# A Parábola do Conservador e do Progressista

**Data:** 2021-11-22  
**Pregador:** —  
**Tipo:** Culto  
**Duração:** 11 min  
**YouTube:** https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU  
**Página:** https://acervo.moretes.com/cultos/5G9-3fOU5QU

> "Ninguém é justificado por ser “cidadão de bem”, mas somente pela graça de Deus recebida com arrependimento e fé."

**Temas:** Arrependimento e fé, Justificação pela fé, Lei e Evangelho, Pecado e a Queda, Pessoa e obra de Cristo, Santidade e temor de Deus

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## Guia de Estudo

### 1. Texto-base e contexto

**Lucas 18.9-14; com aplicação a Lucas 18.18-27**

A parábola do fariseu e do publicano foi contada por Jesus a pessoas que confiavam em si mesmas por se considerarem justas e desprezavam os outros. No mesmo capítulo, a narrativa do jovem rico ilustra esse mesmo perigo: um homem respeitável, moralmente correto aos próprios olhos, mas preso à idolatria do coração. O sermão aplica essa tensão ao contexto atual, especialmente à confusão entre identidade política conservadora e verdadeira fé cristã.

### 2. Ideia central

A justiça que salva não nasce da moralidade pública, da posição política ou das boas obras, mas da misericórdia de Deus concedida ao pecador que abandona a autoconfiança e clama por graça em Cristo.

### 3. Exposição

Jesus dirige a parábola a pessoas religiosas que confiavam em si mesmas. O fariseu tinha virtudes públicas reais: não era ladrão, injusto ou adúltero, e possuía uma imagem moral respeitável. Contudo, seu problema central era espiritual: ele se apresentava diante de Deus com base em suas próprias obras e olhava para o outro com desprezo. Sua oração revelava orgulho, comparação e autossuficiência, não arrependimento.

O publicano, por outro lado, era socialmente desprezado e moralmente culpado. Ele representava alguém que traía seu povo e vivia em pecado. Porém, diante de Deus, ele não tentou se justificar, não apresentou currículo moral nem se comparou favoravelmente a ninguém. Ele ficou distante, bateu no peito e clamou: Deus fosse propício a ele, pecador. Jesus declara que este, e não o fariseu, voltou justificado.

A aplicação feita no sermão mostra o perigo de trocar o evangelho por uma identidade cultural ou política. Um conservador pode valorizar família, trabalho, nação e ordem moral, e ainda assim estar perdido se confiar nessas coisas para ser aceito por Deus. Do mesmo modo, alguém publicamente distante dos valores cristãos pode estar mais perto do arrependimento quando reconhece honestamente que não consegue seguir Jesus mantendo seu estilo de vida.

A história do jovem rico reforça o ponto: ele parecia obediente e respeitável, mas Jesus expôs sua idolatria. O problema não era apenas comportamento externo, mas confiança do coração. O evangelho humilha tanto o moralista quanto o libertino: todos precisam abandonar sua justiça própria e buscar misericórdia em Cristo.

### 4. Esboço da mensagem

1. **1. O perigo de confiar na própria justiça**
   O fariseu tinha boa reputação e práticas moralmente elogiáveis, mas sua confiança estava em si mesmo, não na misericórdia de Deus.
2. **2. O desprezo pelo próximo revela orgulho espiritual**
   A oração do fariseu mostra que ele usava a comparação com pecadores visíveis para se sentir superior diante de Deus.
3. **3. O pecador justificado reconhece sua culpa**
   O publicano não minimiza seu pecado nem oferece desculpas; ele clama por propiciação e misericórdia.
4. **4. Conservadorismo não é cristianismo**
   Valores morais e posições políticas podem ser corretos, mas não substituem arrependimento, fé e união com Cristo.
5. **5. Cristo chama à renúncia do estilo de vida pecaminoso**
   Seguir Jesus exige abandonar paixões, idolatrias e autoconfiança, recebendo dele libertação, alegria e esperança maiores.
6. **6. O jovem rico exemplifica a justiça própria**
   Embora parecesse obediente, Jesus revelou que seu coração estava preso ao dinheiro e à própria imagem de bondade.

### 5. Doutrinas (Confissão de 1689)

- Justificação somente pela graça de Deus, não pelas obras ou reputação moral — *Cap. 11 - Da Justificação*
- Arrependimento verdadeiro como reconhecimento do pecado diante de Deus — *Cap. 15 - Do Arrependimento*
- Fé salvadora que abandona a autoconfiança e se volta para Cristo — *Cap. 14 - Da Fé Salvadora*
- A corrupção do coração humano e a incapacidade de justificar-se diante de Deus — *Cap. 6 - Da Queda, do Pecado e do Castigo*
- Cristo como o único Mediador e fundamento da aceitação do pecador diante de Deus — *Cap. 8 - De Cristo, o Mediador*
- Boas obras como fruto da fé, jamais como base da salvação — *Cap. 16 - Das Boas Obras*

### Aplicações

**Pessoal**
- Examine se sua esperança diante de Deus está em Cristo ou em sua imagem de pessoa correta, trabalhadora, conservadora ou religiosa.
- Confesse pecados específicos sem se esconder atrás da comparação com pessoas consideradas piores.
- Ore como o publicano, pedindo misericórdia a Deus, em vez de apresentar méritos pessoais.
- Identifique ídolos respeitáveis do coração, como reputação, dinheiro, família, ideologia ou status moral.
- Reconheça que seguir Jesus exige abandonar estilos de vida incompatíveis com o evangelho.

**Na família**
- Ensine os filhos que valores familiares são importantes, mas não salvam; todos precisam de arrependimento e fé em Cristo.
- Evite formar uma casa baseada em superioridade moral sobre “os de fora”; cultive humildade, confissão e dependência da graça.
- Converse em família sobre a diferença entre ser moralmente conservador e ser convertido a Cristo.
- Pratique pedidos de perdão dentro de casa, mostrando que cristãos não vivem de aparência, mas de graça.

**Na igreja**
- Pregue e ensine claramente que a igreja não é ajuntamento de cidadãos de bem, mas de pecadores redimidos por Cristo.
- Evite transformar preferências políticas em identidade espiritual ou critério de comunhão cristã.
- Receba pecadores arrependidos com seriedade e misericórdia, sem minimizar o pecado nem negar a graça.
- Confronte a justiça própria, o desprezo pelos outros e a falsa segurança baseada em moralidade externa.
- Mantenha Cristo, sua obra e sua misericórdia no centro da adoração, da pregação e do discipulado.

### 6. Perguntas para estudo

1. A quem Jesus dirigiu a parábola do fariseu e do publicano, e qual era o problema espiritual dessas pessoas?
2. Quais elementos da oração do fariseu revelam que ele confiava em si mesmo?
3. O que a postura e a oração do publicano ensinam sobre arrependimento verdadeiro?
4. De que maneiras alguém pode confundir valores conservadores, boa reputação ou moralidade externa com cristianismo verdadeiro?
5. Como a história do jovem rico confirma o ensino da parábola sobre autoconfiança e idolatria?
6. Que áreas da sua vida mais facilmente se tornam base de justiça própria diante de Deus?

### Versículo para memorizar

> "O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!"
> — **Lucas 18.13**

### Textos paralelos

Lucas 18.9-14  ·  Lucas 18.18-27  ·  Romanos 3.20  ·  Romanos 3.23-24  ·  Efésios 2.8-9  ·  Filipenses 3.4-9  ·  Tito 3.5  ·  Isaías 64.6

**Próximo passo:** Estude Lucas 18.9-27 em família ou em grupo, identificando formas de justiça própria no coração e encerrando com oração de confissão, arrependimento e confiança somente em Cristo.

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## Mapa mental

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- Texto-base
  - Lucas 18.9-14; com aplicação a Lucas 18.18-27
    - A parábola do fariseu e do publicano foi contada por Jesus a pessoas que confiavam em si mesmas por se considerarem justas e desprezavam os outros. No mesmo capítulo, a narrativa do jovem rico ilustra esse mesmo perigo: um homem respeitável, moralmente correto aos próprios olhos, mas preso à idolatria do coração. O sermão aplica essa tensão ao contexto atual, especialmente à confusão entre identidade política conservadora e verdadeira fé cristã.
- Ideia central
  - A justiça que salva não nasce da moralidade pública, da posição política ou das boas obras, mas da misericórdia de Deus concedida ao pecador que abandona a autoconfiança e clama por graça em Cristo.
- Esboço da mensagem
  - 1. O perigo de confiar na própria justiça
    - O fariseu tinha boa reputação e práticas moralmente elogiáveis, mas sua confiança estava em si mesmo, não na misericórdia de Deus.
  - 2. O desprezo pelo próximo revela orgulho espiritual
    - A oração do fariseu mostra que ele usava a comparação com pecadores visíveis para se sentir superior diante de Deus.
  - 3. O pecador justificado reconhece sua culpa
    - O publicano não minimiza seu pecado nem oferece desculpas; ele clama por propiciação e misericórdia.
  - 4. Conservadorismo não é cristianismo
    - Valores morais e posições políticas podem ser corretos, mas não substituem arrependimento, fé e união com Cristo.
  - 5. Cristo chama à renúncia do estilo de vida pecaminoso
    - Seguir Jesus exige abandonar paixões, idolatrias e autoconfiança, recebendo dele libertação, alegria e esperança maiores.
  - 6. O jovem rico exemplifica a justiça própria
    - Embora parecesse obediente, Jesus revelou que seu coração estava preso ao dinheiro e à própria imagem de bondade.
- Doutrinas · Confissão de 1689
  - Justificação somente pela graça de Deus, não pelas obras ou reputação moral
    - Cap. 11 - Da Justificação
  - Arrependimento verdadeiro como reconhecimento do pecado diante de Deus
    - Cap. 15 - Do Arrependimento
  - Fé salvadora que abandona a autoconfiança e se volta para Cristo
    - Cap. 14 - Da Fé Salvadora
  - A corrupção do coração humano e a incapacidade de justificar-se diante de Deus
    - Cap. 6 - Da Queda, do Pecado e do Castigo
  - Cristo como o único Mediador e fundamento da aceitação do pecador diante de Deus
    - Cap. 8 - De Cristo, o Mediador
  - Boas obras como fruto da fé, jamais como base da salvação
    - Cap. 16 - Das Boas Obras
- Aplicações
  - Pessoal
    - Examine se sua esperança diante de Deus está em Cristo ou em sua imagem de pessoa correta, trabalhadora, conservadora ou religiosa.
    - Confesse pecados específicos sem se esconder atrás da comparação com pessoas consideradas piores.
    - Ore como o publicano, pedindo misericórdia a Deus, em vez de apresentar méritos pessoais.
    - Identifique ídolos respeitáveis do coração, como reputação, dinheiro, família, ideologia ou status moral.
    - Reconheça que seguir Jesus exige abandonar estilos de vida incompatíveis com o evangelho.
  - Família
    - Ensine os filhos que valores familiares são importantes, mas não salvam; todos precisam de arrependimento e fé em Cristo.
    - Evite formar uma casa baseada em superioridade moral sobre “os de fora”; cultive humildade, confissão e dependência da graça.
    - Converse em família sobre a diferença entre ser moralmente conservador e ser convertido a Cristo.
    - Pratique pedidos de perdão dentro de casa, mostrando que cristãos não vivem de aparência, mas de graça.
  - Igreja
    - Pregue e ensine claramente que a igreja não é ajuntamento de cidadãos de bem, mas de pecadores redimidos por Cristo.
    - Evite transformar preferências políticas em identidade espiritual ou critério de comunhão cristã.
    - Receba pecadores arrependidos com seriedade e misericórdia, sem minimizar o pecado nem negar a graça.
    - Confronte a justiça própria, o desprezo pelos outros e a falsa segurança baseada em moralidade externa.
    - Mantenha Cristo, sua obra e sua misericórdia no centro da adoração, da pregação e do discipulado.
- Perguntas para estudo
  - A quem Jesus dirigiu a parábola do fariseu e do publicano, e qual era o problema espiritual dessas pessoas?
  - Quais elementos da oração do fariseu revelam que ele confiava em si mesmo?
  - O que a postura e a oração do publicano ensinam sobre arrependimento verdadeiro?
  - De que maneiras alguém pode confundir valores conservadores, boa reputação ou moralidade externa com cristianismo verdadeiro?
  - Como a história do jovem rico confirma o ensino da parábola sobre autoconfiança e idolatria?
  - Que áreas da sua vida mais facilmente se tornam base de justiça própria diante de Deus?
- Versículo para memorizar
  - Lucas 18.13
    - “O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador!”
- Textos paralelos
  - Lucas 18.9-14
  - Lucas 18.18-27
  - Romanos 3.20
  - Romanos 3.23-24
  - Efésios 2.8-9
  - Filipenses 3.4-9
  - Tito 3.5
  - Isaías 64.6
- Próximo passo
  - Estude Lucas 18.9-27 em família ou em grupo, identificando formas de justiça própria no coração e encerrando com oração de confissão, arrependimento e confiança somente em Cristo.
- Temas
  - Arrependimento e fé
  - Justificação pela fé
  - Lei e Evangelho
  - Pecado e a Queda
  - Pessoa e obra de Cristo
  - Santidade e temor de Deus

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## Transcrição (30 trechos)

**[0:00](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=0s)** A gente deveria ser um pouco ainda mais ousado e perguntar qual seria o tipo de linguagem que Jesus teria usado para contar essa mesma história em nossos dias. Provavelmente se Jesus fosse contar essa história hoje, Ele não ia usar um fariseu e um publicano.

**[0:18](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=18s)** Veja, a imagem aqui é de um cidadão de bem e de um traidor da nação. Eu ouso dizer que talvez uma boa forma de a gente adaptar essa linguagem para os nossos dias seria essa mesma parábola em que você tem um conservador e um progressista, politicamente falando.

**[0:42](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=42s)** Você tem ali um cidadão de bem. O conservador geralmente se vê como um cidadão de bem. Alguém que ama a família, ama o país. Ama a nação. Odeia os valores morais se deturpando. Odeia ver como a corrupção entra no meio da sociedade.

**[1:05](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=65s)** E ele olha para si mesmo e olha para a nação corrompida e diz Eu não sou como essa nação. Essa é uma nação que despreza a família. Essa é uma nação que despreza o trabalho. Despreza o que é justo. Isso é terrível. E talvez o publicano fosse o que a gente chamaria de um progressista.

**[1:27](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=87s)** O progressista é representado por aqueles que querem impor uma revolução moral. Muitas vezes uma revolução sexual, comportamental. A gente olha para um progressista e geralmente é alguém que parece que torce contra o país.

**[1:44](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=104s)** Não é? Luta contra o país. Parece que ele trabalha e vive para que as coisas fiquem cada vez piores. Para que as coisas se deem mal. Quando surge uma notícia ruim da economia, os progressistas comemoram. Porque lutam contra a nação.

**[2:05](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=125s)** Lutam contra o bem. Mas, irmãos, algo que tem me preocupado. E o grande perigo é quando a gente começa a confundir conservadorismo com cristianismo. Achando que conservadores e cristãos são a mesma coisa. Mas veja que conservadores se adequam muito a esse quadro de um fariseu.

**[2:34](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=154s)** Pessoas boas, com suas famílias, com seus trabalhos. Mas são pessoas que confiam em si mesmas. São pessoas que olham para o outro e desprezam o outro e dizem Obrigado, Deus, porque eu não sou como esse lixo de pessoa. Mas eu sou um homem de bem.

**[2:55](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=175s)** Com certeza, esse fariseu que está aqui diante de nós do texto é melhor do que a maioria dos conservadores dos nossos dias. Diz o texto que ele não rouba. É justo, é fiel à esposa. Hoje é fácil ser conservador. Está cheio de conservador que está no terceiro, quarto, quinto casamento.

**[3:20](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=200s)** Está cheio de conservador roubando. Está cheio de conservador injusto. Está cheio de conservador que abandona os filhos. Mas são conservadores porque levantam duas ou três bandeiras conservadoras. Esse fariseu era melhor do que a maioria dos conservadores que você conhece.

**[3:37](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=217s)** Mas veja o texto. Foi para o inferno. Foi para o inferno porque ele confiava nas suas obras. Ele confiava em quem ele era. Ele confiava porque ele era bom, ele iria para o céu. Mas, irmãos, a mensagem da Bíblia é que ninguém será justificado pelas obras.

**[3:58](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=238s)** Nenhuma carne, absolutamente ninguém, será justificado diante de Deus porque é um cidadão de bem. Porque é uma boa pessoa. Agora, veja esse publicano. Alguém que só pensava no seu umbigo. Alguém que não estava ligando para os valores da nação, para o bem da sociedade, para a construção de um futuro melhor.

**[4:22](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=262s)** Não, ele era alguém que servia a um Estado que fiscalizava e roubava os seus compatriotas. Ele é alguém que servia àqueles que exploravam a nação desde que ele estivesse numa boa. Desde que ele recebesse o dele, ele queria que a nação se explodisse.

**[4:43](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=283s)** Muitas vezes se parece com o típico progressista. Mas veja o texto. Ele foi justificado. Esse miserável, esse lixo de pessoa que traía a nação, ele foi justificado. Sabe por quê? Porque ele não tinha que confiar em si mesmo.

**[5:04](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=304s)** Diferente do fariseu, que se encontrava numa boa posição social e se olhava como uma pessoa boa diante de Deus, o publicano sabia que era traidor. O publicano sabia que estava em pecado. Por isso ele vai a Deus e ele não tem coragem nem de perto do tempo, mas ele fica distante, bate no peito e ora.

**[5:28](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=328s)** Senhor, seja propício a mim, porque... Porque eu sou pecador. Esses dias eu tive a oportunidade de conversar com um progressista que não é cristão. E eu preguei o evangelho pra ele. E ele me disse exatamente isso. Ele falou, olha eu creio.

**[5:52](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=352s)** Eu creio em tudo que você está dizendo. Mas pra mim é muito difícil. É muito difícil seguir a Jesus. Porque é impossível seguir a Jesus e manter o meu estilo de vida. E o que eu respondi pra ele foi sim. É impossível mesmo.

**[6:12](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=372s)** Mas por isso Deus está te chamando. É por isso que Cristo te chama. Cristo está dizendo que ele pode te libertar das suas paixões. Ele pode te libertar do seu estilo de vida. E o que ele te promete é uma alegria maior, é uma esperança muito maior.

**[6:25](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=385s)** Mas sim, é impossível você seguir a Jesus mantendo o seu estilo de vida. Veja irmãos, pra um conservador dizer isso é muito mais difícil. Pra um cidadão de bem olhar pra si mesmo e dizer É impossível eu seguir a Jesus com o meu estilo de vida.

**[6:43](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=403s)** É muito mais difícil. É por isso que pra um conservador, pra uma pessoa boa publicamente ir a Cristo. Talvez seja muito mais difícil do que pra alguém que sabe que luta contra Deus. Que luta contra os valores cristãos. É curioso porque nesse mesmo capítulo, a partir do verso 25, é como se essa parábola acontecesse na prática.

**[7:13](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=433s)** Se você olhar alguns versos depois, o texto vai nos contar a história do jovem rico. E o jovem rico, a gente só lembra que ele era um jovem rico, mas diz o texto que ele era um homem de posição. Provavelmente um político.

**[7:28](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=448s)** Provavelmente alguém respeitado no meio do povo. Talvez um bom conservador. Alguém que era uma boa pessoa. Mas qual que era o perigo? Qual que era o erro? Confiava em si mesmo. Ele acreditava ser uma boa pessoa. E aí ele chega a Jesus então, querendo confirmação de que ele era uma boa pessoa.

**[7:48](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=468s)** Senhor, eu sou uma boa pessoa, não sou? Não roubo, não mato, obedeço meus pais. Faço absolutamente tudo o que a tua lei manda. Mas se você conhece a história, em pouquíssimas palavras, Jesus mostra que aquele homem era um idólatra.

**[8:07](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=487s)** Que adorava o dinheiro que ele tinha. E Jesus mostra pra ele que era impossível seguir a Jesus com o estilo de vida que ele tinha. Mas veja, isso era impossível pro jovem rico olhar quando olhava pra si mesmo. Enxergar que ele era um idólatra quando olhava pra si mesmo.

**[8:24](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=504s)** Porque quando ele olhava pra si mesmo, ele se via como um cidadão de bem. E aquele jovem vai embora triste. E Jesus olha pros seus discípulos e diz, É mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino dos céus.

**[8:43](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=523s)** Irmãos, com todo cuidado eu ouso dizer de que da mesma forma é muito mais fácil passar um camelo pelo fundo de agulha do que um conservador entrar no reino de Deus. Porque são pessoas que confiam em si mesmas. Com todo cuidado eu digo que um progressista anticristão está mais próximo do reino de Deus do que um típico conservador evangélico.

**[9:09](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=549s)** Que acredita ser uma boa pessoa. Que acredita que vai pro céu porque é uma boa pessoa. Veja, irmãos, eu não quero que vocês me entendam mal. Eu sou um conservador. Eu me considero um conservador. Eu realmente me alinho ao que se entende de forma geral como um conservador antirevolucionário.

**[9:30](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=570s)** Alguém que valoriza a família, o espírito patriótico, os valores morais. Alguém que não acredita que o Estado seja o salvador da nação. Nem uma boa entidade para cuidar das nossas vidas particulares. Obtendo e tendo essas posições, eu sou enquadrado como um conservador político.

**[9:49](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=589s)** E eu também acho que o progressismo político está completamente errado. E ele é anticristão na sua essência. Mas algo que tem me preocupado muito ultimamente é como que muitas pessoas acreditam que estão em Deus simplesmente por serem conservadoras.

**[10:08](https://www.youtube.com/watch?v=5G9-3fOU5QU&t=608s)** Muitas pessoas acham que vão pro céu porque são bons cidadãos. Muitas pessoas acham que estão em Cristo porque valorizam a família, o trabalho e a nação. A SÓ PÓ

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*Gerado por [Lume](https://acervo.moretes.com) — biblioteca de pregações da Igreja Batista Reformada de São Bernardo do Campo. Textos de IA precisam ser verificados na fonte.*