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EBD - Estudo do Evangelho de Lucas - Lucas 6:12-16
01/10/2024 · Lucas 6:12-16
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“A escolha divina para o serviço divino, precedida pela oração e fundamentada na soberania de Deus.”
- Texto-base
- Lucas 6:12-16
- Lucas 6:12-16 narra um momento crucial no ministério de Jesus, onde Ele passa a noite em oração antes de escolher seus doze apóstolos. O contexto literário de Lucas é apresentado como o de um historiador, médico e teólogo, que busca demonstrar a continuidade da obra de Deus desde o Antigo Testamento até Jesus, usando 'ecos' e paralelos. Ele enfatiza a divindade e a autoridade de Jesus, que, diferente dos mestres da época, escolhe Seus discípulos soberanamente para dar continuidade à Sua missão.
- Lucas 6:12-16
- Ideia central
- A eleição dos doze apóstolos por Jesus é um ato soberano e divino, precedido por profunda oração, que manifesta a continuidade da ação de Deus na história e estabelece o fundamento para o discipulado e a proclamação do evangelho.
- Esboço da mensagem
- A Oração Preparatória de Jesus (v.12)
- Jesus busca o Pai em oração a noite toda antes de tomar uma decisão crucial, demonstrando dependência divina e a seriedade da escolha.
- A Escolha Soberana dos Doze (v.13)
- Jesus, com autoridade divina, elege 12 homens dentre Seus discípulos, contrariando a prática cultural da época onde discípulos escolhiam seus mestres.
- A Designação e Significado de 'Apóstolos' (v.13b)
- 'Apóstolo' significa 'enviado' ou 'mensageiro', indicando uma função específica e uma autoridade conferida por Jesus para uma missão de continuidade.
- O Eco do Antigo Testamento nos 'Doze'
- O número doze faz alusão às doze tribos de Israel, simbolizando a continuidade da obra de Deus e o estabelecimento do novo Israel através de Jesus.
- Os Nomes e o Perfil dos Escolhidos (v.14-16)
- A lista de nomes revela que Jesus escolheu pessoas comuns e diversas (pescadores, publicanos, zelotes), sublinhando que a eleição divina não se baseia em status social ou capacidade humana.
- A Oração Preparatória de Jesus (v.12)
- Doutrinas · Confissão de 1689
- Deus e seus atributos
- Cap. 2 - De Deus e da Santíssima Trindade
- Soberania e providência de Deus
- Cap. 5 - Da Divina Providência
- Pessoa e obra de Cristo
- Cap. 8 - De Cristo, o Mediador
- Graça e eleição
- Cap. 10 - Da Vocação Eficaz
- Autoridade e suficiência das Escrituras
- Cap. 1 - Das Sagradas Escrituras
- Adoração
- Cap. 22 - Da Adoração e do Dia de Descanso
- Deus e seus atributos
- Aplicações
- Pessoal
- Antes de tomar decisões importantes, buscar a Deus em oração profunda e prolongada, seguindo o exemplo de Jesus.
- Reconhecer que nossa vida e serviço a Deus são fruto de Sua soberana eleição, não de nossos méritos.
- Aceitar e servir a Deus com os talentos e contexto que Ele nos deu, entendendo que Ele nos capacita independentemente de nossa origem.
- Família
- Ensinar aos filhos sobre a importância da oração como primeiro recurso em todas as circunstâncias da vida.
- Incentivar os membros da família a reconhecerem os dons uns dos outros e a servirem uns aos outros no chamado de Deus.
- Lembrar que a família é um espaço onde Deus também age soberanamente, e nossos planos devem se alinhar à Sua vontade.
- Igreja
- Valorizar a oração comunitária como fundamento para a tomada de decisões e para o avanço da missão.
- Reconhecer e apoiar os líderes chamados por Deus, lembrando que o apostolado moderno é a continuidade do evangelho através de pessoas comuns.
- Promover o discipulado ativo, onde membros mais experientes guiam os mais novos, seguindo o modelo de Jesus com Seus apóstolos.
- Pessoal
- Perguntas para estudo
- Por que Lucas enfatiza que Jesus passou a noite orando antes de escolher os doze apóstolos? O que isso nos ensina sobre a oração e a tomada de decisões?
- Qual o significado do número 'doze' no contexto do Antigo e Novo Testamento, conforme explicado no sermão? Como isso demonstra a continuidade da obra de Deus?
- O sermão afirma que a escolha dos apóstolos foi um ato de eleição divina. Como essa verdade impacta nossa compreensão do chamado para o serviço cristão?
- Jesus escolheu pessoas comuns (pescadores, publicano, zelote). O que a diversidade dos apóstolos nos ensina sobre quem Deus chama para o Seu serviço?
- Qual a diferença entre a escolha de mestres e discípulos na época de Jesus e a forma como Jesus escolheu Seus apóstolos? Que verdade central isso revela sobre Cristo?
- Como a ideia de que 'Deus governa o caos' (em Gênesis 1, nos ventres estéreis e na Jerusalém da época) se relaciona com a escolha dos apóstolos e a situação de nossa própria vida ou sociedade?
- Versículo para memorizar
- Lucas 6:12
- “Num daqueles dias, Jesus saiu para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus.”
- Lucas 6:12
- Textos paralelos
- Colossenses 1:1
- Gênesis 1:1-2
- Gênesis 35:23-26
- Josué 4:1-9
- Esdras 8:28-30
- Lucas 1:5-80
- Lucas 2:21-40
- Efésios 2:1-5
- Próximo passo
- Estudar o caráter e o ministério de cada um dos doze apóstolos individualmente para compreender melhor o impacto da escolha divina em suas vidas.
- Temas
- Autoridade e suficiência das Escrituras
- Discipulado
- Graça e eleição
- Oração
- Pessoa e obra de Cristo
- Soberania e providência de Deus