverar em oração porque Cristo orava, porque Deus ordena a oração e porque ela é meio de graça pelo qual desfrutamos, com reverência e dependência, das bênçãos conquistadas por Cristo.
  • Esboço da mensagem
    • 1. Por que devemos orar
      • Porque Jesus orava, porque a oração é meio de graça e porque Deus ordena que seu povo ore.
    • 2. O exemplo de Cristo em oração
      • Jesus orou no batismo, em lugares desertos, antes de alimentar a multidão, no monte da transfiguração, na oração sacerdotal e no Getsêmani.
    • 3. Como não devemos orar
      • Não devemos orar para sermos vistos, para competir espiritualmente, para publicar piedade ou para repetir palavras vazias.
    • 4. Como devemos orar segundo o Pai Nosso
      • Com reverência a Deus, desejo por sua santidade, anseio pelo Reino, submissão à vontade divina, dependência diária, arrependimento, perdão e súplica por livramento.
    • 5. Aplicações práticas da oração
      • A oração exige vida secreta com Deus, santidade, equilíbrio emocional, novo nascimento, tempo dedicado, perseverança e disciplina contra a negligência e o sono.
  • Doutrinas · Confissão de 1689
    • A oração como parte da adoração devida a Deus e prática ordenada pelas Escrituras
      • Cap. 22 - Da Adoração e do Dia de Descanso
    • A suficiência das Escrituras para orientar como devemos orar
      • Cap. 1 - Das Sagradas Escrituras
    • Cristo como Mediador, por meio de quem temos acesso às bênçãos espirituais conquistadas na cruz
      • Cap. 8 - De Cristo, o Mediador
    • Santificação como vida de piedade formada diante de Deus, especialmente em secreto
      • Cap. 13 - Da Santificação
    • Fé salvadora e necessidade do novo nascimento para que haja verdadeira oração
      • Cap. 14 - Da Fé Salvadora
    • Arrependimento, confissão de pecados e busca diária do perdão de Deus
      • Cap. 15 - Do Arrependimento
  • Aplicações
    • Pessoal
      • Separe um período real e exclusivo para oração, sem celular, televisão ou distrações desnecessárias.
      • Examine diariamente seus pecados conhecidos e peça que Deus revele e perdoe também pecados dos quais você não tem plena consciência.
      • Evite tanto fabricar emoções quanto sufocar afetos legítimos; ore com sinceridade, reverência e domínio próprio.
      • Ore pedindo ajuda para perdoar quem o ofendeu, lembrando que você também depende do perdão de Deus.
      • Organize seu sono e sua rotina para que a oração não seja sempre sacrificada pela negligência ou pelo cansaço.
    • Família
      • Ensine a família que oração não é fórmula mágica nem repetição vazia, mas comunhão reverente com o Pai.
      • Ore com a família por sustento diário, perdão, proteção contra tentações e submissão à vontade de Deus.
      • Cultive um ambiente doméstico em que pedir perdão e perdoar sejam práticas reais, não apenas palavras religiosas.
      • Ajude filhos e familiares a verem a oração como privilégio e meio de graça, não como tarefa mecânica antes das refeições ou de dormir.
    • Igreja
      • Valorize reuniões e momentos de oração como meios de graça para edificação da igreja.
      • Evite transformar oração em competição espiritual, exposição pública de piedade ou medida de superioridade entre irmãos.
      • Ore por todos os santos, conforme Efésios 6.17-18, reconhecendo que a igreja vive em batalha espiritual.
      • Promova uma cultura de dependência de Deus na evangelização, no discipulado e na expansão do Reino.
  • Perguntas para estudo
    • Quais motivos o sermão apresentou para responder à pergunta: por que devemos orar?
    • Em Mateus 6.5-8, quais erros Jesus condena na prática da oração?
    • Como a oração do Pai Nosso serve como modelo para as nossas orações sem se tornar uma repetição vazia?
    • Que aspectos da sua rotina mais competem contra um tempo dedicado e reverente de oração?
    • Você tende mais a fabricar emoções na oração ou a eliminar qualquer emoção? Como buscar equilíbrio bíblico?
    • De que maneira a oração deve afetar nosso perdão ao próximo, nossa luta contra a tentação e nossa confiança no sustento diário de Deus?
  • Versículo para memorizar
    • Romanos 12.12
      • “Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes.”
  • Textos paralelos
    • Lucas 3.21-22
    • Marcos 1.35
    • João 6.11
    • Lucas 9.28-29
    • João 17.1
    • Mateus 26.36
    • Filipenses 4.6-7
    • Mateus 7.11
    • 1 Tessalonicenses 5.16-18
    • Efésios 6.17-18
    • João 3.3
  • Próximo passo
    • Durante esta semana, separe um horário específico para oração diária e use o Pai Nosso como roteiro: adoração, submissão à vontade de Deus, dependência, confissão, perdão e livramento da tentação.
  • Temas
    • Arrependimento e fé
    • Autoridade e suficiência das Escrituras
    • Oração
    • Piedade e vida devocional
    • Santificação
    • Soberania e providência de Deus