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EBD - O Poder através da Oração Parte 2 - Renato Oliveira
Renato Oliveira · 06/03/2023 · Mateus 6.5-13; Filipenses 4.6-7; 1 Tessalonicenses 5.16-18; Romanos 12.12; Marcos 1.35; Mateus 26.36; Lucas 9.28-29; João 3.3
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“A oração é um meio de graça ordenado por Deus, pelo qual o cristão se aproxima do Pai, conforma-se à vontade divina e cresce em piedade.”
- Texto-base
- Mateus 6.5-13; Filipenses 4.6-7; 1 Tessalonicenses 5.16-18; Romanos 12.12; Marcos 1.35; Mateus 26.36; Lucas 9.28-29; João 3.3
- A aula retoma o estudo sobre oração, usando o exemplo de Jesus, os mandamentos apostólicos e o ensino do Pai Nosso. O foco é doutrinário e prático: por que devemos orar e como devemos orar segundo as Escrituras, evitando tanto a hipocrisia religiosa quanto a negligência devocional.
- Mateus 6.5-13; Filipenses 4.6-7; 1 Tessalonicenses 5.16-18; Romanos 12.12; Marcos 1.35; Mateus 26.36; Lucas 9.28-29; João 3.3
- Ideia central
- Deus ordena que seus filhos orem com perseverança, reverência, sinceridade e dependência, tomando Cristo como exemplo e o Pai Nosso como modelo de prioridades espirituais.
- Esboço da mensagem
- 1. Devemos orar porque Jesus orava
- Cristo buscava o Pai em oração, em lugares retirados, em momentos decisivos e com propósito espiritual claro.
- 2. Devemos orar porque Deus ordena
- As Escrituras mandam orar sem cessar, perseverar na oração e apresentar petições com ações de graças.
- 3. Devemos evitar falsas formas de oração
- Jesus condena a oração exibicionista, as vãs repetições e a tentativa de parecer espiritual diante dos homens.
- 4. O Pai Nosso orienta as prioridades da oração
- A oração deve começar com Deus, sua glória, seu reino e sua vontade, antes de nossas necessidades.
- 5. A oração exige sinceridade, perseverança e tempo
- O cristão deve fugir da negligência devocional, da pressa, da frieza formal e das emoções artificiais.
- 6. A oração pertence aos que nasceram de novo
- A mensagem afirma a necessidade do novo nascimento para que a oração seja verdadeira comunhão com Deus em Cristo.
- 1. Devemos orar porque Jesus orava
- Doutrinas · Confissão de 1689
- A suficiência das Escrituras como regra de fé e prática para orientar a oração
- Cap. 1 - Das Sagradas Escrituras
- Deus como Pai santo, soberano e digno de glória na oração
- Cap. 2 - De Deus e da Santíssima Trindade
- Cristo como Mediador e exemplo perfeito de comunhão com o Pai
- Cap. 8 - De Cristo, o Mediador
- A necessidade do novo nascimento para verdadeira vida espiritual
- Cap. 10 - Da Vocação Eficaz
- A fé salvadora que se expressa em dependência, súplica e confiança em Deus
- Cap. 14 - Da Fé Salvadora
- O arrependimento que confessa e abandona pecados diante de Deus
- Cap. 15 - Do Arrependimento
- A santificação cultivada por meio da oração perseverante
- Cap. 13 - Da Santificação
- A adoração devida a Deus, incluindo a oração reverente e sincera
- Cap. 22 - Da Adoração e do Dia de Descanso
- A suficiência das Escrituras como regra de fé e prática para orientar a oração
- Aplicações
- Pessoal
- Reserve tempo real e deliberado para oração, sem tratar Deus apenas com as sobras do dia.
- Ore com base no Pai Nosso: comece pela glória de Deus, submeta-se à vontade dele e então apresente suas necessidades.
- Confesse pecados concretamente e peça graça não apenas para ser perdoado, mas para abandoná-los.
- Evite tanto fabricar emoções quanto orar de modo frio e mecânico; busque sinceridade diante de Deus.
- Se o sono atrapalha sua oração, ajuste horário, postura e rotina para estar desperto diante do Senhor.
- Família
- Separe momentos de oração em casa que não sejam apressados nem meramente formais.
- Ensine filhos e familiares que oração não é repetição vazia, mas conversa reverente com Deus segundo as Escrituras.
- Pratique o perdão no lar, lembrando que fomos perdoados por Deus em Cristo.
- Ore em família por sustento diário, santidade, livramento da tentação e expansão do reino de Deus.
- Igreja
- Valorize a oração pública sem transformá-la em exibição de espiritualidade.
- Promova reuniões, classes e grupos que ensinem a igreja a orar biblicamente.
- Ore pela edificação e santificação da igreja, como foi feito na abertura da aula.
- Estimule a igreja a participar ativamente da expansão do reino por meio da pregação do evangelho.
- Combata uma cultura de devoção superficial, lembrando que a oração é meio de graça e dever cristão.
- Pessoal
- Perguntas para estudo
- Quais textos citados na aula mostram que Jesus tinha uma vida constante de oração?
- Segundo Filipenses 4.6-7, 1 Tessalonicenses 5.16-18 e Romanos 12.12, que atitudes devem acompanhar a oração cristã?
- Em Mateus 6.5-8, quais erros Jesus condena na prática da oração?
- Como o Pai Nosso reorganiza nossas prioridades ao orar?
- Que diferença há entre emoção genuína na oração e emoção fabricada?
- Que mudanças práticas você precisa fazer para deixar de tratar a oração de modo apressado ou negligente?
- Versículo para memorizar
- 1 Tessalonicenses 5.16-18
- “Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”
- 1 Tessalonicenses 5.16-18
- Textos paralelos
- Marcos 1.35
- Mateus 6.5-13
- Mateus 26.36
- Lucas 9.28-29
- Filipenses 4.6-7
- 1 Tessalonicenses 5.16-18
- Romanos 12.12
- João 3.3
- Próximo passo
- Durante a semana, ore diariamente seguindo a estrutura do Pai Nosso: adore a Deus, submeta-se à sua vontade, apresente necessidades, confesse pecados, pratique perdão e peça livramento da tentação.
- Temas
- Arrependimento e fé
- Autoridade e suficiência das Escrituras
- Evangelismo e missões
- Oração
- Piedade e vida devocional
- Santificação